Faculdades desistem de usar animais vivos em cursos de medicina do país

O maior desafio para a informática no ensino da cirurgia é justamente criar um ambiente virtual ao estilo “Second Life” onde seja possível ensinar cirurgia em indivíduos virtuais, mas que respondam aos procedimentos como se fossem reais. Esta substituição é possível e bem vinda no ensino da cirurgia e até dos princípios básicos de outras disciplinas do curso de medicina e de outras profissões, mas na pesquisa farmacológica é impossível abrir mão de animais na experimentação. As culturas de tecidos podem demonstrar efeitos citológicos e citotoxicidade de uma droga, mas não os efeitos sistêmicos (sobre todos os órgãos e sistemas que compõem um corpo). Leia mais…

Próxima versão do Google Glass será compatível com óculos de grau e sol

O google glass também poderá ser utilizado com êxito no ensino da cirurgia. Como ele tem a capacidade de transmitir imagens em movimento (vídeos ou clipes), é capaz de enviar suas imagens à salas de aula ou auditórios de cursos de medicina, possibilitando aos alunos acompanhar em tempo real uma cirurgia. Leia mais…

Comissão investigará denúncias de maus-tratos contra animais no Instituto Royal

Esse tipo de Investigação cabe à polícia e não ao legislativo. Os parlamentares tupiniquins (corruptos) ao invés de prestarem conta de suas safadezas, tentam jogar cortinas de fumaça sobre suas mazelas, na ânsia de enganar o povinho burro e acéfalo, mostrando falsamente serviço que não compete a eles. Como há dito aqui, em outra paostagem, a invasão e depredação do Instituto Royal foi o ato mais idiota e insano praticado. O pior é que os imbecis ainda se vangloriaram da “besteira” que fizeram. Atitude de povo analfabeto e que pensa com os intestinos. Leia aqui