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E nós que éramos negacionistas?
7 de maio de 2023 | Autor:

As vacinas contra covid feitas com tecnologia farmacêutica de RNAm, que não tem nenhum estudo de farmacogenética e farmacotoxicidade concluídos e publicados estão mostrando claramente seus efeitos adversos e os políticos corruptos, os magistrados corrompidos e os lobistas que corropem os dois anteriores, obrigando-nos a tomar este veneno disfarçado de vacina que está enchendo os bolsos deles com propinas e comissões nos acusando de sermos negacionistas, terraplanistas, pianistas, ciclistas, etc, etc, etc… Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Comente

Após derrubar governos, destruir economias, criar uma legião imensa de desempregados e jogar países na miséria, finalmente encerraram o teatro macabro e fajuto do vírus requentado pela China. Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Comente

A humanidade está servindo de cobaia em ensaios de farmacogenética e de farmacotoxicidade que deveriam ter sido feitos em animais na fase pré-clínica, muito antes de começarem os testes clínicos de fase I, II e III. Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Um Comentário

Este micróbio sempre existiu, mas apenas agora os cientistas o descobriram “oficialmente”, interessante não? Leia mais…

Categoria(s): Bioquímica |  Comente
A derradeira sandice
7 de abril de 2023 | Autor:

No vídeo os especialistas do Canal Rural Business discorrem sobre o tema “bloqueadores de pum para vacas: a nova estratégia britânica!” Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Comente

Gastroenterologistas listam 6 alimentos para abolir do menu ainda hoje. Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Comente

Não sei o porquê dessa polêmica, pois consegui, filmando com um Samsung galaxy S10+, imagem com resolução razoável no zoom digital de 10X da câmera. A dificuldade é segurá-la sem um tripé, que foi o que fiz. Vejam nos últimos segundos que aparece uma imagem até boa da lua. Leia mais…

Categoria(s): Tecnologia |  Comente

Logo as mulheres biológicas (cariótipos “XX”) estarão, novamente, lutando pelo seu espaço e direitos, e não terão como acusar os homens biológicos (cariótipos “XY”) que não são neuróticos histéricos dissociativos (gays) e nem esquizofrênico paranoicos (transgêneros & associados), de machismo, porque serão vítimas da tolerância delas mesmas com gente acometida de perversões sexuais, conforme diagnostica Lawrence Kolb, um dos mais importantes psiquiatras Norte americanos (KOLB, 1986). Leia mais…

Categoria(s): Saúde mental |  Comente

Essa é a pergunta de um “blogueiro” do jornal Estadão, mas a resposta é bem simples. Porque este pandemônio de vírus requentado pela China foi uma farsa para derrubar governos e destruir economias, simples assim. Leia mais…

Categoria(s): Saúde |  Comente

Quando editei minhas primeiras paginas ainda não existia a web 2.0. Estávamos na web 1.0 ou web primitiva na qual não existia interação entre pessoas e sistemas ou páginas.

Era o tempo do HTML estático. Não existia, ainda, linguagens dinâmicas como java, php, asp e o javascript (não confunda com o java, que é uma linguagem propriamente dita) ainda engatinhava.

O tempo passou e surgiram as linguagens dinâmicas e com elas nasceram os CMSs (Contents Manangers Systems – ou Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo) baseados nestas linguagens dinâmicas.

O pioneiro dos CMSs foi o PHP-Nuke, baseado na linguagem livre PHP e possibilitava a criação de conteúdo interativo como chats, enquetes, fóruns e outros recursos que permitiam às pessoas interagirem com a rede. Depois surgiram o Jomla, o Drupal, e diversos outros, destinados ao mesmo fim do PHP-Nuke.

Recentemente surgiram o Moodle, destinado ao gerenciamento de conteúdos educacionais e, por último, surgiram os gerenciadores de blogs, como o Blogger e o provedor WordPress comercial. O WordPress CMS original não é novo. Surgiu em 2003 por Matt Mullenweg, estudante da Houston University, começou a se popularizar a partir de 2008.

Desde o início, em 1998, eu produzia meu conteúdo em HTML estático. Comecei fazendo “no braço” ou “na unha”, como dizem os programadores “raíz”. Depois passei a usar o Word 97 do Office 97 Pro e em 2000, passei para o Front Page 2000 e por último utilizei os editores Coffie Cup e DreamWeaver CS3.

Com o tempo os editores de HTML ficaram obsoletos e os CMSs (content Manager Systems) ficaram mais práticos e comecei a testá-los. Comecei pelo PHP-Nuke, o primeiro deles que hoje não existe mais. Depois tentei o Drupal e o Jomla e acabei no WordPress, o mais simples e estável, mas com o advento da era mobile, à qual, devido aos dispositivos, plataformas e paradigmas podemos chamar de Web 3.0, os gerenciadores de conteúdo mostraram seu primeiro e maior inconveniente: o peso para abrir páginas. Por peso para abrir páginas entenda-se a demora em entregar o conteúdo na tela do dispositivo e o consumo de dados.

Nos planos de banda larga móveis (Internet móvel) paga-se por quilobaite (KB) baixado e os gerenciadores de conteúdo consomem muitos KBs para mostrar uma página.

E por que isso acontece?
Os CMSs armazenam o conteúdo de suas páginas em tabelas de bancos de dados como o PostgreSQL (livre), o M$-SQL (propriedade da Micro$oft), o MySQL (licença GPL, mas propriedade da Oracle), o MariaDB (fork do MySQL e de licença livre) e ao receber uma solicitação, ou seja, um clique em algum atalho (link), o gerenciador tem que percorrer todas as tabelas do banco de dados, encontrar o conteúdo solicitado, organizar, formatar e entregar à tela do dispositivo, mas isso demora, além de consumir banda. Com o aumento no número de páginas publicadas as tabelas de conteúdos (posts) aumentam de tamanho, demandando mais esforço do gerenciador na sua leitura e, consequentemente, aumento no tempo e no consumo.

Qual a saída?
A melhor saída para este problema é o retorno ao velho e bom HTML estático ou manter uma versão em HTML estático (aqui) mas ele tem um problema sério: para criar páginas neste formato é necessário ou conhecer a linguagem HTML ou então utilizar um editor web. Existem diversos editores web. O mais famoso (e caro) é o DreamWeaver, sendo o mais completo em termos de recursos, mas seu preço é proibitivo (US$1.500,00 dólares). É possível fazer paginas HTML usando o MS-Word e também o LibreOffice ou ainda, os excelentes Bluefishe Bluegriffon, que são editores livres, desenvolvidos originalmente para Linux, mas que tem versões para o M$-Windows.

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