Saibam mais sobre a candidata ao Senado pelo Paraná Gleisi Hoffmann

A Universidade Federal do Paraná tem uma fundação que administra as verbas de extensão e pesquisa de pós-graduação chamada FUNPAR – Fundação Universidade Federal do Paraná, criada pelo Prof. Dr. Ocyron Cunha, ex-reitor da UFPR.

Com a expansão dos serviços de transplante no Hospital de Clínicas, do qual sou servidor concursado e aposentado, e com a criação do STMO (Serviço de Transplante de Medula Óssea) em 1985, houve necessidade de mais funcionários especializados e de apoio (administrativos e assistenciais). O diretor do hospital na época, Prof. Dr. Ricardo Ackel, solicitou a contratação via FUNPAR, pelo regime celetista.

O PT do Paraná, como sempre, entrou com ações judiciais logo no ano seguinte, 1986, exigindo a demissão desses funcionários. Em 2001, transitou em julgado definitivo a demissão sumária e irrevogável de todos os funcionários da FUNPAR, sentença que foi postergada, graças a sucessivos mecanismos jurídicos, sob a alegação de falta de pessoal concursado (nem FHC e nem os desgovernos do PT abriram concursos para substituir os cerca de 2.100 funcionários da FUNPAR).

Em 2010, esses funcionários da FUNPAR, que já deviam ter sido demitidos desde 2001, foram convocados para uma assembleia pela então candidata ao Senado Gleisi Amante Coxa Hoffmann e pelo seu fiel escudeiro Angelo Vanhoni, candidato à reeleição para a Câmara Federal, os quais juraram de pé junto que, se eleitos na época, fariam um projeto de lei ou PEC, o que fosse necessário, enquadrando o pessoal no RJU (como servidores públicos) automaticamente, sem concurso público.

Eu estava lá, na época como coordenador do plantão, sentado ao lado do Prof. Dr. Ocyron Cunha, meu Ir.·. e amigo, e presenciei a promessa que jamais foi cumprida e que acabou se transformando na MP 520/10 e, depois, na Lei 12.550/11, que criou a EBSERH, um pudim de inconstitucionalidade na qual não constava um único artigo, inciso ou alínea que determinasse o enquadramento do pessoal da FUNPAR no HC nessa nova empresa pública de direito privado, sendo todos demitidos em 19 de novembro de 2019.

Essa é a Gleisi. Um exemplo de petista que só tem papo furado e um poço sem fundo corrupção e canalhice.

[Voltar]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.