Do Zimosterol ao Desmosterol

O ZIMOSTEROL sofre a ação da enzima Isomerase e converte-se em D 7,24-COLESTANODIENOL.
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Do Lanosterol ao Zimosterol

O LANOSTEROL sofre uma DESMETILAÇÃO, pela ação do cofator NADPH+ + H+, liberando um ácido metílico e convertendo-se em 14-DESMETIL-LANOSTEROL.
O 14-DESMETIL-LANOSTEROL por sua vez, sofre duas desmetilações, realizadas pelo cofator NADPH+ + H+, transformando-se em ZIMOSTEROL.
O ZIMOSTEROL formará o D 7,24-COLESTANODIENOL
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Do Epóxido de Esqualeno ao Lanosterol
Do Mevalonato ao Epóxido de Esqualeno
Da HMG-CoA ao Mevalonato
Da acetoacetilcoenzima A até a HMG-CoA
O começo
Caso 7: Adenocarcinoma de endométrio
Este último caso é incluído como uma Lembrança de que o adenocarcinoma do endométrio pode também se apresentar com grupos densos de células hipercromáticas.

434 Células malignas indiferenciadas. Este grupo contrasta com um grupo de células malignas com uma placa de cédulas parabasais no esfregaço atrófico. A paciente foi submetida a uma histerectomia anteriormente por adenocarcinoma do endométrio. (x 80)

435 Células malignas indiferenciadas. Outro campo mostrando uma lâmina de células malignas indiferenciadas em aumento maior. (x 160)

436 Adenocarcinoma de endométrio: histerectomia. Esta paciente teve uma recorrência na cúpula, a qual era clinicamente óbvia, assim, nenhuma biópsia foi feita. Este corte é do tumor original, que era um adenocarcinoma bem diferenciado. Seria recordado que a recorrência e tumores metastáticos são freqüentes em tumores menos diferenciados que o original. (H & E, x 40)
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Caso 6: NIC III com secreção de muco (cortesia: Dr. C. M. Stanbridge e Dr. C. H. Buckey)

426 Células discarióticas indiferenciadas. Este é um outro exemplo de paciente que apresentou densos fragmentos constituídos de células discarióticas indiferenciadas com núcleos hipercromáticos. (x 80)

427 Discariose severa. Em outro lugar no esfregaço, as células são vistas em grupos frouxos permitindo fechar o estudo da morfologia. Os núcleos são hipercromáticos com um padrão de cromatina granular. Em algumas células, as bordas citoplasmáticas estão bem definidas, sugerindo diferenciação escamosa, enquanto em outras o citoplasma é floculado e há uma sugestão de formação acinar. (x 160)

428 Núcleos desnudos. Este campo contém núcleos desnudos, pálidos e grandes. O padrão de cromatina nuclear é ainda granular, mas nucléolos proeminentes estão presentes. (x 160)

429 Núcleos desnudos. Em aumento maior, pode-se ver que os nucléolos são vermelhos. As características histológicas ilustradas sugerem um componente escamoso e um glandular da lesão e a possibilidade de um ou ambos destes serem invasivos, pode não estar excluída, (x 400)

430 NIC III: cone biópsia. O exame dos cortes convencionais do cone biópsia mostrou NIC III com algum envolvimento glandular, mas o epitélio colunar endocervical revestindo as criptas estava normal. (H & E, x 16)

431 NIC III: cone biópsia. Este campo mostra parte do corte em aumento maior. Notar as células celulares que ainda estão presentes na superfície da NIC III. (H & E, x 80)

432 NIC III: cone biópsia. Este corte mostra a transição entre o epitélio colunas normal e NIC III. Além disto, a coloração é positiva para mucina nas células colunares; esta também é vista na superfície do NIC e células isoladas na profundidade do epitélio, mostram coloração azul ou rosa, (PAS – Azul de Alcian, x 80)

433 NIC III (mucina positiva): cone biópsia. As células isoladas coradas para mucina são vistas mais claramente em aumento maior. Notar a concentração na superfície laminal. (PAS – Azul de Alcian, x 160)
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