As artes e as letras na Idade Média
Durante a Idade Média a Igreja foi o refúgio das letras e das artes. As invasões dos bárbaros desorganizaram a cultura romana e fizeram, em muitos casos, retroceder a ciência e as artes. Graças aos monges, em seus conventos, puderam salvar-se numerosos documentos antigos e preservar-se a cultura que chegou até nós. Continue lendo
As Cruzadas
Durante os séculos VII, VIII e IX os árabes eram donos da Terra Santa, ou seja, a Palestina, onde ficam os lugares onde nasceu, viveu e morreu Jesus Cristo. Os árabes, apesar de islamitas não criavam embaraços às visitas dos cristãos a seus lugares santos. Anualmente, milhares de cristãos europeus seguiam em peregrinação para a Palestina e de lá voltavam sem serem molestados.
Os Fenícios e a difusão da cultura oriental
Habitando estreita faixa de terra, entre o Mediterrâneo e os montes Líbano e Anti-Líbano, os fenícios cedo se lançaram ao comércio marítimo. Foram os dignos sucessores dos cretenses que, desde o século XIV a.C., tinham sido afastados do Mediterrâneo pela destruição de sua civilização. Os habitantes da ilha de Creta, formaram uma admirável civilização pré-helênica com notável arquitetura e elevado grau de desenvolvimento filosófico e científico. Desapareceu de forma ainda um tanto obscura. Continue lendo
Infecção por HPV com alterações borderline
Ilustrações prévias desta série têm apresentados casos no quais a infecção por HPV era a única anormalidade. Problemas diagnósticos aumentam quando além desta há anormalidade nuclear borderline à discariose. Em casos onde são diagnosticadas células discarióticas, a conduta do caso seguirá o que é normalmente previsto para o grau de neoplasia intra-epitelial (Kaufman et al., 1983), e mesmo quando as alterações são borderline, é aconselhável recorrer-se à colposcopia e biópsia uma vez que a superfície queratótica pode prevenir esfoliação de mais células anormais.

134. Infecção por HPV: discariose leve. Neste caso o esfregaço cervical contém coilocitose com células levemente discarióticas. (X 320)

135. Infecção por HPV com NIC I: biópsia colposcópica. Esta biópsia foi feita do caso ilustrado em 134. NIC I é visto no tecido infectado. (H&E, X 80)

136. Infecção por HPV com NIC I: biópsia colposcópica. Em maior aumento a normalidade nuclear acentuada presente na coilocitose pode ser vista. (H&E X 320)

137. Infecção por HPV. Para complementação, um exame de imunocitoquímica na identificação da infecção do HPV é apresentado. Este campo mostra uma reação positiva em uma escama isolada presente no esfregaço cervical. (Fosfatase imunoalcalina, X 400)

138. Infecção por HPV: biópsia da cérvix. Uma reação similar é vista na secção da biópsia cervical. (Fosfatase inumoalcalina, X 160)
[Voltar]
Alterações reativas não específicas e degenerativas

67. Mitoses. Mitoses são menos comumente vistas no material citológico do que em tecido, mas elas podem ser encontradas quando há uma regeneração tecidual rápida. É mais comum achá-la em fragmentos, mas esse tem exemplo é em uma única célula parabasal. Em reações benignas as mitoses são usualmente normais. (X 400)

68. Cariorrexe. É necessário distinguir mitoses de fragmentação degenerativa dos núcleos como os vistos nas células parabasais neste campo ponto esta forma de degeneração é descrita como Cariorrexe; outras formas incluem cariólise (69) e citólise (6). (X 120)

69. Cariólise. O núcleo da célula no centro do campo quase desapareceu. Sua posição é identificada por uma pálida e incompleta membrana.(X 125)

70. Fagocitose. Histiócitos multinucleares gigantes são vistos no esfregaço de pacientes com infecção crônica ou em uma reação granulomatosa. Estes podem fagocitar resto dos nucleares, como visto neste campo. (X160)

71. Vacúolos citoplasmáticas contendo um polimorfonucleares. Uma aparência lembrando fagocitose é vista quando polimorfos invadem vacúolos degenerativas em células escamosas ou colunares. As células nos vacúolos são algumas vezes referidas como células engolfadas. Notar que neste campo os polimorfos invasores aparecem viáveis quando comparado com fragmentos nucleares em 70.(X 160)

72. Multinucleação. Quando há regeneração tissular rápida, os núcleos podem replicar mais rapidamente que a divisão citoplasmática. Isto resulta em no multinucleação com aspectos nucleares benignos os quais têm aparência idêntica. Neste campo a uma célula trinucleada com núcleos hipocromáticos e aumentados e abaixo desta está uma outra célula com um único no aumentado hipocromático. Mudanças similares têm sido relatadas com deficiência de ácido fólico (van Niekerk. 1966). (X 250)

73. Hiperplasia reativa. O aumento dos núcleos é comum nas células que mostram alterações reativas. A cromatina nuclear pode estar dispersa. Sendo assim, o núcleo aparece hipocromático. Em outros casos a degeneração pode causar necrose coagulativa e a cromatina nuclear torna-se hipercromática e pouco nítida. Ambas as aparências nucleares são vistas neste campo. Além disso, halos perinucleares são vistos, juntos com restos, contidos em vacúolos no citoplasma. Uma célula é binucleada.

74. Alterações reativas: células escamosas. Neste campo os núcleos são grandes, com dispersão de cromatina dando uma aparência granular. Alguma degeneração nuclear está presente e a coloração citoplasmática é pouco nítida. (X 160)

75. Alterações reativas: células colunares endocervicais. Neste campo uma fileira de células colunares endocervicais apresentam-se aumentadas, com núcleos pálidos com nucléolos evidentes. A coloração é geralmente pouco nítida e em algumas células a coloração citoplasmática é anfofílica. Polimorfos estão presentes e muitos estão degenerados. Esfregaços pouco nítidos pobremente corados são vistos comumente com infecção e os relatórios podem ser incertos. Estes esfregaços poderiam ser repetidos após tratamento de infecção. (X 160)

76. Alterações reativas: células metaplásicas. Neste campo de células metaplásicas há núcleos grandes e granulares. Halos perinucleares são vistos em umas poucas células e há algumas vacuolizações citoplasmáticas. Comparações com 156 e 159 mostrarão que quando há aumento da granularidade de cromatina nuclear as alterações começam a ficar próximas da discariose. (X160)

77. Alterações reativas: células metaplásicas. Neste campo há mais degeneração nuclear e hipercromasia; cariorrexe é vista ocasionalmente na célula. O citoplasma é denso e anfólilo em algumas células. (X 160)

78. Alterações reativas: células colunares endocervicais. Em aumento maior este grupo de células colunares endocervicais mostra alterações reativas acentuadas, com nucléolos proeminentes os quais variam em tamanho e número de célula para célula. Um vacúolo contendo polimorfos está presente em uma mitose normal. Este grau de reatividade pode causar dificuldades ao diagnóstico, mas a presença regular de cromatina finamente granulada seria notada como evidência de que estas células são benignas. (X 250)
[Voltar]
Referências bibliográficas
- ANTONINI, V. Farmacologia e comportamento humano. Curitiba : [sn] 1993.
- BOLSANELLO, A. Genética médica prática. Rio : LTC, 1978.
- GARDNER, E, et all. Genética. Rio : Ed. Guanabara, 1986.
- MOORE, K. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology, 8th Edition. Philadelphia PA USA : Saunders Elsevier, 2008
- ZAGO, D, et all. Embriologia humana e comparada. Curitiba : PRAC-UFPR, 1990
[Voltar]
Malformações
Malformação é um caráter que compromete a integridade de uma pessoa (2:11) e pode ser eliciada por diversos fatores. Continue lendo
A terceira semana
1 Gastrulação Continue lendo
A segunda semana
Implantação
Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais destruindo-as e perfurando o endométrio até cavar nele um verdadeiro ninho (por isso nidação). O rompimento de vasos forma lacunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio, então, recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado, cuja modificação chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua (que desce) a ser expulsa no parto. A cápsula vai crescendo dentro do útero conservando o embrião em seu interior. O aspecto mais importante disso é que o embrião não cresce na luz uterina, ficando a salvo das contrações uterinas que poderiam expulsá-lo (5).
O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dele, o córion liso. Junto à decídua basal, o trofoblasto forma o córion frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, por baixo do córion frondoso originará a parte materna da placenta (5).
[Voltar]