Inibidores da bomba de prótons e risco de fraturas ósseas

Uma revisão de sete estudos epidemiológicos revelou possibilidade de risco aumentado de fraturas no quadril, punho e coluna com o uso de inibidores da bomba de prótons. Seis dos sete estudos analisados revelaram que os pacientes que usaram IBP apresentaram risco aumentado de fraturas, principalmente quando o medicamento foi utilizado em doses altas ou por períodos superiores a um ano. A maioria dos estudos envolveu pacientes acima dos 50 anos e o risco aumentado de fraturas foi observado principalmente neste grupo etário. Continue lendo

Estudo mostra que bisfenol, usado em recipientes de comida, afeta a fertilidade masculina

Isso já é sabido há muito tempo, só não divulgaram antes devido aos interesses das indústrias. Desde o início desta década, mais precisamente, desde o ano 2000, já aparecem estudos toxicológicos evidenciando o efeito tóxico dos materiais usados na fabricação de recipeintes sobre o aparelho reprodutor, especialmente sobre a próstata. Continue lendo

Governo da Rússia decide desenvolver sua própria alternativa ao Windows

E o Brasil? Como fica? O atual governo fez muito na promoção do software livre como política governamental, mas é preciso fazer muito mais, estimulando as universidades e os órgãos de informática do governo a desenvolverem sistemas abertos e, ainda, fomentar a adoção do software livre pelas empresas privadas. Continue lendo

Anvisa publica novas regras para controlar venda de antibióticos

controle_antibioticos1Esta medida não funcionará, pois os culpados pela resistência bacteriana são os médicos que, corrompidos pela indústria farmacêutica que lhes paga desde mobiliários para consultórios, até cruzeiros marítimos para que prescrevam seus novos e caros antibióticos, continuarão com o bloco de receituário nas mãos prescrevendo tudo o que a indústria mandar. A única maneira de resolver o problema é passar a prescrição sob a responsabilidade do farmacêutico, deixando ao médico apenas o diagnóstico. Os farmacêuticos são pouco influenciados pela indústria, pois a conhecem bem e não se “comovem” com seus apelos sedutores e corruptores. Outro fator a se pensar é que existem centenas e até milhares de cidades brasileiras que não tem médico, mas tem uma farmácia, e como ficará a situração do povo destas localidades se não puderem contar com os antibióticos passíveis de serem prescritos pelos farmacêuticos? Continue lendo

Ministro da Saúde diz que superbactéria está restrita a hospitais

O micro-organismo patogênico que estão chamando de superbactéria KPC na verdade é uma bactéria já conhecida há muito tempo, chamada Klebisiella sp. e que sofreu uma mutação genética, condicionada pelo uso indiscriminado de antibióticos, passando a expressar (ou produzer) uma enzima, que é a KPC, que  degrada antibióticos carbopenêmicos, sendo estes os únicos que ainda tinham algum espectro de ação contra elas. Continue lendo