James Mill aceitou o argumento de Locke de que a mente humana, ao nascer, é como papel em branco, uma folha vazia que a experiência vai preencher. Quando seu filho JOHN STUART MILL (1806-1873) nasceu, Mill resolveu que determinaria as experiência que iriam preencher a mente do menino, e empreendeu o que pode ser considerado o mais rigoroso exemplo de educação particular registrado. Todos os dias, por até cinco horas, ele ensinava ao filho grego, latim, álgebra, geometria, lógica, história e economia política, questionando-o repetidas vezes até que ele desse as respostas corretas. Continue lendo
Stuart Mill
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