A Agência Europeia de Medicamentos anunciou nesta segunda-feira, 25, a proibição da venda na Europa da sibutramina, um dos medicamentos mais vendidos no mundo para emagrecer. Segundo o órgão, o uso do remédio aumenta consideravelmente o risco do paciente sofrer derrame e enfarte. Continue lendo
MIT desliga partes do cérebro usando luz
Pesquisador do Massachusetts Institute of Technology desenvolve maneira de “ligar” e “desligar” partes do cérebro usando luz. Continue lendo
Venezuela vai fiscalizar meios de comunicação a cada quatro meses
Após beber água benta, 117 são hospitalizados na Rússia
Estrada da Graciosa – 24 de janeiro de 2010
Advogado Terminando um Namoro
Prezada Otaviana de Albuquerque Pereira Lima da Silva e Souza, Continue lendo
Vírus da dengue pode levar a transtornos neurológicos
Durante a epidemia de dengue de 2002, muitos pacientes não diagnosticados com a doença deram entrada nos hospitais da rede pública com quadros neurológicos. Segundo a neurologista Marzia Puccioni-Sohler, não se tratava de coincidência. Como mostrou na pesquisa que coordena na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a presença do vírus da dengue pode desencadear doenças neurológicas, como a encefalite, a meningite, ou a síndrome de Guillain-Barrè. Para confirmar e também compreender melhor a associação entre a infecção pelo vírus da dengue e as manifestações neurológicas, o estudo pesquisou a produção de anticorpos contra o vírus no sistema nervoso. Essa confirmação não apenas facilita o diagnóstico precoce das doenças associadas à dengue, como permite que se trace um tratamento mais eficaz. Continue lendo
Maquiagem de chumbo dos antigos egípcios combatia infecções, dizem cientistas
No antigo Egito, acreditava-se que a elaborada maquiagem dos olhos usada pela rainha Nefertiti e outras mulheres tivesse poderes de cura, invocando a proteção dos deuses Hórus e Ra, além de evitar doenças. Continue lendo
Será o fim do Windows?
Se a Microsoft não fizer algo, as pessoas usarão Linux. Continue lendo
Estudo que questiona eficácia de antidepressivo deve ser visto com cautela
Os psiquiatras são contrários ao resultado desse estudo por motivos óbvios, mas ele mostra apenas o que a farmacologia comprova. O efeito de qualquer fármaco depende unicamente do seu mecanismo de ação e não da vontado de quem quer que seja e ainda, é como um equipamento elétrico, nesse caso a depressão, que se liga na tomada, aqui representada pelos antidepressivos e quando se desliga da tomada, o equipamento para de funcionar. Óbio, não? Quando se para de usar o antidepressivo a depressão voltará, pois todo e qualquer fármaco age sobre um receptor, sendo como eletricidade de uma tomada. Quando se corta a corrente elétrica, corta-se o efeito. Os médicos ainda estão na idade média, achando que tem poderes mágicos e divinos sobre o organismo e o pior é que a imensa maioria da população leiga acredita nisso e pensa que os médicos são deuses. Leia a notícia completa aqui
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