Cervicite

A ação estrogênica que se faz sentir mais intensamente na época da puberdade, é responsável pelo ectrópio endocervical encontrado comumente naquele período. O epitélio glandular fica em contato direto com a cavidade vaginal, e se inflama secundariamente, caracterizando a cervicite.

Dois fragmentos de rocha e um caco de porcelana introduzido na vagina, por uma adolescente, com finalidade contraceptiva

Diagnóstico

Corrimento rebelde a vários tratamentos instituídos, leva à suspeita de Cervicite. A colpovirgoscopia é recurso valioso o para visualizar o colo que, em casos de cervicite, se apresenta com halo avermelhado em torno do óstio uterino. Não raro encontrar se secreção catarral aderente ao colo, provinda do canal cervical.

Embora o carcinoma de colo de útero seja excepcional na infância e na puberdade, o seguintes exames complementares podem ser empregados:
– colpocitologia oncótica – material colhido através do colpovirgoscópio.
– Teste de Schiller.
– colposcopia: este exame requer a colocação de espetáculo, sendo necessária infiltrar hialuronidase no períneo, para provocar relaxamento de suas estruturas músculo-aponevróticas.
– biópsia do colo: será praticadas seus exames anteriormente citados a indicarem.

Tratamento

A integridade himenal e a conveniência de medidas terapêuticas agressivas ao epitélio endocervical, são dois fatores que tornam difícil o tratamento da Cervicite e adolescentes. É necessário lembrar também, que existe movimentação constante dos limite da endocérvice, ou seja, na junção escamo-colunar. Assim, o ectrópio endocervical pode tornar-se menos extenso ou regredir espontaneamente. Sem, no entanto, persistir o foco inflamatório e o corrimento molestar a paciente, está indicado tratamento.

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Farmacêuticos-bioquímicos podem fazer diagnóstico do câncer de mama e de colo uterino

O presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, no dia 29 de abril de 2008, a lei nº 11.664, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o segmento dos cânceres de colo uterino e de mama no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a lei, os Farmacêuticos-bioquímicos são profissionais aptos a fazer o diagnóstico das doenças. Continue lendo

Cistos ou ovos de Naboth

As glândulas mucosas (glândulas de Naboth) no colo uterino podem ficar cheias de secreção devido ao bloqueio no ducto ou passagem da glândula. Conforme as secreções se acumulam, um nódulo arredondado e liso pode se formar sob a superfície do colo do útero e se tornar grande o suficiente para ser visto ou sentido durante um exame. Cada cisto aparece como uma elevação pequena e branca, como uma pústula. Os cistos podem ocorrer isoladamente ou em grupos e, embora não sejam uma ameaça à saúde, são indicativos de infecção passada ou recente ou de irritação no colo do útero. Os cistos são mais comuns em mulheres em idade reprodutiva, especialmente naquelas que já tiveram filhos. Continue lendo

Estudo indica que extrato bruto da alga pode auxiliar no combate a herpes

Os produtos naturais, devido à sua grande diversidade química, são importantes fontes de novas moléculas, usadas na produção de fragrâncias, pigmentos, inseticidas e, principalmente, fármacos. Dentre esses produtos, os organismos marinhos podem fornecer substâncias promissoras no combate a determinados vírus. Em relação ao vírus herpes tipo 1 (HSV-1), sabe-se que a alga brasileira Dictyota menstrualis contém uma molécula (DA-1) que apresenta grande potencial para inibir sua ação. Continue lendo