Agora tem que investigar o Consórcio Nordeste e também a banda podre togada do STF, metendo todos os estelionatários na cadeia por crimes contra a saúde pública e a humanidade.
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O autismo é uma anomalia genética com penetrância no sexo masculino e cuja principal característica é o isolamento social e ambiental (1). Continue lendo
Até 2013, a homossexualidade era considerada uma perversão sexual e todos os manuais sérios de psiquiatria clínica, que se baseavam na versão original do DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), criado pela Associação Americana de Psiquiatria em 1952, a enquadravam dentro dos transtornos esquizofrênicos e recomendavam tratamentos psicoterápicos e com psicofármacos.
Em 2013, o DSM foi revisado, sendo excluída a homossexualidade do quadro de distúrbios mentais e rotulada como normal e natural.
Natural não é, pois a natureza não perderia milhões, ou mesmo bilhões, de anos aperfeiçoando mecanismos e processos bioquímicos para criar espécies binárias se não houvesse necessidade. Teria criado apenas um indivíduo, como ocorreu com as bactérias, que se dividem por bipartição ou cissiparidade, e não existiria civilização.
Provavelmente há, nessa mudança de posição de entidades que deveriam prezar pela sanidade mental, mas resolvem desclassificar doenças mentais na canetada sem apontar uma única justificativa para isso, o dedo da indústria farmacêutica que, com a introdução dos anticoncepcionais sintéticos lá pelos idos dos anos 1970, polui a natureza com hormônios femininos que o organismo masculino não consegue converter em testosterona, feminilizando os homens.
Uma das características mais marcantes dos homens nascidos a partir de meados dos anos 1970 é a ausência de pelos no tórax, que, por si só, já serve de evidência da ação estrogênica.
A principal característica fisiológica e bioquímica que diferencia homens de mulheres é a codificação de uma enzima chamada aromatase, que converte a androstenediona no estrogênio que diferencia sexualmente as mulheres dos homens.
O estrogênio e seus derivados sintéticos não são eliminados da água durante o tratamento. O sulfato de alumínio, que flocula a água bruta e decanta os resíduos, não reage nem se liga quimicamente às moléculas orgânicas para anulá-las ou precipitá-las.
Os filtros de carvão ativado não conseguem reter ou absorver moléculas químicas de baixíssimo peso molecular presentes na água. O cloro utilizado na oxidação das bactérias que conseguem atravessar as barreiras de filtração também não reage com os estrogênios presentes que acabam distribuídos pela rede de água e são ingeridos pela população, indiscriminadamente e fazendo seu efeito hormonal em bebês do sexo masculino, em meninos e em homens.
No ano de 2000, foi realizado em um departamento de farmacologia de uma conceituada universidade brasileira um ensaio de farmacotoxicologia ambiental que investigou, em ratos, o efeito do estrogênio disseminado na natureza, e os resultados foram reveladores do que pode estar acontecendo com meninos e meninas atualmente.
Fêmeas da espécie Wistar foram cruzadas com ratos da mesma espécie e, durante a prenhez, receberam água “batizada” com picogramas dos estrogênios sintéticos, comumente presentes nos anticoncepcionais mais populares.
Na prole resultante, fêmeas e machos continuaram a ser hidratados com a mesma água “batizada” e as fêmeas tiveram o primeiro ‘estro’ (o mesmo que o primeiro cio nos cães) bem antes do normal, enquanto os machos reduziram significativamente o número de ‘montas’, que pode ser comparado à libido do homem; ou seja, as fêmeas chegaram mais cedo à maturidade sexual, enquanto os machos perderam o interesse sexual.
Extrapolando os resultados encontrados neste ensaio, pode-se ter uma ideia das causas de alguns fenômenos:
Enquanto a explosão de casos de homossexualismo masculino pode ser explicada farmacologicamente, o homossexualismo feminino e o transsexualismo permanecem sem uma explicação toxicológica, ambiental ou psíquica plausível.
Outro modismo que também pode estar prejudicando ou reduzindo a masculinidade, além da contaminação ambiental pelos estrogênios, é a falácia dos antioxidantes que combatem os radicais livres do corpo, por gente que sequer entende o básico de química orgânica e menos ainda de bioquímica.
A conversão da androstenediona em testosterona depende de um radical livre, como se pode ver na equação abaixo:

Como pode ser visualizado na equação acima, um próton de hidrogênio rompe a dupla ligação do carbono do anel e liga-se ao oxigênio.
Concluindo, pode ser atribuída à indústria farmacêutica a responsabilidade pela explosão da homossexualidade masculina e, para isentá-la de sua obrigação de indenizar as vítimas, foram modificados os critérios de classificação na última revisão do DSM, ocorrida em 2013.
A indústria farmacêutica é a segunda mais rica e poderosa no mundo. Perde apenas para a indústria armamentista e patrocina toda e qualquer iniciativa que possa absolvê-la de crimes praticados contra a humanidade com o uso de fármacos que muitas vezes não seguem a marcha farmacológica estabelecida para o desenvolvimento de novos fármacos, atropelando as fases de ensaios farmacogenéticos e farmacotoxicológicos, como no caso da talidomida, no final dos anos 1950, que causou o desastre da focomelia, e das vacinas de RNAm contra o SARS-COV-2, cujos efeitos deletérios estão começando a aparecer.
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Mais um delírio digital. Continue lendo
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