Loke

JOHN LOCKE (1632-1704), filho de um advogado, Jonh Locke estudou em universidade em Londres e Oxford (Inglaterra); e recebeu o grau de bacharel em 1656 e o mestrado pouco depois. Permaneceu em Oxford por vários anos, ensinando grego, retórica e filosofia, tendo mais tarde passado a praticar a medicina. Continue lendo

Langermann

J.G. LANGERMANN (1768-1832) escreveu a primeira tese de doutorado em psiquiatria com o título On the Method of Diagnosing and Treating Chronic Mental Diseases (traduzindo-se: Sobre o Método de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Mentais Crônicas). Acreditava que a disfunção orgânica pudesse ser originária de alterações psíquicas, sendo que essa teoria o coloca como um dos pioneiros da modernamente chamada de medicina psicossomática que apesar do prenome “Medicina” é uma das áreas da Psicologia.

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Kulpe

OSWALD KÜLPE (1862-1915), inicialmente aluno, discípulo e seguidor de Wundt, Oswald Külpe, no decorrer de sua carreira, liderou um grupo de alunos num movimento voltado para romper com o que considerava as limitações da obra do fundador. Embora não fosse uma revolução, o movimento de Külpe foi uma declaração de liberdade contra a estreiteza de algumas concepções de Wundt. Külpe trabalhou com inúmeros problemas que a psicologia de Wundt desconsiderara. Continue lendo

Köeller

WOFGANG KÖHLER (1887-1967), o mais jovem dos três, era o porta-voz do movimento. Seus livros, escritos com cuidado e precisão, tornaram-se as obras definitivas sobre os vários aspectos da psicologia da Gestalt. O seu treinamento em física com o notável Max Planck, o persuadiu de que a psicologia tinha de aliar-se àquela ciência. Nascido na Estônia, Köhler tinha cinco anos quando sua família se mudou para o norte da Alemanha. Sua educação universitária foi em Tübingen, Bonn e em Berlim, e ele recebeu seu doutorado sob orientação de Carl Stumpf na Universidade de Berlim em 1909. Foi para a Universidade de Frankfurt, tendo chegado pouco antes de Wertheimer e do seu estroboscópio de brinquedo.

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Kurt Lewin

Na ciência do final do século XIX, a tendência era pensar em termos de relações de campo e afastar-se de um quadro de referência atomista e elementarista. Como vimos, a psicologia da Gestalt refletia essa tendência. A teoria de campo surgiu na psicologia como analogia do conceito de campos de força na física. Na psicologia, o termo teoria de campo refere-se agora quase exclusivamente à obra de KURT LEWIN (1890-1947) Continue lendo