A pesquisa propõe a imunomodulação como ferramenta para prevenir doenças autoimunes neurológicas, mas essa abordagem é antiga.
Na década de 1980, existia uma classe de medicamentos chamados imunomoduladores, sendo um dos mais vendidos nas farmácias o Isoprinosine, do Laboratório Merrell, em apresentação oral, na forma de comprimidos de 500mg.
Além do Isoprinosine, havia também diversos outros imunomoduladores à base de extrato de vitela em solução oral e antígenos múltiplos para injeção subcutânea, mas todos eles acabaram abandonados.
Um viés que coloca em dúvida a pesquisa é o número de sujeitos da amostra, muito pequeno para um estudo que se propõe a abrir uma nova frente de tratamento de doenças autoimunes, mas o maior de todos os vieses é o perfil psíquico dos indivíduos estudados, que é altamente volátil e influenciável quando se recebe um diagnóstico desse tipo, favorecendo o aparecimento do efeito placebo.
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