Macedônia

Situada ao norte da Grécia, a Macedônia era um pequeno reino que durante muito tempo não teve expressão. Seus habitantes, da mesma origem que os gregos, cuidavam da agricultura e pecuária. Ao subir ao trono o rei Filipe II, a Macedônia iria transformar-se. Durante a juventude, Filipe passara vários anos como refém, na cidade de Tebas. Conhecera as virtudes e as fraquezas dos gregos. Aprendera a arte militar com Temístocles, grande general helênico. No poder, Filipe resolve conquistar a Grécia. Continue lendo

A Primeira Guerra Mundial

Desde o fim do século XIX a Europa começou a viver um ambiente de tensão permanente. Embora temporariamente em paz, respirava-se um clima de guerra: era o que se chamou de “paz armada”. As nações, em nome da paz, aumentavam incessantemente seus armamentos; celebravam tratados com possíveis aliados na futura guerra que todos sentiam inevitável. A Inglaterra, a França e a Rússia formaram a “tríplice entente”. A Inglaterra, a Itália e a Áustria-Hungria, “tríplice aliança ” Continue lendo

Onde tudo começou: as origens da Farmácia

Fez-se necessário essa introdução à paleontologia e à antropologia para situar melhor a posição da alquimia antiga, a profissão farmacêutica de hoje, e da psicologia, em relação ao homem através das eras, ou seja, para se poder discutir melhor e se ter uma idéia mais precisa do ponto de partida da história da farmácia, pois muitos historiadores de renome apregoam que a alquimia começou com os Australopthecus africanus, enquanto outros afirmam categoricamente que a farmácia surgiu com o Sinanthropus pequinensis e, enquanto os primeiros defendem que a alquimia tem cerca de um milhão de anos, ou mais, os segundos atestam que ela não tem mais que 250 mil anos, que é a época de ocupação do mundo pelos homens de Pequim (Sinanthropus pequinensis) e, como a corrente que apregoa a farmácia como uma invenção dos Australopthecus africanus é mais expressiva e mais consistente, acata-se e insere-se neste resumo da história da farmácia a idade de aproximados um milhão de anos ou mais para esta bela e gloriosa ciência. Continue lendo

Um milhão de anos de Pré-história

Enquanto os tempos históricos têm a duração de seis mil anos, a pré-história durou, no mínimo, um milhão de anos, apesar de que esta cifra hoje é contestada pôr eminentes arqueólogos, estes preconizando a duração da pré-história com aproximadamente um milhão e quinhentos mil anos, e pôr isso, considerar-se-á, para este resumo da história, como um milhão de anos mesmo. Um milhão de anos porque existem testemunhos indiscutíveis da presença do homem na terra desde o período plistoceno, o primeiro da era quaternária ou atual. Continue lendo