A vida não começa na concepção

Para decepção dos defensores do aborto que insistem na tese de que a vida começa a existir apenas após o fim da fase embrionária, no final da décima segunda semana de gestação, ou quando a criança nasce, a vida já existe no momento da concepção, tecnicamente chamado de fecundação!

A fecundação nada mais é que a fusão de duas células diferentes, chamadas de germinativas ou gametas, oriundas de dois organismos vivos e diferentes dentro de uma mesma espécie; no caso de humanos, o espermatozoide de um homem biológico e o ovócito secundário de uma mulher biológica. A enfase no sexo biolótico serve para definir sem a menor sobra de dúvida de que filosofias farsescas e ideologias pervertidas não tem lugar na evolução da humanidade. 

Cada uma das células germinativas é um organismo vivo. O espermatozoide, uma vez liberado, metaboliza frutose em suas organelas citoplasmáticas, obtendo energia para os batimentos de seu flagelo, que o impulsiona na jornada mais importante de sua existência: chegar ao ovócito, romper sua membrana e liberar sua carga vital, o seu material genético, para ser pareado com o do ovócito, que está repleto de proteínas que sustentarão as primeiras fases do novo ser.

As células germinativas carregam vida, e a fecundação nada mais é que a fusão de duas vidas em uma só, ou seja, a fecundação é apenas a continuação de vida pré-existente e, portanto, não deve haver discussão alguma sobre a existência ou não de vida em qualquer fase da gestação.

A vida se processa no microuniverso, dentro das células, nas reações bioquímicas entre moléculas, nas hidrólises enzimáticas, nas reações de oxirredução com transferência de elétrons, enfim, no mundo invisível ao olho nu.

O corpo não é um bloco único, uma entidade autônoma que funciona pela vontade objetiva das pessoas, mas é formado por trilhões de células especializadas reunidas em tecidos que formam os órgãos, os quais têm funções específicas e independentes da vontade de seus “donos”. As células não funcionam com energias cósmicas, mágicas, místicas, mas com reações bioquímicas.

Finalizando, a discussão de abortistas sobre quando a vida começa é, além de fútil, criminosa e atestado de profunda ignorância dos defensores do assassinato de bebês no ventre.

[Voltar]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.