Para senadores, matéria da “Economist” não leva em conta problemas do parlamento inglês

Os problemas do parlamento inglês, citados pelos senadores (patifes) não interessam aos brasileiros e não devem ser usados como tentativa de desacreditar a matéria da revista inglesa. Como disse a “nobre” senadora Ideli Salvati, em certa ocasião, “é batom na cueca, não tem explicação”, ou seja, não adianta espernear, tentar escapar através de comparações com os parlamentos do mundo à fora. O que interessa ao Brasil é acabar com a PATIFARIA, a BANDALHEIRA, a PUTARIA, a ROBALHEIRA, o NEPOTISMO e outras práticas perversas dos parlamentares brasileiros, pouco importando como é ou o que fazem os parlamentares ingleses. O melhor para o Brasil e para seu povo é cabar com esta chaga denominada congresso nacional, que se auto-intitula “Casa dos Representantes do Povo”, mas que não passa de um templo de vigarisse e de uma confraria de estelionatários. Leia o “jus sperneandi” (direito de espernear) dos congressistas brasileiros aqui

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Que bonito…

Revista britânica The Economist chama Senado de “casa de horrores”. O Brasil não é uma superpotência porque tem o povo mais ordinário e idiota do mundo, bem como os políticos mais salafrários que possam existir em todo o universo. Para que servem Senado e Câmara Federal? Apenas para nos envergonhar e torrar o dinheiro dos contribuintes. Continue lendo

Senado anuncia cortes em diretorias e pretende reduzir gastos em 40%

A única maneira de acabar com a bandalheira reinante é CORTAR o senado e ACABAR com o Congresso Nacional. Se a sociedade nomear uma junta de juristas competentes, PATRIOTAS e HONESTOS, todas as leis necessárias ao país sairão muito melhores do que as leis feitas pelos pseudo-representantes do povo. ABAIXO O CONGRESSO! Viva a honestidade, a seriedade e a transparência com o dinheiro público. Leia aqui

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Uso excessivo de remédios é a “peste bubônica” do nosso século, diz toxicologista

O excesso de intoxicações é decorrente do excesso de prescrições de fármacos, e quem os prescreve são os médicos. Os farmacêuticos quando são consultados pelos usuários, procuram orientá-los e demove-los do uso indevido. Agora já estão tentando restringir a venda de antibióticos e anti-inflamatórios apenas com precriçao médica. O problema é que esta intenção baseia-se em uma mentira: “que só o médico sabe o que o doente deve tomar e que o remédio receitado pelo médico não faz mal”. O efeito de um fármaco é inerente e depende apenas, e unicamente, do seu mecanismo de ação e não da vontade de quem quer que seja. Nem Deus é capaz de regular a ação de um fármaco. A mentira está ligada à cultura medíocre do povo e às práticas corporativistas de reserva de mercado dos médicos, em detrimento da saúde da população, cerceando o exercício profissional do farmacêutico que é, por definiação legal, o único profissional do medicamento. Não é o médico o profissional do medicamento. Está na lei 85878/81. Outra coisa que eu também quero ver é se este médico, que se diz toxicologista, tem coragem de assinar um laudo toxicológico de medicamentos. Também é ato privativo de farmacêuticos e também está na mesma lei 85878/81.  Qualquer um pode ser professor de toxicologia, bastando apenas decorar os textos dos bons livros de toxicologia e ditá-los aos alunos.  Leia a notícia aqui

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