Uso excessivo de remédios é a “peste bubônica” do nosso século, diz toxicologista

O excesso de intoxicações é decorrente do excesso de prescrições de fármacos, e quem os prescreve são os médicos. Os farmacêuticos quando são consultados pelos usuários, procuram orientá-los e demove-los do uso indevido. Agora já estão tentando restringir a venda de antibióticos e anti-inflamatórios apenas com precriçao médica. O problema é que esta intenção baseia-se em uma mentira: “que só o médico sabe o que o doente deve tomar e que o remédio receitado pelo médico não faz mal”. O efeito de um fármaco é inerente e depende apenas, e unicamente, do seu mecanismo de ação e não da vontade de quem quer que seja. Nem Deus é capaz de regular a ação de um fármaco. A mentira está ligada à cultura medíocre do povo e às práticas corporativistas de reserva de mercado dos médicos, em detrimento da saúde da população, cerceando o exercício profissional do farmacêutico que é, por definiação legal, o único profissional do medicamento. Não é o médico o profissional do medicamento. Está na lei 85878/81. Outra coisa que eu também quero ver é se este médico, que se diz toxicologista, tem coragem de assinar um laudo toxicológico de medicamentos. Também é ato privativo de farmacêuticos e também está na mesma lei 85878/81.  Qualquer um pode ser professor de toxicologia, bastando apenas decorar os textos dos bons livros de toxicologia e ditá-los aos alunos.  Leia a notícia aqui

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Patch para o kernel Linux resolve problema da patente do FAT

A Microsoft e suas patentes: ela tem uma ação judicial contra a TomTom, fabricante de dispositivos GPS, devido o uso do sistema de arquivos FAT sem pagar licença. Isso causou comentários negativos na comunidade open source, especialmente sobre o suporte à partições formatadas em FAT em praticamente toda distro, por meio do kernel Linux. Mesmo que a pessoa use Ext2/3/4, ReiserFS, ou qualquer outro no HD, não é incomum se deparar com o antigo FAT ao usar um pen drive ou cartão de memória, mp3 player, etc. Segundo a MS não há problema com os usuários domésticos, mas a preocupação fez o pessoal se mexer. Continue lendo

Esta é a frase …

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão.”

Frase do escritor português Eça de Queiróz, proferida no século 19, mas que, atualmente, é a tônica entre os políticos.

Pena que o povinho do bolsa-esmola não sabe disso e não enxerga o cheiro nauseante de fezes que exala do congresso nacional e do palácio do planalto (ambos em minúsculo, como demonstração do asco e do desdém dos contribuíntes que pagam impostos, tem pelo governo e pelo congresso).

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