Caso 4: NIC (grau incerto) com infecção por HPV

381 Células queratinizadas. A presença de células queratinizadas foi notada no relatório inicial. Este campo mostra uma das inúmeras laminas queratinizadas as quais estavam presentes. (x 40)

382 Lâmina densa de células. Este é um exemplo de uma densa placa de células (ver a introdução desta sessão). (x 80)

383 Células queratinizadas degeneradas. Em um outro campo deste esfregaço cervical há células queratinizadas com núcleos granulares degenerados. (x 160)

384 NIC (grau incerto): biópsia colposcópica. A biópsia colposcópica incluiu um foco de epitélio anormal. Como o tecido é cortado tangencialmente, este poderia ser não mais que célula basal hiperplásica mas poderia também ser NIC de grau incerto. Notar a pérola epitelial presente e os coilócitos. (H &E, x 40)

385 NIC (grau incerto): biópsia colposcópica. Em aumento maior os núcleos discarióticos neste tecido podem ser reconhecidos. Tratamento por laser. (H & E, x 80)

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Caso 3: NIC I/II – Esfregados infectados

378 Células metaplásicas. Este esfregaço infectado obscureceu o diagnostico. A mulher foi acompanhada em intervalos de 6 meses por causa de sua anormalidade colposcópica. Este campo foi feito de um segundo esfregaço e mostra uma lâmina de células metaplásicas com núcleos borrados. As alterações não fazem chegar à discariose. (x 160)

379 Células degeneradas. Este campo foi tirado do terceiro esfregaço e ele contém um fragmento denso o qual consiste de células degeneradas com núcleos hipercromáticos os quais são difíceis de avaliar. (x 160)

380 NIC I/II: biópsia colposcópica. Esta pequena biópsia mostra células de reserva atípicas profundas do epitélio colunas. O diagnóstico original foi NIC III mas este foi alterado para NIC I/II na revisão. A paciente recebeu um tratamento a laser. (H & E, x 80)

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Caso 2: NIC III- Esfregaço insatisfatório

375 Células parabasais discarióticas. O primeiro esfregaço tirado desta paciente era escasso e de pouca confiança. Este é um campo do 2º esfregaço que foi apontado como contendo ocasionalmente células discarióticas. Uma única célula parabasal discariótica é vista neste campo, e mesmo quando somente poucas destas células são achadas é provável a presença de pelo menos NIC III. (x 160)

376 Células discarióticas. Na revisão, estas células discarióticas moderadas para severas foram achadas. (x 160)

377 NIC III com coilocitose: cone biópsia. A biópsia colposcópica mostrou características causando suspeita de microinvasão, assim a paciente foi mais bem tratada por cone biópsia que laser. Cortes do cone biópsia mostram NIC III mas sem evidência de invasão. Notar os coilócitos nas camadas superficiais. E interessante que estas não esfoliaram para apresentarem-se no esfregaço cervical. (H & E, x 40)

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Caso 1: NIC III – Perdido no primeiro esfregaço

369 Células discarióticas indiferenciadas. Este esfregaço infectado foi tirado de uma mulher que tinha tido um esfregaço negativo anterior, a menos que um ano. Um número de agrupamentos de células discarióticas indiferenciadas estavam presentes e uma é vista neste campo; esta poderia ser de origem escamosa ou glandular. (x 80)

370 Células discarióticas indiferenciadas. Em um outro agrupamento em aumento maior, núcleos mostram um padrão de cromatina granular e alguns núcleos são de forma fusiforme. (x 160)

371 Células discarióticas perdidas. O esfregaço negativo foi revisto e, no aumento usual do exame, um padrão celular maturo foi visto com grupos ocasionais de pequenas células com núcleo hipercromático. (x 40)

372 Células discarióticas perdidas. Embora preferivelmente pálidos, num aumento maior, grupo semelhante de células podem ser reconhecidas como severamente discarióticas. (x 160)

373 Núcleos desnudos grandes e pálidos. Em outro lugar do esfregaço coleções de núcleos desnudos, grandes e pálidos foram achados. Estes podem ter implicações sinistras e incitariam o observador a examinar mais cuidadosamente ou requerer uma repetição do esfregaço para uma avaliação adicional. (X 80)

374 Células colunares discarióticas. Este fragmento de tecido de células colunares endocervicais com “células de reserva” subjacentes pode também ter causado suspeita de anormalidade. O cone biópsia confirmou a presença de NIC III. (x 160)

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Carcinoma metastático

Caso 1: Tumor metastático do pâncreas (cortesia do Dr. J.K. Frost, Johns Hopkins Hospital)

262 Células malignas. Estas células malignas raras foram encontradas em um esfregaço, tirado no exame de rotina de uma mulher em que mais tarde foi encontrado um carcinoma de pâncreas. (x 280)

Caso 2: Tumor metastático da mama

263 Grupo de morula. Esta mulher sabia previamente ter tido um carcinoma de mama há alguns anos. O grupo morula achado em um esfregaço cervical de rotina lembra grupos achados em alguns casos de aspiração com agulha do câncer de mama, A presença de um depósito secundário foi confirmada por biópsia. (x 250)

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Distribuições pra inglês ver

Está aí, muito bem explicado, porque o software livre não “decola” no Basil: desonestidade, ganância, imperialismo, falta de vergonha na cara de empresários, PARLAMENTARES, (dês)governo e, principalmente, usuários. Os empresários querem apenas faturar com as licenças do M$-rWindows. Os parlamentares ao invés de fazerem leis duras e sérias que incentivem a indústiria nacional, o software livre e a autonomia brasileira na área de informática, estão preocupados apenas em quanto lucrarão, em propinas, vendendo-se à Micro$oft. O (dês)governo apenas criou o programa com fins eleitoreiros e não o fiscaliza e o usuário que, se achando muito esperto, compra um PC com Linux, pois é mais barato, e coloca uma cópia pirateada do M$-rWindows. Se não existisse o usuário burro e metido a espertalhão, o software livre teria tudo para dominar o Brasil, mas, como sempre, o  Brasil fica a mercê de gente BURRA e desonesta. Continue lendo