O delírio tecnológico chamado inteligência artificial

Urge revisar a psicopatologia e criar um CID (código internacional de doenças) dentro da classe “F”, subclasse “20”, das esquizofrenias, para delírio tecnológico ou tecnodelírio.

O que tem de gente delirando com a tão badalada inteligência artificial, que de inteligência não tem nada, não passando de um amontoado de códigos binários iguaizinhos aos utilizados em qualquer outro programa de computação de dados.

A técnica infalível para acabar com “ataques histéricos ou paranoico-delitante” de inteligências artificiais é tirar a máquina da tomada de energia elétrica. Sem eletricidade não tem máquina. 

Os sistemas de IA podem ‘se voltar contra os humanos’, alerta o pioneiro da tecnologia Yoshua Bengio

O pior de tudo é ver gente que se diz especialista e inventor da IA passando vergonha o crédito, no débito, no carnê, no boleto, no PIX…

Até parece um certo presideMEnte e sua primeira dESGRama, casal marginal de uma republiqueta bananeira latRino-americana que se orgulha em demonstrar ao mundo e ao universo sua estratosférica ignorância.

Da mesma forma que o 5G e o carro elétrico, a inteligência artificial logo se transformar em decpeção.

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Janja ataca Elon Musk e passa vergonha, como sempre

A mulherzinha mais ridícula idiota, tapada, desclassificada, descerebrada, golpista do bau do século XXI que sonha em ser a próxima Dilmanta Mandiocasseff, a Muié sapiens, devota da mandioca e estocadora de vento, às custas dos contribuinte que não toleram mais trabalhar, pagar impostos e sustentar vagabundos e enriquecer corruptos.

A primeira dESGRama e o lularápio sem merecem. São dois picaretas gastrocéfalos com inteligência de ameba comatosa mensurável com um simples exames de fezes.

O psicopata togado sua Xandidade D. Xande I, o imperador esquizo-delirante paranoico de Xandaquistão devia estar trancafiado em isolamento de manicômio judiciário e não na mais alta corte de justiça sustentado pelos contribuintes que ele cospe na cara.

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Haja delírio tecnológico: “modelo de IA promete acabar com as turbulências em voos”

Haja delírio. Inteligência artificial na aviação é coisa velha e já causou muito acidente.

O primeiro avião com o sistema “fly by wire”, uma inteligência artificial criada em 1988 para substituir os comandos dos pilotos por “instruções inteligentes” e evitar desastres, o Airbus A320, que estava realizando uma apresentação de lançamento, sobrevoando o aeroporto de Habsheim, se acidenteu por um erro da IA, que não entendeu os planos do piloto Michel Asseline, e jogou o avião no chão, no meio de uma floresta.

Recentemente a Boeing teve problemas com seu sistema inteligente de aviônica que resultou em diversas tragédias com seu modelo 737-Max, custando centenas de vidas.

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