O comando do esquema de corrupção chamado de petrolão, que a operação lava-jato debelou, mandando luladrão para a cadeia, estava no STF, mais especificamente sob a batuta de Gilmar Mendes, a eminência podre, digo, parda, da corte, que fez o diabo para acabar com a operação antes que a PF e a magistratura que ainda prestava, na época, abrisse a tampa da latrina do STF e expusesse a podridão da mais alta corte de (in)justiça tupiniquim.
Acusando Sérgio Moro de imparcialidade por APENAS conversar com o procurador Deltan Dallagnol, anularam toda a operação, enquanto a banda podre do STF não apenas conversa com advogados e criminosos, mas também se vende, patrocina e protege a corrupção, o crime organizado e o tráfico de drogas.
A banda podre do STF deve apodrecer em prisão perpétua no isolamento de presídio de segurança máxima abraçada ao Pau-mandado, digo, Procurador Geral da narco-republiqueta bandalheira latRino-americana do Varzil e também aos policiais federais da “gestapo” de A-lei-xandre de i-Moraes.
Se os senadores e os generais do Alto Comando das Forças Armadas tivessem vergonha na cara e não estivessem envolvidos nesse mar de lama de corrupção teriam metido Dias PToffoli e A-lei-xandre de i-Moraes na cadeia quando o “amigo do amigo de meu pai” nas planilhas do Departamento de Propinas da Odebrecht abriu o inquérito inconstitucional e criminoso das “fake news”, palavras inexistentes no dicionário da lingua portuguesa, crimes não dispostos no código pena brasileiro, para censurar a revista Crusoé, que o denunciou de ser gigolô do escritório de advocacia da esposa, do qual recebia mesada de R$100.000,00 reais na época, e nomeou sua xandidade excrementíssima i-Moraes para a relatoria, “ex-ofício”, ou seja, a revelia do regimento interno da corte, nomeação que agravou a ilegalidade do inquérito
Não foi a revelação de que PToffoli era o “amigo do amigo de meu pai“, por Marcelo Odebrecht que precipitou o crime judiciário dos dois, pois o blog O Antagonista já tinha revelado o codnome dele e do luladrão nas planilhas do Departamento de Propinas da Odebrecht um ano antes, mas a revelação de que, ao receber mesada do escritório da mulher dele deixando evidente e claro como o dia que Dias PToffoli vendia sentenças e favores.
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