Spencer

HERBERT SPENCER (1820-1903) filósofo inglês autodidata, de sessenta e dois anos, que tinha inventado uma vara de pescar desmontável, chegou aos Estados Unidos, onde foi saudado como herói nacional. Foi recebido no navio, em Nova York, por Andrew Carnegie, o patriarca multimilionário da indústria do aço americana. Carnegie louvou o filósofo como um messias. Aos olhos de muitos lideres americanos, nos negócios, na ciência, na política e na religião, o homem era de fato um salvador, foi convidado para jantares regados a vinho e recebeu honras e elogios em profusão. Continue lendo

Skinner

BURRHUS FREDERICK SKINNER (1904-1990) foi por décadas, a partir dos anos 50, o mais influente indivíduo no campo da psicologia. São muito amplas sua áreas de interesse em sua longa carreira, bem como suas implicações para a sociedade moderna. Em 1982, um historiador da psicologia disse ser ele “inquestionavelmente, o mais famoso psicólogo americano do mundo” (Gilgen, 1982, p.97). Quando ele morreu, em 1990, o editor da American Psychologist o saudou como o “mais importante psicólogo contemporâneo… um dos gigantes da nossa disciplina”, alguém que “deixou uma marca permanente na psicologia” (Fowler, 1990. p.1.203). Continue lendo

Siddiqui

RAFAT SIDDIQUI, farmacêutico de formação, isolou cinco alcalóides da serpentária, a Rawolfia serpetina e GANNETH SEN e KATRICK BOSE experimentaram esses alcalóides no tratamento das psicoses, por volta de 1931, na Índia. Os derivados desses agentes tranquilizantes tiveram grande uso durante décadas. Continue lendo

Scott

Aluno de Wundt, WALTER DILL SCOTT (1869-1955), deixou o mundo da psicologia introspectiva pura que aprendera em Leipzig para aplicar a nova ciência à publicidade e aos negócios. Jogador universitário de rúgbi e quase missionário, Scott dedicou boa parte da sua vida adulta a tornar o mercado e o ambiente de trabalho mais eficiente e a determinar como os líderes empresariais poderiam motivar os empregados e consumidores. Continue lendo

Rush

BENJAMIN RUSH (1745-1813) é considerado o pai da psiquiatria americana. Escreveu Medical Inqueires and Obsevations upon the Diseases of the Mind, em 1812, o primeiro livro sistemático sobre enfermidades mentais escrito por um americano. Seu retrato se encontra no selo da Associação Psiquiátrica Americana. Continue lendo

Rotter

JULIAN ROTTER (1916- ) foi criado no Brooklyn, Nova York, e descobriu as obras de Sigmund Freud e Alfred Adler na escola secundária, tendo decidido na época que queria ser psicólogo. Havia então poucos empregos para psicólogos, durante a Grande Depressão, e ele escolheu como área de concentração, no Brooklyn College, a química. Enquanto estava lá, conheceu Adler e, a conselho de dois professores, finalmente foi para a psicologia, muito embora isso não parecesse prático. Doutorou-se em 1941, na Universidade de Indiana e foi trabalhar num hospital público de saúde mental em Connecticut. Foi psicólogo do exército durante a Segunda Guerra Mundial, deu aulas na Universidade Estadual de Ohio até 1963, tendo ido então para a Universidade de Connecticut. Continue lendo

Rogers

CARL ROGERS (1902-1987) é conhecido por uma abordagem popular de psicoterapia denominada terapia centrada na pessoa ou terapia centrada no cliente. Com base em dados derivados de sua terapia, Rogers desenvolveu uma teoria da personalidade que se concentra numa única motivação avassaladora, semelhante ao conceito de auto-realização de Maslow. Rogers propôs que cada pessoa possui uma tendência inata para atualizar as capacidades e potenciais do eu. Ao contrário de Maslow, no entanto, as visões de Rogers não foram formuladas a partir do estudo de pessoas saudáveis, mas advieram do tratamento de indivíduos emocionalmente perturbados através da terapia centrada na pessoa.

[Voltar]

René Descartes

RENÉ DESCARTES (1596-1650) nasceu em Paris França em 31 de março de 1596. Seu pai era conselheiro no Parlamento da Bretanha, e dele Descartes herdou recursos suficientes para sustentar uma vida de estudos e viagens. Ao contrário de outras pessoas em circunstâncias semelhantes, ele não se tornou um diletante, o que é possível atribuir ao seu gênio, á sua curiosidade e à sua fome de saber, bem como à sua indiferença pela autoridade dogmática e ao seu desejo de evidências e provas. Continue lendo

Reish

WILHELM REISH criou a Bioenergética que é uma ramo da psicologia que aplica o movimento e a “energia” como forma de tratamento, utilizando da expressão corporal (biodança) como caminho para se chegar ao psiquismo. Reish corrobora as preceituações de Freud sobre a sexualidade e até a recomenda o sexo, o afeto, o contato físico como forma de “tratamento.” Entanda-se esse termo entre aspas, como uma prevensão dos problemas mentais através do exercício de uma sexualidade sadia e desprovida de tabus e preconceitos, segundo esse pesquisador. Continue lendo