Editores de jornais e revistas dos EUA demandam regulação do governo sobre buscas com IA generativa

O que chamam de IA generativa é a área da inteligência artificial chamada de algoritmos genéticos também apelidados de algoritmos gulosos, por que fazem buscas aleatórias e intensas na rede à procura de qualquer coisa que satisfaça os critérios da pesquisa. Esta é a área predominante nos motores de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini do Google, CoPilot da Micro$oft e tantas outras.

O desespero dos jornais e revistas com esta IA generativa, que é tão antiga quando a web 2.0, reside no fado dela invadir seus computadores, especialmente aqueles com M$-rWindows e copiar tudo o que dentro deles, as manchetes, as opiniões, as principais descobertas, jogando tudo o que encontra na rede mundial de computadores, ao alcance de qualquer um, seja ele cidadão honesto, digno e cumpridor da lei, sejam eles vigaristas, estelionatários, criminosos de todos os tipos que podem fazer qualquer uso maléfico das informações.

Os programas de P2P (peer-to-peer, ou ponto a ponto), aqueles compartilhadores de arquivos jurássicos como o eMule, Gnutella, aMule, e também os compartilhadores de bit-torrentes, são motores rudimentares de IA “generativa” que buscam por formatos digitais especificados pelos usuários (os hackers) dentro de computadores onde estão instalados são os exemplos mais antigos de IA generativa.

Há décadas que os buscadores ou motores de pesquisa da internet como o Google, o Yahoo, o Bing, o Altavista, o ZeeK, o Cadê?, o Lycos, o Radar UOL, o Achei, e tantos outros que já não existem mais, fazem isso, a única diferença é que agora acoplaram um mecanismo de voz que fala os resultados e que não tem nada de novo, é bem antigo, tendo sido desenvolvido pela IBM no final do século XX.

A inteligência artificial tem quatro áreas principais: 1. algoritmos genéticos, 2. cálculo vetorial, 3. reconhecimento de padrões e, 4. redes neurais. As tais inteligências artificiais que estão vindo aí são uma junção das quatro áreas em um só programa, aplicativo ou pacote.

O mais sério de tudo isso é que as pessoas com preguiça de pensar, exercitar seu raciocínio e sua capacidade mental estão se deixando enganar por uma tecnologia que não tem nada de nova e não transforma medíocres em gêmeos.

Devido a todos estes riscos de invasão e espionagem é que uso apenas Linux como sistema operacional principal há mais de 15 anos. Nele os programas só fazem ou compartilham o que eu quero e mando. Não fazem nada sem minha permissão. Leia mais

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