__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<html>
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<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1">
<title>Prote�nas do
l�quido c�falo-raquidiano</title>
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alt="" src="logo.jpg"></h1>
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</b></font></center>
<br>
<h3 style=" text-align: center;" class="art-PostHeader">
Prote�nas do l�quido c�falo-raquidiano
</h3>
<div class="art-PostMetadataHeader">
<div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1"
title="Posts de heinz" rel="author"><br>
</a>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Determina��o
quantitativa<span id="more-7663"></span></p>
<p style="text-align: justify;">1
� INTRODU��O.</p>
<p style="text-align: justify;">Prote�nas
de L�quor � um exame necess�rio ao
arsenal diagn�stico, pois � ele quem, na grande
maioria dos casos acaba por clarear, ou mesmo elucidar um
diagn�stico, desde bacteriol�gico ou
parasit�rio, at� mesmo num caso de AVCH
� acidente vascular cerebral hemol�tico
(vulgarmente chamado de �derrame�), quando
n�o se disp�e de m�todos de tomografia
para se apurar a localiza��o da ruptura do vaso,
ou seja, para se determinar se o derrame � intra-dural, ou
se � extra-dural. Extra-dural � o derrame que
ocorre � n�vel de c�rtex cerebral e
pode ter conseq��ncias apenas motoras, enquanto os
intra-durais s�o rupturas de vasos ao n�vel de
pol�gono de Wills (circuito de art�rias que se
forma da uni�o das car�tidas com a
art�ria bas�lica e irriga toda a base cerebral,
ou mais precisamente, os n�cleos da base que controlam as
fun�es vitais). Se o derrame for extra-dural, o
liquor � l�mpido, enquanto se ele for
intra-dural, o liquor aparecer� avermelhado e se for
analisado ao microsc�pio, evidenciar�
eritr�citos.</p>
<p style="text-align: justify;">2
� PRINC�PIOS DA AN�LISE E USO ATUAL.</p>
<p style="text-align: justify;">As
prote�nas do l�quido cefalorraquidiano se
originam principalmente por ultrafiltra��o do
plasma atrav�s da parede capilar coroidal, ainda que algumas
delas s�o pr�prias do l�quor[1] e
s�o sintetizadas pelo sistema nervoso central. O processo de
ultrafiltra��o elimina a maioria das
prote�nas plasm�ticas de modo que a
concentra��o prot�ica total no
l�quor (150-450mg/l) � muito inferior a do soro
(60-78mg/l).</p>
<p style="text-align: justify;">As
prote�nas totais do LCR s�o medidas comumente por
um procedimento turbidim�trico. Estes procedimentos empregam
�cido sulfossalic�lico com sulfato de
s�dio ou �cido tricloroac�tico ou
ambos para precipitar as prote�nas da amostra. A turbidez do
precipitado � medido por espectrofotometria. A turbidez
produzida pela albumina difere da produzida por uma massa igual de
outras prote�nas globulares, por�m, tem-se
observado que essas diferen�as s�o menos
pronunciadas quando se emprega �cido
tricloroac�tico. Recentemente tem sido proposto o cloreto de
benzet�nio como agente precipitante.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar
do m�todo do biureto apresentar baixo desenvolvimento de cor
no intervalo de concentra��o prot�ica
do LCR, se tem descrito um m�todo Beckman Astra, que aplica
um procedimento cin�tico e uma �ptica muito
sens�vel.</p>
<p style="text-align: justify;">O
m�todo de Lowry � utilizado na Europa,
por�m � pouco utilizado nos Estados Unidos. Este
m�todo emprega o reativo de Follin-Ciocateu e consta dos
seguintes passos:</p>
<p style="text-align: justify;">1-a
prote�na reage com o cobre em solu��o
alcalina;</p>
<p style="text-align: justify;">2-o
complexo cobre-prote�na, a tirosina e o triptofano
presentes reduzem os �cidos fosfotungu�stico e
fosfomol�bdico dando um produto colorido com lmax em 750nm.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem
sido descrito ainda m�todos de fixa��o
de corantes. Quando a prote�na se una ao corante azul
brilhante de Coomassie G-250 se observa um deslocamento da
absor��o m�xima de 465 a 595nm. A
varia��o da absor��o em
595nm se emprega para medir a quantidade de prote�na
presente. Tem sido realizadas diversas
modifica�es para reduzir a variabilidade da
intensidade da cor com as distintas prote�nas, que incluem
uma mistura de dodecilssulfato de s�dio ou metanol e o
emprego de outros corantes, como por exemplo o azul Serva G.</p>
<p style="text-align: justify;">3
� M�TODOS DE REFER�NCIA E ESCOLHA:</p>
<p style="text-align: justify;">A
medi��o exata das prote�nas do LCR
� dif�cil porque estas se encontram em
quantidades muito pequenas e as diferen�as qualitativas que
existem entre a quantidade de imunoglobulina e de albumina presentes
na
amostra do pacientes. Os m�todos usados para a
medi��o total no LCR podem ser
sens�veis, porem d�o resultados inexatos quando
varia a rela��o albumina/globulina.</p>
<p style="text-align: justify;">O
m�todo de fixa��o de corante para
medi��o de prote�nas totais em LCR
� tecnicamente simples e requer apenas de 25 a 100ml de LCR,
no entanto n�o � muito usado devido a dificuldade
de se padronizar os resultados. A sensibilidade varia e a curva
est�ndar � afetada pelas prote�nas
espec�ficas presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como
foi mencionado anteriormente, dado que o ensaio � simples e
sens�vel, e por isso tem sofrido uma s�rie de
modifica�es para superar inconvenientes. A
maioria delas tratam de reduzir a variabilidade das
rea�es entre as prote�nas. BioRad
Laboratories (Richmond, CA.) comercializa um equipamento que emprega o
m�todo de fixa��o de corante.</p>
<p style="text-align: justify;">O
m�todo do biureto est� limitado a instrumentos
que podem detectar varia�es de
absorb�ncia muito pequenas. Este m�todo
apresenta a vantagem da linearidade da
rea��o ser independente da
rela��o imunoglobulina/albumina..</p>
<p style="text-align: justify;">O
m�todo de Lowry � empregado
extensamente na Europa. Necessita apenas de 100 a 200ml de
LCR, por�m � dif�cil de executar, tem
uma baixa linearidade. Entre as drogas que interferem com este
m�todo pode se encontrar os salicilatos,
clorpromazina, tetraciclinas e sulfonamidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos
Estados Unidos as prote�nas totais do LCR s�o
usualmente medidas por m�todos turbidim�tricos.
Tanto o m�todo do �cido
sulfossalic�lico como do �cido
tricloroac�tico s�o aceit�veis e ambos
concordam com os ensaios qu�micos espec�ficos.
Contudo, se tem comprovado que para um n�vel de
1000mg/l de prote�na, o resultado do procedimento do ACA[2]
com �cido tricloroac�tico pode variar entre 730 e
1.150mg/l. O m�todo turbidim�trico
� relativamente sens�vel e n�o
� afetado pela maioria das drogas. Podem
interferir a xantocromina e o metotrexato intratecal. A
turbidez pode ser medida a comprimentos de ondas curtas (430nm) ou
longas (650nm).</p>
<p style="text-align: justify;">4
� AMOSTRAS.</p>
<p style="text-align: justify;">O
LCR pode ser conservado entre 2 e 8oC durante pelo menos cinco dias,
se
for protegido da evapora��o. As amostras que
n�o ser�o processadas neste per�odo
devem ser congeladas � -20oC, imediatamente ap�s
a extra��o.</p>
<p style="text-align: justify;">5
� PROCEDIMENTOS: ENSAIO
TURBIDIM�TRICO COM �CIDO
SULFOSSALIC�LICO.</p>
<p style="text-align: justify;">5.1
� Princ�pio:</p>
<p style="text-align: justify;">A
prote�na � precipitada como part�culas
finas brancas mediante a adi��o de
�cido sulfossalic�lico. A turbidez resultante
� medida por espectrofotometria em 430nm.</p>
<p style="text-align: justify;">5.2
� Reativos:</p>
<p style="text-align: justify;">�cido
sufossalic�lico, 30g/l (118mmol/l). Dissolver 30g de
�cido sulfossalic�lico em 800ml de
�gua destilada e completar para um litro. Conservar em
frasco �mbar. Est�vel durante um ano �
temperatura ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Controle:
L�quor controle.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3
� Ensaio:</p>
<p style="text-align: justify;">Equipamento:
espectrofot�metro para leituras em 430nm.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.1
� Adicionar 1,0ml de �cido
sulfossalic�lico 3% � tr�s tubos de
ensaio devidamente identificados, um para o branco do aparelho, outro
para o padr�o e outro para a amostra.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.2
� Adicionar 0,2ml de padr�o ao tubo
padr�o.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.3
� Adicionar 0,2ml de LCR amostra ao tubo teste. Adicionar
0,2ml de solu��o salina ao tubo branco.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.4
� Se o LCR apresentar colora��o muito
intensa, prepara um branco para amostra utilizado 0,2ml de LCR e 1,0ml
de solu��o salina.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.5
� Cobrir todos os tubos com
tamp�es pl�sticos ou uma pel�cula de
Rolopack� e inverter suavemente v�rias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.6
� Deixar em repouso por 10 minutos em temperatura ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.7
� Selecionar a
absorb�ncia em 430nm no espectrofot�metro e ler a
absorb�ncia do branco, do padr�o e do teste.</p>
<p style="text-align: justify;">5.3.8
� Se a
concentra��o for maior que 2.000mg/l, fazer uma
dilui��o 1:2 com solu��o
salina e ler
novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">5.4
� C�lculos:</p>
<p style="text-align: justify;">5.4.1
� Corrigir a absorb�ncia da amostra com o branco:</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 14pt;"><span>
</span><strong><em><sub><img style="width: 317px; height: 28px;" class="aligncenter size-full wp-image-7670"
title="F�rmula para corrigir a absorb�ncia da amostra com o branco"
src="../img/lcr-3.jpg" alt="F�rmula para corrigir a absorb�ncia da amostra com o branco"></sub></em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">5.4.2
� Ler a absorb�ncia
corrigida a partir da curva estandar para obter a
concentra��o prot�ica.</p>
<p style="text-align: justify;">5.5
� Controles e padr�es:</p>
<p style="text-align: justify;">5.5.1
� Dado que o �cido sulfossalic�lico
produz graus distintos de turbidez com
concentra�es iguais de diferentes tipos de
prote�nas de LCR, � necess�rio
construir uma curva usando um padr�o que possua
uma m�nima rela��o
albumina/globulina, com a amostra processada. Usualmente o LCR e o
soro
tem uma rela��o albumina/globulina
muito parecida, de mod que pode empregar-se para construir a curva
padr�o, uma amostra de soro normal com as
dilui�es apropriadas. A
rela��o albumina/globulina do padr�o
deve encontrar-se entre 1,0 e 1,5 (adimensional).</p>
<p style="text-align: justify;">5.5.2
� Para preparar a curva padr�o, deve-se diluir um
controle de soro que contenha 70g/l de prote�nas totais com
solu��o salina para obter 5
dilui�es cujas
concentra�es prot�icas se encontrem
entre 100 e 1.500ml/l.</p>
<p style="text-align: justify;">Quadro
I � M�todo de preparo da curva de
calibra��o.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 494px; height: 134px;"
class="aligncenter size-full wp-image-7667" title="Tabela: M�todo de preparo da curva de calibra��o"
src="../img/lcr-1.jpg" alt="Tabela: M�todo de preparo da curva de calibra��o"></p>
<p style="text-align: justify;">5.5.3
� Curva padr�o: Construir a curva
padr�o representando a absorb�ncia em 430nm contra
a concentra��o de prote�na. Deve
resultar numa linha reta que passa pela origem.</p>
<p style="text-align: justify;">5.5.4
� A curva padr�o deve ser repetida quando houver
uma troca de espectrofot�metro ou de l�mpada, ou
quando o lote de controle de qualidade ou a amostra controle de
qualidade n�o d�o valores esperados.</p>
<p style="text-align: justify;">6
� NOTAS:</p>
<p style="text-align: justify;">6.1
� A primeira gota de LCR deve ser adicionada lentamente ao
�cido sulfossalic�lico. Se imediatamente se
formar uma nuvem densa (precipitado), a
concentra��o prot�ica est�
muito elevada e dever� se proceder uma
dilui��o. Neste caso, o resto dos 0,2ml de
amostra n�o deve ser adicionado ao �cido, devendo
ser devolvido ao tubo original. A dilui��o do LCR
poder� ser feita com salina.</p>
<p style="text-align: justify;">6.2
� Se o LCR contiver eritr�citos, deve ser
centrifugado antes de ser processado.</p>
<p style="text-align: justify;">7
� INTERVALO DE REFER�NCIA:</p>
<p style="text-align: justify;">A
maioria das prote�nas do LCR se originam por
ultrafiltra��o e apenas uma pequena quantidade
� produzida dentro de sistema nervoso central. A
composi��o das prote�nas do sistema
nervoso central difere das plasm�ticas, j� que se
encontra uma propor��o muito maior de
prote�nas de baixo peso molecular. Isto se atribui a
barreira hematoencef�lica que atua como um filtro. A
albumina � a prote�na predominante no LCR normal
(55 a 75% do total).</p>
<p style="text-align: justify;">Em
estados patol�gicos, a barreira se torna mais porosa e
aumenta a produ��o de prote�nas,
essencialmente IgG. Em qualquer desta condi�es,
as prote�nas se elevam. As prote�nas totais medem
comumente a integridade da barreira hematoencef�lica e um
aumento de prote�nas no LCR usualmente est�
associado a um processo inflamat�rio. No quadro abaixo,
� apresentado um resumo do aumentos de prote�nas
no LCR, que podem ser observadas em diversas enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Quadro
II - Patologias que elevam a
concentra��o de prote�nas no LCR.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 482px; height: 666px;"
class="size-full wp-image-7668 aligncenter" title="Tabela: Patologias que elevam a concentra��o de prote�nas no LCR"
src="../img/lcr-2.jpg" alt="Tabela: Patologias que elevam a concentra��o de prote�nas no LCR"></p>
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<div style="text-align: center;">
<meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8">
<div id="comments" style="padding: 0px 20px; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;">
<p class="commenttitle" style="margin: 0px 0px 20px; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 13px; text-align: left; font-weight: bold; padding: 2px 0px; font-variant: normal; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156);">2
Coment�rios</p>
<ol class="commentlist" style="list-style: none; margin: 0px; padding: 0px;">
<li id="comment-968" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
alt="" src="http://0.gravatar.com/avatar/32a24f0ddff2cd3827ea8fc3425f2f34?s=32&d=identicon&r=g"
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class="avatar avatar-32 photo" style="border: 0px; padding: 0px; float: left; margin: 0px 5px 0px 0px; background: rgb(255, 255, 255);"
width="32" height="32">
<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">1</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Mayara
Aoyama</span> <span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://antonini.psc.br/com/?p=7663#comment-968"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">Ol�, Estou fazendo minha
monografia para conclus�o de curso e o assunto � o
Liquorgrama. Gostei muito do texto e gostaria de saber se h� a
possibilidade de me disponibilizar as ref�ncias do mesmo.
Ficaria muito grata.<br>
Att,<br>
Mayara Aoyama</p>
</li>
<li id="comment-969" class="commentbody" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 5px; border: 1px solid rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);">
<div class="commenthead" style="color: rgb(0, 0, 0); padding: 5px 0px 10px; margin: 0px 0px 10px; border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); background: rgb(255, 255, 255);"><img
alt="" src="http://2.gravatar.com/avatar/5aca9c3a7c5f08b515809c0c7116af32?s=32&d=identicon&r=g"
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width="32" height="32">
<div class="commentcount" style="float: right; color: rgb(170, 170, 170); font-size: 20px; margin: 0px; padding: 5px 0px 0px; font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;">2</div>
<span class="authorlink" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Vladimir
Antonini</span> <span class=""></span><br>
<a class="commentlink" href="http://antonini.psc.br/com/?p=7663#comment-969"
title="" style="color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; font-size: 10px;"></a></div>
<p style="margin: 0px 0px 12px;">Mayara Aoyama:<br>
Me esqueci de colocar no artigo. Usei basicamente o Kaplan (em
espanhol) para escrev�-lo, mas apanhei alguns conceitos e
mecanismos do Stryer (bioqu�mica).</p>
</li>
</ol>
<ol class="commentlist" style="list-style: none; margin: 0px; padding: 0px;">
</ol>
</div>
<div class="navigation" style="font-size: 11px; margin: 40px 0px 0px; padding: 2px 0px 17px; border-top: 1px dashed rgb(0, 113, 156); border-bottom: 1px dashed rgb(0, 113, 156); color: rgb(0, 0, 0); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;"><br
class="Apple-interchange-newline">
</div>
</div>
<span style="font-weight: bold;"></span></div>
</div>
<div id="footer"></div>
<br>
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</html>