Arquivo do Autor: antonini
Estrada da Graciosa – 24 de novembro de 1984
Instalando o Windows 8 Pro em uma máquina virtual
Instalação do Windows 8 Pro atualizando o Windows XP Pro em uma máquina virtual do Oracle Virtualbox termina assim Continue lendo
Droga para emagrecer proibida pela Anvisa é segura, dizem médicos
Os médicos que tentam aprovar este fármaco no Brasil estão agindo sob tutela e patrocínio da indústria farmacêutica que os paga para desafiar a conservadora Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Continue lendo
Remédios para colesterol reduzem inflamações da gengiva, demonstra estudo
O uso um fármaco desenvolvido para um fim específico, no tratamento de outro sintoma ou doença, se chama “uso off label”. É comum uma substância ser desenvolvida para uma doença e acabar tendo efeito sobre outra. Um exemplo disso é o sildenafil (Viagra), que foi sintetizado e indicado para distúrbios da ereção masculina, mas tem efeito na hipertensão pulmonar maligna da recém-nascida. Um medicamento desenvolvido para tratamento de disfunção erétil, que é doença de homem idoso, usado no tratamento de uma patologia que é mortal em recém-natos do sexo feminino. Leia mais…
Emenda impositiva é um cheque visado para a corrupção, reconhecem senadores
Josias de Souza Continue lendo
Hipotireoidismo e tumores podem ser confundidos com depressão e ansiedade
Especialistas explicam confusões no diagnóstico de doenças que parecem psicológicas, mas na verdade são físicas. Continue lendo
Google lê todos os seus e-mails, acusa Microsoft
E a Micro$oft não lê? A Micro$oft é tão santa quanto o Google e até pior que o NSA. A M$ é a principal colaboradora dos EUA na espionagem por ser a maior interessada em descobrir segredos dos seus usuários e vendê-los a quem se propuser a pagar por eles. Leia mais…
Faculdades desistem de usar animais vivos em cursos de medicina do país
O maior desafio para a informática no ensino da cirurgia é justamente criar um ambiente virtual ao estilo “Second Life” onde seja possível ensinar cirurgia em indivíduos virtuais, mas que respondam aos procedimentos como se fossem reais. Esta substituição é possível e bem vinda no ensino da cirurgia e até dos princípios básicos de outras disciplinas do curso de medicina e de outras profissões, mas na pesquisa farmacológica é impossível abrir mão de animais na experimentação. As culturas de tecidos podem demonstrar efeitos citológicos e citotoxicidade de uma droga, mas não os efeitos sistêmicos (sobre todos os órgãos e sistemas que compõem um corpo). Leia mais…