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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta content="text/html; charset=ISO-8859-1" http-equiv="content-type"> <title>Vulvite</title> <link rel="STYLESHEET" href="estilo.css" type="text/css"> </head> <body style="color: rgb(0, 0, 0);" alink="#000099" link="#000099" vlink="#990099"> <div style="text-align: center;"> <img src="../img/logo.jpg" alt="logo.jpg"><br> <font class="option" color="#000000"><b>| <a href="../index2.html">Página Inicial</a> | <a href="artigos.html">Artigos</a> | <a href="biblioteca.html">Biblioteca</a> | <a href="links.html">Links</a> |</b></font><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font> <div style="text-align: center;"> <h2 class="art-PostHeader">Vulvite </h2> <p style="text-align: justify;"><strong></strong><br> Dependendo do agente etiológico, a inflamação da vulva pode aparecer sob diversas formas clínicas.</p> <p style="text-align: justify;"><strong><em>Vulvite séptica </em></strong>- é causada por bactérias sépticas, determinando a infecção das glândulas anexas (bartholinite e skenite) ou abscesso dos lábios menores do pudendo.</p> </div> <a href="vulvite_imagem-1.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 210px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/527__320x240_527.jpg"></a><br> Abscesso de grande lábio <p style="text-align: justify;"><em><strong>Vulvite aftosa</strong></em> – provavelmente de etiologia virótica ou bacteriana, determina lesões sob a forma de pequenas vesículas ulceradas ou lesões extensas com exudato.</p> <a href="vulvite_imagem-2.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 208px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/528__320x240_528.jpg"></a> <br> Vulvite aftosa <p style="text-align: justify;"><em><strong>Úlcera de Lipschütz</strong></em> – apresenta-se sob a forma de úlceras recobertas de secreção purulenta. Sua etiologia é discutível, sendo atribuído ao “Bacillus crassus”.</p> <a href="vulvite_imagem-3.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/529__320x240_529.jpg"></a> <br> Úlcera de Lipschültz <p style="text-align: justify;"><strong><em>Vulvite herpética</em></strong> – causada por herpes-vírus, apresenta-se sob a forma de úlceras múltiplas e confluentes, provocando adenite inguinal. É mais comum em adolescentes com vida sexual ativa, mas pode aparecer em crianças</p> <a href="herpes_genital-imagem.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 239px;" center="" solid="" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/SOA-Herpes-genitalis-female.jpg"></a><br> Herpes genital em adolescente <p style="text-align: justify;"><strong><em>Vulvite diabética</em></strong> – conseqüente às diabetes melitus, acomete as formações labiais sob a forma de eczema e prurido intenso.</p> <p style="text-align: justify;"><strong><em>Vulvite sifilítica</em></strong> – seu período primário se traduz pelo cancro duro, e o secundário, pelos condilomas planos, que são pápulas numulares de aspecto hipertrófico.</p> <a href="vulvite_imagem-4.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/530__320x240_530.jpg"></a> <br> Vulvite sifilítica <div style="text-align: justify;"><span class="content"><strong><em>Vulvite verrucosa</em></strong> – o condiloma acuminado, com seu crescimento, pode apresentar aspecto tumoral exofítico (figura 32). A doença causada por vírus, e seu desenvolvimento favorecido pelas condições locais de calor e umidade.<br> <br> </span> <div style="text-align: center;"><a href="vulvite_imagem-5.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 210px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/531__320x240_531.jpg"></a><br> Condiloma acuminado<br> <br> <a href="vulvite_imagem-6.html"><img style="border: 0px solid ; width: 288px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/532__320x240_532.jpg"></a><br> Molluscum contagioso <br> <br> <span class="content"></span> <div style="text-align: justify;"><span class="content"><strong><em>Liquen esclero-atrófico</em></strong> – faz parte do quadro das distrofias vulvares crônicas, podendo constituir substrato de inflamações de natureza inespecífica ou micótica. Apresenta-se com aspecto de placas brancas, confluentes e pruriginosas<br> </span> <div style="text-align: center;"><span class="content"></span><a href="vulvite_imagem-7.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 211px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/533__320x240_533.jpg"></a><br> <span class="content"></span></div> <div style="text-align: center;">Líquen esclero-atrófico<br> <br> <a href="vulvite_imagem-8.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/534__320x240_534.jpg"></a></div> <div style="text-align: center;"> <div style="text-align: justify;"> <div style="text-align: center;">Líquen esclero-atrófico<br> </div> <div style="text-align: center;"><br> <div style="text-align: justify;"><strong><em>Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas (pequenos lábios)</em></strong><span class="content"> – a erosão da mucosa de revestimento dos lábios menores têm, provavelmente causa inflamatórias, e se ocorre nos primeiros anos de vida, provoca o acolamento dos lábios menores na linha median (figura 34).<br> </span> <div style="text-align: center;"><span class="content"><a href="vulvite_imagem-9.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/536__320x240_536.jpg"></a></span><span class="content"></span></div> </div> </div> </div> </div> </div> <span class="content"></span></div> </div> Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas <div style="text-align: justify;"><span class="content">Outros casos de aderência labial:<br> </span> <div style="text-align: center;"><a href="vulvite_imagem-10.html"><span class="content"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 213px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/537__320x240_537.jpg"></span></a><br> <span class="content"></span></div> <div style="text-align: center;">Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas<br> <br> <a href="vulvite_imagem-11.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 213px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/538__320x240_538.jpg"></a><br> Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas <div style="text-align: justify;"><em><strong>Secreção sebácea da vulva:<br> </strong></em> <div style="text-align: center;"><em><a href="vulvite_imagem-12.html"><img style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 240px;" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar" src="../img/539__320x240_539.jpg"></a><strong></strong></em><br> <em><strong></strong></em></div> <div style="text-align: center;">Secreção sebácea </div> <div style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></div> <div style="text-align: justify;">As diversas formas de vulvite ocasionam irritação do tegumento cutâneo- mucoso da vulva. Tal irritação produz alguns sintomas: dor, disúria, ardor e prurido.</div> <p>A inspeção nos órgãos genitais externos deve ser feita, em certos casos, com o auxílio de lupa, para se avaliar melhor verificação do aspecto das lesões. Frequentemente é necessária a colaboração do dermatologista, para o diagnóstico das lesões da vulva. O seguintes exames complementares podem ser realizados:<br> - exame microscópico direto do raspado das lesões.<br> - exame microscópico em campo escuro.<br> - cultura das secreções.<br> - reações sorológicas para diagnóstico de lues.<br> - dosagem de glicemia.<br> - pesquisa de glicosúria.<br> - biópsia.</p> <p><strong>Tratamento</strong><br> É variável, dependendo do agente etiológico.</p> <p>Vulvite aftosa, úlcerativa séptica – cuidados de higiene local pela aplicação de sabões neutros ou desinfetantes. Administração de antibiótico de largo espectro, por via oral ou parenteral. Em caso de abscesso, drenagem cirúrgica.</p> <p>Vulvite por herpes-vírus – não há tratamento específico para este tipo de vulvite. Recomenda-se o uso de Zovirax tópico, oral ou parenteral, conforme a gravidade do caso.</p> <p>Vulvite diabética – trata-se a diabete e, havendo infecção local por fungos, aplica-se violeta de genciana, em solução aquosa a 2%, três vezes por semana, no total de seis aplicações.</p> <p>Vulvite verrucosa – aplicações de podofilina em solução oleosa a 25%, ou exérese cirúrgica, com bisturi elétrico, se as lesões forem grandes e confluentes.</p> <p>Liquen esclero-atrófico – Recomenda-se aplicação local de corticóides, sob a forma de cremes. Estas lesões tendem a melhorar ou desaparecer na puberdade.</p> <p>Aglutinação das ninfas – se o acolamento é frouxo, a simples tração lateral das formações labiais separa as ninfas. Seguem-se aplicações locais de crime de estrogênio, durante quinze dias, para facilitar a reepitelização. Se o acolamento é firme, a aplicação do creme de Estrogênios, por quinze dias, deve anteceder a manobra descrita acima. Esta medida facilita a resolução do processo.</p> </div> </div> </div> <br> [<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> <span style="color: rgb(73, 73, 73); font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 20px; orphans: 2; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); display: inline ! important; float: none;"></span></div> </body> </html>