__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Traumas</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Traumas<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: center;">
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8">
<p style="text-align: justify;">Traumas do aparelho
genital ocorrem com relativa frequ�ncia na inf�ncia
e na adolesc�ncia; e exige diagn�stico preciso e
tratamento adequado, pois em alguns casos h� risco de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os traumas s�o
resultantes de queda sobre objetos rombos ou pontiagudos
(empalamento),
e estupro e acidente automobil�stico.</p>
<p style="text-align: justify;">A queda a cavaleiro
responde pela maioria dos traumas, seguida do estupro e do
acidente
automobil�stico.</p>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/trauma-imagem-4.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 235px; height: 280px;" alt="Trauma vulvar - Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/872665-320.jpg"></a>
<br>
Lacera��o da vulva e do per�neo por queda �
cavaleiro
<p style="text-align: justify;">Outra grande causa de trauma
genital
� a introdu��o de objetos na vagina, estes
podendo causar desde les�es no h�men, at� ruptura
do assoalho da vagina e comunica��o com o �nus,
formando o �nus-vaginal. </p>
<p style="text-align: center;"><br>
</p>
<div align="center"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/trauma-imagem-5.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 278px; height: 235px;" title="Clique para ampliar"
class="decoded" alt="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/289375-320.jpg"></a><br>
Les�o de h�men e vagina por introdu��o de
objeto</div>
<p style="text-align: justify;">Outros agentes menos comum podem
lesar
os �rg�os genitais. A figura abaixo mostra a vulva de uma
menina de 9 anos que recebeu um tiro de espingarda, com orif�cio
de entrada no hipog�strio e sa�da pelo genitais externos.
Houve destrui��o extensa da vulva, tornando-se
reconhec�veis os pequenos l�bios e o clit�ris.</p>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/trauma-imagem-2.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 215px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/512__320x240_512.jpg"></a>
<div style="text-align: center;">Destrui��o da vulva por
arma de fogo
</div>
<p style="text-align: justify;">Outro traumatismo raro aconteceu
em
menina com um problema �sseo no membro inferior, que sob
anestesia, recebeu tratamento especializado em mesa ortop�dica;
uma das manobras de tra��o ocasionou contus�o nos
�rg�os genitais externos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os traumas podem produzir desde
escoria�es leves at� edema acentuado e
lacera�es extensa dos �rg�os genitais
comprometendo v�sceras vizinhas como bexiga e reto. Podem formar
se hematomas que crescem no tecido gorduroso frouxo da vulva nos
espa�os perivaginais. Os hematomas formados acima do plano do
m�sculo elevador do anus s�o particularmente graves,
podendo progredir at� o espa�o retroperitonial.</p>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/trauma-imagem-3.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 212px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/513__320x240_513.jpg"></a><br>
<div style="text-align: center;">
Trauma sobre o clit�ris</div>
<p style="text-align: justify;">Dentre as quedas, as mais graves
s�o aquelas ocorridas sobre objetos pontiagudos (empalamento). A
penetra��o destes pode dar-se atrav�s do
h�men, rompendo o fundo do saco posterior, comprometer
v�sceras abdominais. O estupro determina, al�m do trauma
ps�quico, extensas les�es do genitais, de dif�cil
repara��o. Os acidentes automobil�sticos, a par do
traumatismo generalizado, com fraturas dos ossos da bacia, pode
ocorrer
les�es genitais e de outras v�sceras p�lvica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os traumas podem ser classificados
em
grupos, de acordo com a extens�o das les�es:<br>
I � lacera��o vulvo-perienal e himenal.<br>
II � lacera��o vulvo-perineal e himenal com
hematoma.<br>
III � lacera��o vulvo-perineal, himenal e vaginal
(paredes e f�rnices)<br>
IV � lacera��o de �rg�os genitais e
de �rg�os vizinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre as queixas relatadas
revelam
a extens�o das les�es. Assim, e hemorragia acentuada dor
intensa no per�neo podem corresponder� apenas a rotura de
um vaso do grande l�bio, com forma��o de hematoma.
Por outro lado, o paciente portadora de les�es extensas da
vagina e mesmo perfura��o de intestino, pode
apresentar-se, de in�cio, em bom estado geral, praticamente sem
dor ou hemorragia. Em nossa experi�ncia, analisando 80 casos de
trauma dos �rg�os genitais ocorridos em menores de 16
anos, observamos que 50% das meninas n�o apresentam dor ou
hemorragia. Estes sintomas distribuem ser igualmente pelos
quatro
grupos anteriormente citados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagn�stico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A amn�sia cuidadosa
revelar� o tempo decorrido entre o trauma e o atendimento, o
tipo de acidente e os sintomas e feridos. Dever� ser pesquisada
presen�a de hemat�ria e eventual comprometimento do
estado geral.</p>
<p style="text-align: justify;">O exame f�sico geral
dever� ser minucioso.</p>
<p style="text-align: justify;">O exame ginecol�gico ser�
apenas superficial, no momento da admiss�o. �
obrigat�rio, no entanto, exame detalhado dos
�rg�os genitais externos e internos, sob anestesia geral,
independentemente do tipo da queixa. Geralmente as pacientes n�o
informam bem a respeito do tipo de acidente e mesmo a
verifica��o de que h� apenas a
vacina��o dos genitais externos n�o dispensa o
exame completo, feito sob anestesia geral. Dever� ser feita
sondagem vesical para verifica��o da cor da urina, e para
facilitar o exame; o toque retal tem por finalidade investigar a
integridade do esfincter anal e da parede retal. A vaginoscopia
poder� ser feita com colpovirgosc�pio ou
espet�culo de virgem.</p>
<p style="text-align: justify;">A constata��o de
perfura��o da vagina, na altura dos f�rnices,
obriga a realiza��o de Laparotomia, principalmente o
trauma for devida empalamento. Temos observado casos de pequenos
pertuitos no fundo do saco posterior, ocasionados pela
penetra��o de objetos pontiagudos, nos quais o
mesent�rio e o intestino se encontravam lesados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Havendo comprometimento grave de
outros
�rg�os, como frequentemente acontece em acidentes
automobil�sticos, o exame e o tratamento da ferida genital
ser�o realizados em um segundo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A investiga��o da exata
extens�o do trauma se faz por exames sob anestesia geral. Em
seguida, procede-se ao tratamento adequado. Havendo apenas
escoria�es, faz-se seu curativo. Ocorrendo
lacera�es da vulva, per�neo e vagina, efetua se a
sutura, utilizando material delicados e fio de catgut 00 simples
para
recompor os tecidos. As les�es de bexiga s�o tratadas por
sutura em dois planos, com catgut simples (na mucosa) e cromado
e
(muscular). Esf�ncter anal e o reto extraperitonial podem ser
suturados prim�ria mente com fio mononylon 4-0, em dois planos.</p>
<p style="text-align: justify;">Constatando se perfura��o
do fundo de saco, ser� indicada Laparotomia para
investiga��o e tratamento de eventuais les�es
internas. De acordo com nossa experi�ncia, esta conduta �
a mais aconselh�vel.</p>
</div>
</div>
</div>
<br>
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</div>
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</div>
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<br>
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