Caso 2: NIC II

404 Células discarióticas indiferenciadas. O esfregaço cervical desta paciente mostrou um número de lâminas e grupos de células discarióticas indiferenciadas. Neste campo o padrão de cromatina nuclear é granular e as poucas células isoladas contêm nucléolos vermelhos. (x 160)

405 Células discarióticas indiferenciadas. Em outro lugar no mesmo esfregaço foi encontrado este fragmento de tecido que apresenta alguns núcleos fusiformes. (x 160)

406 Células colunares discarióticas. As células neste grupo têm núcleos pálidos mas nucléolos vermelhos proeminentes. (x 160)

407 NIC II: biópsia colposcópica. Biópsia colposcópica mostrou somente NIC II. (H & E, x 80)

408 NIC II: biópsia colposcópica. Em aumento maior, núcleos hipercromáticos semelhantes àqueles vistos nos esfregaços estão presentes, mas estes apresentam diferenciação citoplasmática maior. Notar que nucléolos estão presentes em algumas células. Em vista do grau de anormalidade no esfregaço o relatório da biópsia foi inespecífico. A discrepância poderia resultar da falha em biopsiar a área mais anormal, mas neste caso, três esfregaços feitos durante os anos seguintes foram todos negativos. Regressão seguindo à biópsia tem sido relatado e isto pode acontecer porque a biópsia pode remover a totalidade da área anormal, ou então, o trauma da biópsia estimula uma resposta imunológica (Annstrong et al., 1984). (H& E, x 160)

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Caso 1: NIC III com alterações virais

401 Células queratinizadas e discarióticas. Células discarióticas escamosas bem diferenciadas estão presentes junto com células colunares discarióticas. Alguma queratinização e vista. (x 160)

402 Células discarióticas indiferenciadas. Em outro lugar do esfregaço, grupo de células pobremente diferenciadas é encontrado e têm citoplasma pobremente definido. Notar áreas irregulares de clareamento em alguns núcleos e a presença de nucléolos. Este esfregaço foi descrito como indicando pelo menos NIC III, com algumas características causando suspeita de invasão. (x 160)

403 NIC III com alterações virais: cone biópsia. Cortes do cone biópsia mostraram apenas NIC III. Notar as alterações semelhantes a herpes no núcleo descamado basal. Há também uma forte infiltração de células inflamatórias no estroma, com algumas células invadindo a camada epitelial. Queratinização de células isoladas também está presente. (H & E, x 80)

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Caso 8: Perda do epitélio

399 Discariose severa. Este caso foi incluído para atrair atenção para a necessidade do manuseio cuidadoso do tecido, tanto no campo cirúrgico como no laboratório. Estas células pobremente diferenciadas mostram uma sugestão de clareamento no padrão de cromatina nuclear e estão presentes nucléolos proeminentes. O esfregaço foi descrito como apresentando características causando suspeita de uma lesão invasiva. (x 125)

400 Perda do epitélio: cone biópsia. Cortes de todos os blocos feitos do cone biópsia mostraram completa perda do epitélio de cobertura, como visto neste campo. Este é um exemplo extremo, mas quando a citologia severamente anormal for descrita é importante que o relatório histológico inclua um comentário de alguma perda do epitélio superficial, particularmente quando o relatório histológico não mantém os achados citológicos. (H & E, x 37,5)

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Caso 7: NIC III – Perdido na primeira biópsia

393 Células levemente discarióticas. Este esfregaço foi originariamente referido como apresentando alterações inflamatórias somente, mas na revisão foram achadas células levemente discarióticas e multinucleadas como ilustrado neste campo. (x 80)

394 Células discarióticas de colocação pálida. Em outro lugar do esfregaço foram achadas células as quais estavam palidamente coradas mas, tinham um padrão de cromatina nuclear granular (ver 172). (x 160)

395 NIC de grau incerto (perda do 1º exame): biópsia colposcópica. Esta biópsia colposcópica foi originariamente referida como contendo somente epitélio escamoso normal. Revisão mostrou a presença de fragmento de NIC ilustrado neste campo. (x 160)

396 Células discarióticas. O seguimento foi continuado por causa da persistência da anormalidade colposcópica e um esfregaço cervical feito seis meses após a primeira biópsia foi referido como contendo células levemente discarióticas junto com alterações inflamatórias e degeneração celular. Estas células são vistas neste campo. (x 160)

397 .Lâmina densa de células discarióticas. Em outro lugar do mesmo esfregaço, uma lâmina densa de células foi achada na revisão (ver 382). Esta ilustração mostra a periferia de uma placa na qual a morfologia celular pode ser reconhecida e as células vistas como sendo levemente discarióticas. (x 160)

398 NIC III: segunda biópsia colposcópica. A segunda biópsia foi descrita como apresentando NIC III. Como a mulher também tinha um prolapso uterino, o tratamento foi por histerectomia vaginal. Cortes da cérvix foram relatados como mostrando focos de NIC III com infecção por HPV. (H & E, x 160)

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Caso 6: Hiperplasia de célula basal

391 Lâmina densa de células. Esta paciente também tinha uma anormalidade colposcópica. O esfregaço cervical foi descrito como negativo e na revisão a única anormalidade possível foi a densa lâmina de células vistas neste campo. (x 80)

392 Células basais hiperplásicas: biópsia colposcópica. Este corte foi originariamente relatado como NIC I mas na revisão foi estabelecido que não havia mais que hiperplasia de células basais. Notar a queratinização da superfície a qual justificaria a anormalidade colposcópica. Esfregaços adicionais continuaram a ser negativos. (H & E, x 80)

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Caso 5: NIC I/II esfregaço insatisfatório

386 Citólise. Este é outro exemplo de uma mulher que teve uma série de esfregaços insatisfatórios. O campo ilustrado é do segundo esfregaço e mostra citólise acentuada. (x 80)

387 Células discarióticas degeneradas. Este campo foi tirado de um terceiro esfregaço, o qual foi descrito como negativo. Contudo, na revisão mostrou coloração pobre, com degeneração celular e com um número de grupos de núcleos desnudos hipercromáticos, degenerados como visto neste quadro. (x 160)

388 Células queratinizadas degeneradas. Outras células no esfregaço com degeneração nuclear mostraram queratinização. (x 160)

389 Células colunares discarióticas degeneradas. Embora não seja possível o diagnóstico preciso quando há degeneração celular, a presença de células do tipo ilustrado aqui em nos campos observados (em 387 e 388), faz-se mister um seguimento adicional. (x 160)

390 NIC I/II com queratinização: biópsia colposcópica. A biópsia foi descrita como NIC I/II. Notar a queratinização na superfície. (H & E, x 40)

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Caso 4: NIC (grau incerto) com infecção por HPV

381 Células queratinizadas. A presença de células queratinizadas foi notada no relatório inicial. Este campo mostra uma das inúmeras laminas queratinizadas as quais estavam presentes. (x 40)

382 Lâmina densa de células. Este é um exemplo de uma densa placa de células (ver a introdução desta sessão). (x 80)

383 Células queratinizadas degeneradas. Em um outro campo deste esfregaço cervical há células queratinizadas com núcleos granulares degenerados. (x 160)

384 NIC (grau incerto): biópsia colposcópica. A biópsia colposcópica incluiu um foco de epitélio anormal. Como o tecido é cortado tangencialmente, este poderia ser não mais que célula basal hiperplásica mas poderia também ser NIC de grau incerto. Notar a pérola epitelial presente e os coilócitos. (H &E, x 40)

385 NIC (grau incerto): biópsia colposcópica. Em aumento maior os núcleos discarióticos neste tecido podem ser reconhecidos. Tratamento por laser. (H & E, x 80)

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Caso 3: NIC I/II – Esfregados infectados

378 Células metaplásicas. Este esfregaço infectado obscureceu o diagnostico. A mulher foi acompanhada em intervalos de 6 meses por causa de sua anormalidade colposcópica. Este campo foi feito de um segundo esfregaço e mostra uma lâmina de células metaplásicas com núcleos borrados. As alterações não fazem chegar à discariose. (x 160)

379 Células degeneradas. Este campo foi tirado do terceiro esfregaço e ele contém um fragmento denso o qual consiste de células degeneradas com núcleos hipercromáticos os quais são difíceis de avaliar. (x 160)

380 NIC I/II: biópsia colposcópica. Esta pequena biópsia mostra células de reserva atípicas profundas do epitélio colunas. O diagnóstico original foi NIC III mas este foi alterado para NIC I/II na revisão. A paciente recebeu um tratamento a laser. (H & E, x 80)

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Caso 2: NIC III- Esfregaço insatisfatório

375 Células parabasais discarióticas. O primeiro esfregaço tirado desta paciente era escasso e de pouca confiança. Este é um campo do 2º esfregaço que foi apontado como contendo ocasionalmente células discarióticas. Uma única célula parabasal discariótica é vista neste campo, e mesmo quando somente poucas destas células são achadas é provável a presença de pelo menos NIC III. (x 160)

376 Células discarióticas. Na revisão, estas células discarióticas moderadas para severas foram achadas. (x 160)

377 NIC III com coilocitose: cone biópsia. A biópsia colposcópica mostrou características causando suspeita de microinvasão, assim a paciente foi mais bem tratada por cone biópsia que laser. Cortes do cone biópsia mostram NIC III mas sem evidência de invasão. Notar os coilócitos nas camadas superficiais. E interessante que estas não esfoliaram para apresentarem-se no esfregaço cervical. (H & E, x 40)

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Caso 1: NIC III – Perdido no primeiro esfregaço

369 Células discarióticas indiferenciadas. Este esfregaço infectado foi tirado de uma mulher que tinha tido um esfregaço negativo anterior, a menos que um ano. Um número de agrupamentos de células discarióticas indiferenciadas estavam presentes e uma é vista neste campo; esta poderia ser de origem escamosa ou glandular. (x 80)

370 Células discarióticas indiferenciadas. Em um outro agrupamento em aumento maior, núcleos mostram um padrão de cromatina granular e alguns núcleos são de forma fusiforme. (x 160)

371 Células discarióticas perdidas. O esfregaço negativo foi revisto e, no aumento usual do exame, um padrão celular maturo foi visto com grupos ocasionais de pequenas células com núcleo hipercromático. (x 40)

372 Células discarióticas perdidas. Embora preferivelmente pálidos, num aumento maior, grupo semelhante de células podem ser reconhecidas como severamente discarióticas. (x 160)

373 Núcleos desnudos grandes e pálidos. Em outro lugar do esfregaço coleções de núcleos desnudos, grandes e pálidos foram achados. Estes podem ter implicações sinistras e incitariam o observador a examinar mais cuidadosamente ou requerer uma repetição do esfregaço para uma avaliação adicional. (X 80)

374 Células colunares discarióticas. Este fragmento de tecido de células colunares endocervicais com “células de reserva” subjacentes pode também ter causado suspeita de anormalidade. O cone biópsia confirmou a presença de NIC III. (x 160)

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