Caso 6: NIC III com secreção de muco (cortesia: Dr. C. M. Stanbridge e Dr. C. H. Buckey)

426 Células discarióticas indiferenciadas. Este é um outro exemplo de paciente que apresentou densos fragmentos constituídos de células discarióticas indiferenciadas com núcleos hipercromáticos. (x 80)

427 Discariose severa. Em outro lugar no esfregaço, as células são vistas em grupos frouxos permitindo fechar o estudo da morfologia. Os núcleos são hipercromáticos com um padrão de cromatina granular. Em algumas células, as bordas citoplasmáticas estão bem definidas, sugerindo diferenciação escamosa, enquanto em outras o citoplasma é floculado e há uma sugestão de formação acinar. (x 160)

428 Núcleos desnudos. Este campo contém núcleos desnudos, pálidos e grandes. O padrão de cromatina nuclear é ainda granular, mas nucléolos proeminentes estão presentes. (x 160)

429 Núcleos desnudos. Em aumento maior, pode-se ver que os nucléolos são vermelhos. As características histológicas ilustradas sugerem um componente escamoso e um glandular da lesão e a possibilidade de um ou ambos destes serem invasivos, pode não estar excluída, (x 400)

430 NIC III: cone biópsia. O exame dos cortes convencionais do cone biópsia mostrou NIC III com algum envolvimento glandular, mas o epitélio colunar endocervical revestindo as criptas estava normal. (H & E, x 16)

431 NIC III: cone biópsia. Este campo mostra parte do corte em aumento maior. Notar as células celulares que ainda estão presentes na superfície da NIC III. (H & E, x 80)

432 NIC III: cone biópsia. Este corte mostra a transição entre o epitélio colunas normal e NIC III. Além disto, a coloração é positiva para mucina nas células colunares; esta também é vista na superfície do NIC e células isoladas na profundidade do epitélio, mostram coloração azul ou rosa, (PAS – Azul de Alcian, x 80)

433 NIC III (mucina positiva): cone biópsia. As células isoladas coradas para mucina são vistas mais claramente em aumento maior. Notar a concentração na superfície laminal. (PAS – Azul de Alcian, x 160)

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Caso 5: Carcinoma de pequenas células

420 Células discarióticas indiferenciadas. No aumento panorâmico, há uma abundante esfoliação de células discarióticas indiferenciadas. (x 40)

421 Células malignas indiferenciadas. Em aumento maior, a maioria destas células está em grupos firmes com citoplasma pobremente definido. Irregularidades do padrão de cromatina nuclear sugerem uma lesão invasiva. (x 160)

422 Células com diferenciarão escamosa. Em outro lugar no esfregaço, algumas células discarióticas apresentam diferenciação escamosa. (x 160)

423 Carcinoma de pequenas células: biópsia da cérvix. Esta biópsia da superfície do tumor mostra listas de epitélio neoplásico. Não há estroma, assim a invasão não poderia ser confirmada neste espécime, mas clinicamente um tumor evidente estava presente. (H & E, x 40)

424 Carcinoma de pequenas células: biópsia da cérvix. No mesmo aumento que 421 pode se ver que as células que formam o tecido neste corte, correlacionam-se com as células predominantes do esfregaço cervical. (H & E, x 160)

425 Alterações escamóides: biópsia da cérvix. Em outro lugar do corte, são vistas áreas de alterações escamóides correlacionando-se com as células no 422. O diagnóstico histológico neste caso foi carcinoma basoescamoso. (H & E, x 160)

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Caso 4: Carcinoma escamoso de pequenas células

415 Células discarióticas indiferenciadas. No aumento panorâmico, células discarióticas indiferenciadas neste campo parecem-se com aquelas vistas nos dois casos anteriores. (x 62)

416 Células escamosas malignas. Em maior aumento, os núcleos são mais pálidos que nos casos anteriores e há clareamento mais extenso e condensação irregular da cromatina nuclear, particularmente na membrana nuclear. Notar também angularidade do contorno nuclear. (x 250)

417 Colposcopia. Comparar a fotografia colposcópica neste caso com 411. Notar a área granular recobrindo o lábio posterior da cérvix. (Solução salina, filtro verde, x 16)

418 Corte da cérvix e parede vaginal. A paciente foi tratada por histerectomia de Wertheim. Notar a placa do tumor do lábio posterior da cérvix. (H & E)

419 Carcinoma escamoso de pequenas células: cérvix. Em aumento maior, as células no tumor podem ser comparadas com aquelas vistas no esfregaço cervical. (H & E, x 37,5)

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Caso 3: Carcinoma de célula escamosa (invasão inicial)

409 Células pobremente diferenciadas. Este grupo de células pobremente diferenciadas foi encontrado em um esfregaço de rotina. A cromatina da mulher é hipercromática e granular, com cromocentros proeminentes. (x 125)

410 Discariose severa. Em maior aumento, áreas claras irregulares são vistas no núcleo junto com nucléolos proeminentes e clareando ao redor deles. O esfregaço foi descrito como mostrando alterações causando suspeita de uma lesão invasiva. (x 250)

411 Colposcopia. Houve algumas dificuldades em encontrar esta paciente e ela não foi vista na clínica colposcópica até os seis meses seguintes. Notar a área discreta de irregularidade vascular no ângulo direito do orifício externo (Solução salina, filtro vende, x 10)

412 Discariose severa. O grau de anormalidade citológica permaneceu o mesmo como no tempo do primeiro esfregaço. (x 125)

413 Invasão inicial: corte montado da cérvix. Este corte foi feito do cone biópsia ao nível da área de anormalidade vascular. Mostra uma pequena úlcera com invasão precoce na base. (H & E)

414 Invasão inicial: cone biópsia. Em maior aumento as células mortas na borda invadida do tumor podem ser comparadas com aquelas vistas no esfregaço cervical. (H & E, x 200)

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Caso 2: NIC II

404 Células discarióticas indiferenciadas. O esfregaço cervical desta paciente mostrou um número de lâminas e grupos de células discarióticas indiferenciadas. Neste campo o padrão de cromatina nuclear é granular e as poucas células isoladas contêm nucléolos vermelhos. (x 160)

405 Células discarióticas indiferenciadas. Em outro lugar no mesmo esfregaço foi encontrado este fragmento de tecido que apresenta alguns núcleos fusiformes. (x 160)

406 Células colunares discarióticas. As células neste grupo têm núcleos pálidos mas nucléolos vermelhos proeminentes. (x 160)

407 NIC II: biópsia colposcópica. Biópsia colposcópica mostrou somente NIC II. (H & E, x 80)

408 NIC II: biópsia colposcópica. Em aumento maior, núcleos hipercromáticos semelhantes àqueles vistos nos esfregaços estão presentes, mas estes apresentam diferenciação citoplasmática maior. Notar que nucléolos estão presentes em algumas células. Em vista do grau de anormalidade no esfregaço o relatório da biópsia foi inespecífico. A discrepância poderia resultar da falha em biopsiar a área mais anormal, mas neste caso, três esfregaços feitos durante os anos seguintes foram todos negativos. Regressão seguindo à biópsia tem sido relatado e isto pode acontecer porque a biópsia pode remover a totalidade da área anormal, ou então, o trauma da biópsia estimula uma resposta imunológica (Annstrong et al., 1984). (H& E, x 160)

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Caso 1: NIC III com alterações virais

401 Células queratinizadas e discarióticas. Células discarióticas escamosas bem diferenciadas estão presentes junto com células colunares discarióticas. Alguma queratinização e vista. (x 160)

402 Células discarióticas indiferenciadas. Em outro lugar do esfregaço, grupo de células pobremente diferenciadas é encontrado e têm citoplasma pobremente definido. Notar áreas irregulares de clareamento em alguns núcleos e a presença de nucléolos. Este esfregaço foi descrito como indicando pelo menos NIC III, com algumas características causando suspeita de invasão. (x 160)

403 NIC III com alterações virais: cone biópsia. Cortes do cone biópsia mostraram apenas NIC III. Notar as alterações semelhantes a herpes no núcleo descamado basal. Há também uma forte infiltração de células inflamatórias no estroma, com algumas células invadindo a camada epitelial. Queratinização de células isoladas também está presente. (H & E, x 80)

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Caso 8: Perda do epitélio

399 Discariose severa. Este caso foi incluído para atrair atenção para a necessidade do manuseio cuidadoso do tecido, tanto no campo cirúrgico como no laboratório. Estas células pobremente diferenciadas mostram uma sugestão de clareamento no padrão de cromatina nuclear e estão presentes nucléolos proeminentes. O esfregaço foi descrito como apresentando características causando suspeita de uma lesão invasiva. (x 125)

400 Perda do epitélio: cone biópsia. Cortes de todos os blocos feitos do cone biópsia mostraram completa perda do epitélio de cobertura, como visto neste campo. Este é um exemplo extremo, mas quando a citologia severamente anormal for descrita é importante que o relatório histológico inclua um comentário de alguma perda do epitélio superficial, particularmente quando o relatório histológico não mantém os achados citológicos. (H & E, x 37,5)

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Caso 7: NIC III – Perdido na primeira biópsia

393 Células levemente discarióticas. Este esfregaço foi originariamente referido como apresentando alterações inflamatórias somente, mas na revisão foram achadas células levemente discarióticas e multinucleadas como ilustrado neste campo. (x 80)

394 Células discarióticas de colocação pálida. Em outro lugar do esfregaço foram achadas células as quais estavam palidamente coradas mas, tinham um padrão de cromatina nuclear granular (ver 172). (x 160)

395 NIC de grau incerto (perda do 1º exame): biópsia colposcópica. Esta biópsia colposcópica foi originariamente referida como contendo somente epitélio escamoso normal. Revisão mostrou a presença de fragmento de NIC ilustrado neste campo. (x 160)

396 Células discarióticas. O seguimento foi continuado por causa da persistência da anormalidade colposcópica e um esfregaço cervical feito seis meses após a primeira biópsia foi referido como contendo células levemente discarióticas junto com alterações inflamatórias e degeneração celular. Estas células são vistas neste campo. (x 160)

397 .Lâmina densa de células discarióticas. Em outro lugar do mesmo esfregaço, uma lâmina densa de células foi achada na revisão (ver 382). Esta ilustração mostra a periferia de uma placa na qual a morfologia celular pode ser reconhecida e as células vistas como sendo levemente discarióticas. (x 160)

398 NIC III: segunda biópsia colposcópica. A segunda biópsia foi descrita como apresentando NIC III. Como a mulher também tinha um prolapso uterino, o tratamento foi por histerectomia vaginal. Cortes da cérvix foram relatados como mostrando focos de NIC III com infecção por HPV. (H & E, x 160)

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Caso 6: Hiperplasia de célula basal

391 Lâmina densa de células. Esta paciente também tinha uma anormalidade colposcópica. O esfregaço cervical foi descrito como negativo e na revisão a única anormalidade possível foi a densa lâmina de células vistas neste campo. (x 80)

392 Células basais hiperplásicas: biópsia colposcópica. Este corte foi originariamente relatado como NIC I mas na revisão foi estabelecido que não havia mais que hiperplasia de células basais. Notar a queratinização da superfície a qual justificaria a anormalidade colposcópica. Esfregaços adicionais continuaram a ser negativos. (H & E, x 80)

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Caso 5: NIC I/II esfregaço insatisfatório

386 Citólise. Este é outro exemplo de uma mulher que teve uma série de esfregaços insatisfatórios. O campo ilustrado é do segundo esfregaço e mostra citólise acentuada. (x 80)

387 Células discarióticas degeneradas. Este campo foi tirado de um terceiro esfregaço, o qual foi descrito como negativo. Contudo, na revisão mostrou coloração pobre, com degeneração celular e com um número de grupos de núcleos desnudos hipercromáticos, degenerados como visto neste quadro. (x 160)

388 Células queratinizadas degeneradas. Outras células no esfregaço com degeneração nuclear mostraram queratinização. (x 160)

389 Células colunares discarióticas degeneradas. Embora não seja possível o diagnóstico preciso quando há degeneração celular, a presença de células do tipo ilustrado aqui em nos campos observados (em 387 e 388), faz-se mister um seguimento adicional. (x 160)

390 NIC I/II com queratinização: biópsia colposcópica. A biópsia foi descrita como NIC I/II. Notar a queratinização na superfície. (H & E, x 40)

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