Vagina

Um caso de adenose vaginal benigna é ilustrado em 108 a 112. Aquela paciente não havia sido exposta ao DES intra-útero, assim, foi este um exemplo de adenose vaginal congênita. Casos de adenocarcinoma desenvolvidos em meninas expostas ao DES têm sido mais raros neste país (Inglaterra) do que nos EUA, mas aqui apresentado foi um deles (Buckley et al., 1982). A paciente tinha sido exposta ao DES no primeiro trimestre da gestação de sua mãe. Ela teve uma menarca precoce mas por outro lado esteve bem até começar a usar contraceptivos orais com 16 anos. Aos 17 anos de idade ela apresentou-se com sangra-mento pós-coito, e um tumor foi achado ao exame clínico. Continue lendo

Método de blocos celulares

Como mostrado anteriormente, muito do material coletado da cavidade endometrial é na forma de fragmentos de tecidos ou microbiópsias. Quando concentrados dentro de um bloco celular e processados histologicamente, cortes são semelhantes aos da curetagem endometrial. Esta tem a vantagem de mostrar o padrão tecidual, mas morfologia celular individual pode ser desapercebida, Como o bloco consiste de múltiplos fragmentos com uma variedade de aspectos histológicos, é essencial fazer cortes seriados do bloco, examinando cada parte corte.

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Citologia dos aspirados endometriais

As dificuldades no diagnostico de lesões endometriais através de células presentes no material cervicovaginal têm sido ilustradas. Espera-se que o resultado seja mais seguro com material bem preservado, aspirado diretamente da cavidade uterina. Excelentes resultados têm sido obtidos por alguns (Morse et al., 1982; Skaarland, 1986), mas a interpretação é ainda difícil e além da perícia citológica, destreza considerável é necessária na coleta do aspirado. Continue lendo

Carcinoma adenoescamoso e adenocantoma do endométrio

Não é excepcional ter alterações escamóides benignas em um adenocarcinoma do endométrio, e esta condição é chamada adenocantoma, Mais raramente o componente escamoso é também maligno e a lesão é então um carcinoma adenoescamoso. A distinção é importante por causa do prognóstico menos favorável no caso de carcinoma adenoescamoso. O diagnóstico é normalmente feito histologicamente, embora a probabilidade de um componente escamoso possa ser predita pela presença de células escamosas anormais no esfregaço. Contudo não é normalmente possível decidir se tais células escamosas são benignas ou malignas. Casos 6 e 7 ilustram este fato. Continue lendo

Semelhanças entre células endometriais malignas e reativas

Estes exemplos aos pares demonstram a dificuldade era estabelecer o grau de anormalidade esperada pelo aspecto de células endometriais atípicas como as vistas no esfregaço cervicovaginal. Há de ser Lembrado que as células vieram da cavidade uterina, no fluido menstrual ou seroso, e algum grau de degeneração seria esperado. Em cada um destes pares o exemplo de adenocarcinoma é apresentado primeiro. Em todos estes casos a curetagem foi essencial para estabelecer o diagnostico.

Par 1

271 Adenocarcinoma (cortesia Dr. J. K. Frost, John Hopkins Hospital). (x 280)

272 Reação ao DIU. Este fragmento de tecido mostra vacuolização citoplasmática e estão presentes os nucléolos proeminentes. Contudo, não existe nenhuma irregularidade da cromatina nuclear. (x 250)

Par 2

273 Adenocarcinoma. Os núcleos neste grupo de células não sôo mais que discarióticos, mas adenocarcinoma de endométrio foi descoberto na curetagem. (x 250)

274 Pólipo endometrial infectado. Esta fotografia demonstra a necessária prudência quando a degeneração nuclear está presente. Necrose coagulativa faz o padrão de cromatina nuclear coagulativa faz o padrão de cromatina nuclear parecer mais anormal do que as células em 273. Esta mulher tinha um pó1ipo endometrial que apareceu através do orifício externo. Nenhuma evidência de malignidade foi achada. (x 250)

Par 3

275 Adenocarcinoma. Os núcleos neste fragmento mostram um padrão de cromatina irregular assim também como vacuolização do citoplasma, polimorfos nos vacúolos. (x 250)

276 Hiperplasia cística do endométrio. Curetagem mostrou somente hiperplasia cística nesta mulher, mas será visto que a anormalidade nuclear é tão acentuada quanto aquela vista em 275. (x 250)

Par 4

277 Adenocarcinoma. Este é um outro exemplo de presença de núcleos discarióticos nas células as quais formam um Rícino vacuolado. Na paciente foi mais tarde diagnosticado por curetagem um adenocarcinoma do endométrio. (x 250)

278 Hiperplasia atípica do endométrio. Comparação com este campo mostra anormalidade nuclear muito semelhante. A comparação da morfologia celular entre carcinoma bem diferenciado e hiperplasia atípica é menos surpreendente, pois estes podem ser difíceis distinguir no corte histológico da curetagem. X (250)

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