Hábitos alimentares determinam muito mais do que a saúde do feto. Isso é cúmulo do absurdo. Chutaram a embriologia, a genética, a bioquímica, a fisiologia, a citologia, e todas as ciências relacionadas para o alto com uma afirmação burra, idiota e absurda destas. O ideal é prender o idiota que escreveu e/ou fez a tal pesquisa, que não é digna nem do prêmio Ig Nóbel, e trancafiar em um manicômio, ad eternum. O interessante é que na publicação original não aparece o nome do(s) autor(es). Confira aqui o original. Continue lendo
Proteína de Bence-Jones
Proteína de Bence-Jones é uma cadeia leve de imunoglobulinas policlonais sintetizada por um clone de plasmócito normalmente maligno, das seguintes formas: 1-produção de cadeias leves apenas, ou 2-síntese anômala que leva à produção e secreção de moléculas intactas de imunoglobulinas e excesso de cadeias leves. Continue lendo
Fármacos falsificados
Na hora de comprar medicamentos, o que fazer para se proteger de falsificações?
NUNCA COMPRE MEDICAMENTOS EM FEIRAS E CAMELÔS. Muita atenção com promoções e liquidações: preços muito baixos podem indicar que o medicamento tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade ou até mesmo pode ser produto roubado.
EXIJA SEMPRE A NOTA FISCAL da farmácia ou drogaria. Nela deve constar o nome do medicamento, o número do lote.
SE O MEDICAMENTO FALHAR, PROCURE IMEDIATAMENTE SEU FARMACÊUTICO OU SEU MÉDICO. Se o medicamento que sempre foi eficaz deixar de fazer efeito de repente ou se a pessoa que está usando o medicamento piorar, recorra ao médico. Ele vai corrigir o tratamento da doença e pode mandar o medicamento suspeito para ser testado pela Vigilância Sanitária.
Na hora da compra, VERIFIQUE SEMPRE na embalagem do medicamento:
- Se consta a data de validade do produto
- Se o nome do produto está bem impresso e pode ser lido facilmente
- Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada.
- Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia. O registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo estado em que a fábrica do medicamento está instalada.


- Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.

- Se o número do lote impresso na parte de fora da caixa é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna
SE VOCÊ COSTUMA TOMAR UM MEDICAMENTO e já o conhece bem, ao comprar uma nova caixa não deixe de verificar:
- Se a embalagem que você está acostumado a ver mudou de cor, de formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado;
- Se o sabor, a cor ou a forma do produto mudou.
PEÇA AJUDA AO FARMACÊUTICO RESPONSÁVEL pela farmácia ou drogaria para identificar os itens acima. É possível que você tenha dificuldades porque a posição da informações (validade, lote, etc.) na embalagem varia de um produto para outro: às vezes na tampa, às vezes no fundo ou na lateral das caixas. Verifique se o profissional que está lhe atendendo é o FARMACÊUTICO. O nome dele deve estar escrito em uma placa, pregada em local visível na farmácia ou drogaria. Este profissional deve identificar-se.
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Marcadores na hepatite B
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Hipertensão arterial
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Frutosamina
Frutosamina é o nome genérico dado a todas as proteínas glicosiladas, das quais a maior parcela é devida a albumina, que se constitui na maior massa proteica plasmática depois da hemoglobina. Continue lendo
Deficiência de lactase
É um tipo de deficiência de dissacaridases das diversas existentes, sendo a deficiência da lactase a mais comum. Continue lendo
Pessoas infelizes assistem mais TV, diz estudo
Um estudo feito por sociólogos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televisão, enquanto pessoas que se consideram felizes lêem mais e têm vida social mais ativa. Continue lendo
Cartilha dos usuários de farmácias
O FARMACÊUTICO
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Pirataria de software no país resiste, mas é a menor da A.Latina
Espero que não estejam contabilizando as cópias de software livre como pirataria neste relatório, pois software livre dá prejuízo à indústria de software na medida em que os usuários se libertam da escravidão da licença de uso que, obviamente, custa dinheiro (e muito). Tempos atrás saiu uma reportagem na Folha de São Paulo, publicada pela Associação Brasileira da Indústria de Sofware, dizendo que o prejuízo (para eles, lucro para os usuários) com software livre girava na casa dos R$1,6 bilhões, números muito parecidos com os publicados agora. Continue lendo