Totalmente teocrática, a educação no Egito antigo baseava-se na hierarquia de classes e ainda nas necessidades do Estado, sendo ministrada aos filhos do Par-ó (Faraó ou Casa-grande), pelos sacerdotes sob as ordens do DEUS VIVO DO EGITO, que era o Faraó e a quem todos deviam obediência cega. Continue lendo
Arquivo do Autor: antonini
O Advento da civilização
O advento da civilização é representado pela chamada revolução urbana. Com esta, surgem inovações como: irrigação e adubagem do solo, arado, barcos à vela, novas técnicas metalúrgicas, etc. Aparecem as primeiras cidades, mas o invento mais importante de todos foi, sem dúvida a ESCRITA, pois com ela que se iniciou a HISTÓRIA da humanidade, propriamente dita e a partir dela, surgiram a numeração, os pesos e medidas, o calendário, … etc. Continue lendo
Introdução
Desde que os primeiros humanóides de que se tem notícia pisaram sobre a superfície da terra, os Australoptecus africanus, há aproximadamente UM MILHÃO DE ANOS (1.500.000), percebe-se a preocupação com o transmitir conhecimentos, com o legar experiências, com o gravar, produzir e difundir cultura, sendo que já à época de nossos longínquos antepassados era uma preocupação presente, pois eles deixaram desenhos em rocha, ferramentas e muitos outros utensílios e formas de transmissão de conhecimento. Continue lendo
Colaboradores
Professora Nelma Antonini Bertolazzo
Instituições Históricas
A História da Psicologia após 1240d.C.
História da Educação
Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Paulo Ubiratan, um médico de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local, foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados… Continue lendo
A bravata de Pettenkofer
Quando Koch apresentou o resultado de sua pesquisa com o cólera morbus, um cientista chamado Pettenkofer realizou a bravata que o tornou célebre, ao referir-se aos meios de cultura em forma de caldo contendo vibriões: “Então o senhor garante que esse caldo de bacilos me matará se eu o tomar?” Perguntando e girando entre os dedos um tubo de ensaio contendo um caldo amarelo. O Dr. Koch respondeu muito sério: a dose contida no tubo era suficiente para matar de cólera meio batalhão de granadeiros. E então, para o espanto dos membros da Academia Imperial de Medicina, em Berlim, onde a cena se desenrolava, o Professor Pettenkofer tomou um pequeno pedaço de pão que levava consigo, derramou-lhe por cima o caldo do tubo e comeu.
“Pois lhe garanto, caro Dr. Koch, que vou até engordar com estes inofensivos bacilos”, riu Pettenkofer. “Os bacilos não causam doença nenhuma. Pega-se uma doença porque se está predisposto a ela. Os bacilos nada têm a ver com isso”.
O fato é que Pettenkofer nunca pegou cólera, nem demonstrou sintoma algum da doença. E, sempre que se encontrava com Koch, arreliava-o de bom humor: “Muito bons seus bacilos, Dr. Koch. Ótimos para o chá das cinco com torradas”.
A corajosa (ou inconsciente) demonstração de Pettenkofer convenceu muita gente de que os bacilos não tinham nada a ver com a causa da cólera. Com seu riso irônico e bem-humorado, Pettenkofer ia e vinha entre os médicos, dizendo “Ora, os bacilos”. E sua boa saúde testemunhava por ele. Mas o fato é que ele não tinha razão: Koch fizera uma descoberta fundamental na história das ciências da saúde. Apenas, como se demonstraria depois, nem todas as pessoas são sensíveis a qualquer doença, a qualquer hora.
Existem resistências naturais e adquiridas por imunização, que defendem as pessoas dos microscópicos e onipresentes causadores das moléstias e Pettenkofer era resistente ao bacilo da cólera. A história se encarregou de provar que este estava enganado, apesar de sua coragem. Coragem que não era, não é, e jamais será rara entre os cientistas. Vários deles se auto-inocularam para provar suas hipóteses, e muitos morreram nos anos heróicos da bacteriologia.
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