__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Matura��o sexual tardia</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Matura��o sexual tardia<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
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<h2 class="art-PostHeader"></h2>
<a href="http://www.antonini.com.br/paginas/puberdade_tardia-imagem-1.html"><img
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title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/488__320x240_488.jpg"></a>
<p style="text-align: center;">Irm�s. A da direita aos 12 anos
com desenvolvimento normal. A da esquerda, com 15 anos,
puberdade tardia</p>
</div>
<br>
N�o se pode estabelecer, com um crit�rio r�gido, a idade limite para
a ocorr�ncia da matura��o sexual. O psiquismo e os fatores
ambientais exercem influ�ncia no aparecimento dos caracteres sexuais
secund�rios. Em nosso meio, at� os 14 anos, tais caracteres se
tornam evidentes, estando em vias de completar seu desenvolvimento.
Se at� aquela idade, n�o se tiver esbo�ado matura��o sexual,
admite-se o diagn�stico de puberdade tardia (figura 27). O
retardamento da matura��o sexual se acompanha, em geral, da aus�ncia
da menarca.<br>
<br>
<strong>Causas</strong><br>
<br>
As causas da matura��o sexual tardia quase sempre se relacionam com
os de dist�rbios do mecanismo neuro-end�crino que preside a
fisiologia genital feminina. Em alguns casos, o retardo do
desenvolvimento � atribu�do a fator constitucional ou heredit�rio.
Nesta circunst�ncia, n�o se consegue identificar a causa da
puberdade tardia, que pode estar presente em mais de um membro da
mesma fam�lia.<br>
<br>
Causas hipotal�micas � os fatores ambientais e os est�mulos
emocionais se transmitem ao sistema glandular atrav�s do hipot�lamo.
Observa�es interessantes foram feitas em col�gios, nos quais v�rias
adolescentes, que viviam em regime de internato, apresentavam
puberdade retardada. A causa deste dist�rbio do desenvolvimento foi
atribu�da ao padr�o de vida imposto �s jovens, que permaneciam
isolados do conv�vio social, privadas dos est�mulos ambientais.<br>
<br>
Influ�ncias nervosas sobre o hipot�lamo podem determinar
insufici�ncia do fator de libera��o das gonadotrofinas hipofis�rias.
Conseq��ncia deste quadro neuro-end�crino � a s�ndrome de Kallman,
caracterizada por hipodesenvolvimento genital, amenorr�ia e anosmia.<br>
<br>
Causas hipofis�rias � a adeno-hip�fise secreta as gonadotrofinas.
Causas funcionais e org�nicas podem determinar a insufici�ncia
global ou insufici�ncia seletiva do �rg�o. H� insufici�ncia global,
quando n�o somente os ov�rios, mas tamb�m outras gl�ndulas (tire�ide
e adrenais) sofrem as conseq��ncias da falta de estimula��o
hipofis�ria, determinando o quadro de nanismo hipofis�rio. A
insufici�ncia � seletiva, se falta apenas � secre��o de
gonadotrofinas, os ov�rios n�o s�o estimulados, configurando-se o
quadro de eunucoidismo hipogonadotr�fico.<br>
<br>
Causas ovarianas � a disgenesia gon�dica revela o desenvolvimento
sexual deficiente em graus variados. Na s�ndrome de Turner, as
g�nadas s�o rudimentares, em fita�, e encontra-se anomalias
cromoss�micas. Outra causa ovariana da puberdade tardia � a falta de
resposta gonadal � estimula��o das gonadotrofinas: � a S�ndrome de
Savage. � menos expressiva que a de Turnner e a menina afetada n�o
apresenta a �asa� no pesco�o e seu psiquismo � normal, mas seu corpo
tamb�m se desenvolve apenas at� os 10 anos de idade. O mecanismo
dessa s�ndrome est� ligado aos ov�rios que podem ter falta de
receptores para as gonadotrofinas em suas membranas, ou ent�o a
menina possui auto-anticorpos contra os receptores ovarianos de
gonadotrofinas que se unem aos receptores, impedindo que as
gonadotrofinas se liguem e produzam seu efeito. Nesse �ltimo caso �
a dita Doen�a auto-imune, por ser produzida pela pr�pria pessoa.O
esgotamento precoce da massa folicular pode comprometer o
desenvolvimento genital, e culminar com a amenorr�ia definitiva. A
destrui��o dos ov�rios por tumores, por infec�es e pela a��o do
r�dio, e a castra��o cir�rgica, quando ocorrem na puberdade, levam a
quadros de matura��o sexual deficiente.<br>
<br>
Outras causas � o eixo hipot�lamo-hip�fise-ov�rios relaciona-se,
funcionalmente, com outras gl�ndulas. Disfun�es da tire�ide, das
adrenais, do p�ncreas e do f�gado, repercutem sobre as g�nadas e, na
adolesc�ncia, podem perturbar o desenvolvimento genital. Os estados
org�nicos carenciais e os estados consuntivos determinados por
doen�as cr�nicas, entre as quais a tuberculose, afetam o sistema
neuro-end�crino, ocasionando puberdade tardia.<br>
<br>
Crian�a desnutrida. A car�ncia de prote�nas � um fator de atraso no
crescimento, pois al�m das necessidades prot�icas normais do
organismo, o horm�nio de crescimento � montado partindo-se do
�desmonte� das prote�nas e de sua remontagem com a configura��o
estereoqu�mica e com a seq��ncia de amino�cidos que o caracteriza e
permite sua a��o sobre o corpo.<br>
<br>
Crian�a que dorme mal. Grande parte do horm�nio do crescimento �
produzido durante o sono e a crian�a que n�o tem h�bitos saud�veis
de sono, produz pequenas quantidades do horm�nio e, por conseguinte,
cresce menos.<br>
<br>
Crian�a que passa frio. O frio � um dos grandes inimigos do
crescimento, pois desacelera a divis�o das c�lulas das cartilagens
epifisais (c�lulas que ficam nas extremidades dos ossos longos e s�o
respons�veis pelo crescimento do osso em comprimento, atrav�s da
divis�o celular).<br>
<br>
Altera�es enzim�ticas: falha no mecanismo enzim�tico que converte o
colesterol em seus produtos que v�o desde a pregnenolona, passando
pela testosterona no homem, at� o estrog�nio, na mulher.<br>
<br>
S�ndrome de Kallman: os fatores ambientais e os est�mulos emocionais
se transmitem ao sistema glandular atrav�s do hipot�lamo. A S�ndrome
de Kallman, que � o nome dado � esse quadro de atraso no
desenvolvimento, caracteriza-se p�r hipodesenvolvimento genital,
amenorr�ia e anosmia.<br>
<br>
S�ndrome de Ulrich-Turnner: nesse caso, a menina tem os ov�rios
rudimentares e n�o funcionantes, em forma de �fita�. Apresentam uma
esp�cie de �asa� no pesco�o, tecnicamente denominada de Ptirigium
coli e crescem at� a idade de aproximadamente 10 anos, estacionando
o desenvolvimento f�sico e ps�quico nesta idade, sendo imposs�vel
exigir dela, tarefas al�m daquelas poss�veis de serem realizadas por
uma menina de 10 anos, n�o importando se ela tenha 28 anos, 45 anos,
ou mais.<br>
<br>
<strong>Diagn�stico</strong><br>
<br>
Alguns aspectos da anamnese s�o importantes na avalia��o do quadro
cl�nico em quest�o: outros casos de puberdade tardia na fam�lia,
detalhes sobre o parto que gerou a paciente, doen�as que possam ter
ocorrido na inf�ncia e ainda o comportamento da paciente em termos
de vivacidade e aproveitamento nas atividades escolares. O exame
f�sico geral e o exame ginecol�gico permitem avaliar o
desenvolvimento som�tico, o estado nutritivo, o funcionamento dos
diversos aparelhos e verificar se existe, ou n�o, esbo�o de telarca
e de pubarca.<br>
<br>
Os seguintes exames complementares podem ser realizados:<br>
<br>
<ul>
<li>Radiografia do cr�nio para diagnosticar tumores encef�licos e
perfil da sela t�rcica.</li>
<li>Eletroencefalograma.</li>
<li>Dosagem de gonadotrofinas hipofis�rias.</li>
<li>Dosagem de estrog�nios.</li>
<li>Dosagem de 17 KS e 17 OH.</li>
<li>Colpocitologia hormonal.</li>
<li>Ecografia p�lvica e/ou laparoscopia.</li>
<li>Bi�psia de g�nadas.</li>
<li>Provas funcionais da tire�ide e das adrenais.</li>
<li>Provas de fun��o hep�tica.</li>
<li>Rea��o de Mantoux.</li>
<li>Radiografia de m�os e punhos para determina��o da idade �ssea.</li>
<li>Exames citogen�tico, pesquisa de cromatina sexual e
determina��o do cari�tipo.</li>
<li>Provas farmacol�gicas</li>
</ul>
<br>
Alguns testes hormonais podem ser realizados para colaborar na
localiza��o da causa da puberdade tardia:<br>
<br>
<ul>
<li>administra��o do fator hipotal�mico de libera��o dos
gonadotrofinas hipofis�rias. Se ocorrer aumento das
gonadotrofinas, a causa ser� hipotal�mica. Caso contr�rio, ser�
hipofis�ria.</li>
<li>Citrato de clomifeno por via oral, durante cinco dias. Se n�o
ocorrer aumento de gonadotrofinas e de estrog�nios, a casa ser�
hipofis�ria.</li>
<li>progesterona injet�vel via intramuscular durante tr�s dias. Se
n�o ocorrer menstrua��o, o n�vel estrog�nico dever� ser nulo ou
muito baixo.</li>
</ul>
<br>
<strong>Tratamento</strong><br>
<br>
As condi�es ambientais da adolescente devem ser especialmente
cuidadas. Vida social, atividades esportivas e psicoterapia de apoio
devem ser programadas. O tratamento de neoplasias encef�licas � da
al�ada do neurocirurgi�o.<br>
<br>
Se a causa foi hipotal�mica, a estimula��o dever� ser feita pela
administra��o de clomifeno.<br>
<br>
A estimula��o hipofis�rias pode ser feita pela administra��o c�clica
de ester�ides sexuais em pequenas doses, estabelecendo o �feedback�
positivo.<br>
<br>
O tratamento das s�ndromes de Turner e de Savage consiste na
administra��o de estrog�nios e de gestag�nios, em ciclos hormonais
que ser�o repetidos de modo permanente e tem a finalidade de
concorrer para o desenvolvimento dos caracteres sexuais secund�rios,
prevenindo aparecimento precoce dos sinais caracter�sticos da
s�ndrome climat�rica.<br>
<br>
As disfun�es de outras gl�ndulas ser�o tratadas pelo
endocrinologista. Os estados carenciais e as doen�as consuntivas,
pelo cl�nico geral. O tratamento pelos estrog�nios deve ser
controlado pelas radiografias de m�os e punhos, visando o controle
do crescimento.<br>
</div>
</div>
<br>
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