Hull

Em primeiro lugar e sobretudo um comportamentalista, CLARK LEONARD HULL (1884-1952) alcançou uma posição deveras respeitada na psicologia americana nas décadas de 40 e 50. Talvez nenhum outro psicólogo tenha sido tão sistemática e profundamente dedicado aos problemas inerentes ao método científico. Ele tinha um prodigioso conhecimento da matemática e da lógica formal e o aplicou à teoria psicológica de uma maneira que ninguém fizera antes. Continue lendo

Hollingworth

Além de progredirem no interior da psicologia como profissão e ciência, as psicólogas têm contribuído para o estudo da psicologia das mulheres. Uma pioneira nessa área é LETA STETTER HOLLINGWORTH (1886-1939), doutorada em Columbia no nano de 1916. Na época, ela já publicara obras significativas sobre a psicologia das mulheres. Ela fez amplas pesquisas empíricas sobre a hipótese da variabilidade, a idéia de que, em termos de capacidades físicas e intelectuais, as mulheres constituem um grupo mais homogêneo do que os homens. Como se consideravam os homens um grupo que exibia maior variação, havendo portanto maior probabilidade de que alguns deles exibissem capacidades acima da média e superiores, eles obviamente se beneficiariam de oportunidades educacionais e profissionais diversificadas. As mulheres, consideradas mais semelhantes entre si e mais aglomeradas no nível médio de capacidade, tinham pouca necessidade de ser educadas para qualquer coisa além das tarefas domésticas. Continue lendo

Hartley

DAVID HARTLEY (1705-1757), filho de um ministro religioso, preparava-se para uma carreira eclesiástica, mas voltou-se para a medicina por causa de dificuldades doutrinais. Levou uma vida calma e rotineira como médico e tornou-se filósofo autodidata. Em 1749, publicou Observations on Man, His Frame, His Duty, and His expectations (Observações Sobre o Homem, Sua Constituição, Seu Dever e Suas Expectativas). essa foi sua obra mais importante, considerada por muitos a primeira exposição sistemática da associação. Continue lendo

Griesinger

WILHELM GRIESINGER (1817-1868) foi professor de neurologia e psiquiatria da Universidade de Berlim, lutou para obter o reconhecimento da psiquiatria como especialidade médica, sendo chamado de “o primeiro psiquiatra genuíno”. Promulgou uma orientação orgânica materialista no intuito de fazer a doença ensinada e amplamente lida em seu texto de Patologia e Terapêutica Mental, publicada em 1845. Continue lendo