Cérebro ‘começa a declinar aos 45 anos’, diz estudo

Caso ao resultado deste estudo fosse verdadeiro, a equação de Einstein não existiria. Stephen Hawking não teria escrito nada e sequer seria conhecido. Freud não teria escrito nada sobre personalidade humana. Compay Segundo (um cantor cubano que se tornou famoso aos 80 anos) não teria composto e nem cantado nada. Alexander Fleming não teria descoberto a penicilina. Robert Koch não teria descoberto o bacilo do Cóleta e da tuberculose. Paul Ehrlich não teria descoberto o Salvaran (com quase 90 anos de idade), e muitos outros casos pela história. Leia a reportagem do UOL sobre o “estudo” aqui

Uma crônica de natal

Ao que tudo indica, durante os dois primeiros séculos cristãos e quase metade do seguinte, os discípulos e fiéis seguidores de Jesus de Nazaré, chamado o Cristo (= Ungido ou Messias), não festejaram a data do seu nascimento. Foram, coincidentemente, os séculos de perseguição, da Igreja nas catacumbas e de milhares de cristãos assassinados pela sua fé, admirados e venerados sob a designação de mártires ou testemunhas. Não se descarta a hipótese de que a rudeza dos tempos não era propícia à festa e de que, pouco a pouco, caiu no esquecimento o dia natalício do Senhor. Se é que esse dia foi jamais conhecido. Ninguém sabe e pode dizer se entre os semitas, na cultura e na religião judaica do tempo de Jesus, estariam em voga as comemorações natalícias. Continue lendo