Stuart Mill

James Mill aceitou o argumento de Locke de que a mente humana, ao nascer, é como papel em branco, uma folha vazia que a experiência vai preencher. Quando seu filho JOHN STUART MILL (1806-1873) nasceu, Mill resolveu que determinaria as experiência que iriam preencher a mente do menino, e empreendeu o que pode ser considerado o mais rigoroso exemplo de educação particular registrado. Todos os dias, por até cinco horas, ele ensinava ao filho grego, latim, álgebra, geometria, lógica, história e economia política, questionando-o repetidas vezes até que ele desse as respostas corretas. Continue lendo →

Stanley Hall

GRANVILLE STANLEY HALL (1844-1924) cuja carreira psicológica foi uma das mais interessantes e variadas. Hall trabalhava com arroubos de energia e entusiasmo em várias áreas, que logo deixava, entregando os detalhes à investigação de outros. Não foi um fundador do funcionalismo, mas as suas contribuições aos novos campos e atividades da psicologia aplicada tinham um pronunciado sabor funcional. Continue lendo →

Spencer

HERBERT SPENCER (1820-1903) filósofo inglês autodidata, de sessenta e dois anos, que tinha inventado uma vara de pescar desmontável, chegou aos Estados Unidos, onde foi saudado como herói nacional. Foi recebido no navio, em Nova York, por Andrew Carnegie, o patriarca multimilionário da indústria do aço americana. Carnegie louvou o filósofo como um messias. Aos olhos de muitos lideres americanos, nos negócios, na ciência, na política e na religião, o homem era de fato um salvador, foi convidado para jantares regados a vinho e recebeu honras e elogios em profusão. Continue lendo →

Skinner

BURRHUS FREDERICK SKINNER (1904-1990) foi por décadas, a partir dos anos 50, o mais influente indivíduo no campo da psicologia. São muito amplas sua áreas de interesse em sua longa carreira, bem como suas implicações para a sociedade moderna. Em 1982, um historiador da psicologia disse ser ele “inquestionavelmente, o mais famoso psicólogo americano do mundo” (Gilgen, 1982, p.97). Quando ele morreu, em 1990, o editor da American Psychologist o saudou como o “mais importante psicólogo contemporâneo… um dos gigantes da nossa disciplina”, alguém que “deixou uma marca permanente na psicologia” (Fowler, 1990. p.1.203). Continue lendo →

Siddiqui

RAFAT SIDDIQUI, farmacêutico de formação, isolou cinco alcalóides da serpentária, a Rawolfia serpetina e GANNETH SEN e KATRICK BOSE experimentaram esses alcalóides no tratamento das psicoses, por volta de 1931, na Índia. Os derivados desses agentes tranquilizantes tiveram grande uso durante décadas. Continue lendo →

Scott

Aluno de Wundt, WALTER DILL SCOTT (1869-1955), deixou o mundo da psicologia introspectiva pura que aprendera em Leipzig para aplicar a nova ciência à publicidade e aos negócios. Jogador universitário de rúgbi e quase missionário, Scott dedicou boa parte da sua vida adulta a tornar o mercado e o ambiente de trabalho mais eficiente e a determinar como os líderes empresariais poderiam motivar os empregados e consumidores. Continue lendo →

Rush

BENJAMIN RUSH (1745-1813) é considerado o pai da psiquiatria americana. Escreveu Medical Inqueires and Obsevations upon the Diseases of the Mind, em 1812, o primeiro livro sistemático sobre enfermidades mentais escrito por um americano. Seu retrato se encontra no selo da Associação Psiquiátrica Americana. Continue lendo →

Rotter

JULIAN ROTTER (1916- ) foi criado no Brooklyn, Nova York, e descobriu as obras de Sigmund Freud e Alfred Adler na escola secundária, tendo decidido na época que queria ser psicólogo. Havia então poucos empregos para psicólogos, durante a Grande Depressão, e ele escolheu como área de concentração, no Brooklyn College, a química. Enquanto estava lá, conheceu Adler e, a conselho de dois professores, finalmente foi para a psicologia, muito embora isso não parecesse prático. Doutorou-se em 1941, na Universidade de Indiana e foi trabalhar num hospital público de saúde mental em Connecticut. Foi psicólogo do exército durante a Segunda Guerra Mundial, deu aulas na Universidade Estadual de Ohio até 1963, tendo ido então para a Universidade de Connecticut. Continue lendo →