__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Inflama�es genitais altas</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Inflama�es genitais altas<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: center;">
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<p style="text-align: justify;">Considera-se de
localiza��o alta, a inflama��o dos
�rg�os genitais situados acima do �stio uterino,
com comprometimento do perit�nio p�lvico. As
inflama�es genitais altas n�o s�o
frequentes na inf�ncia e na adolesc�ncia, pois, a atividade
sexual e os ciclos gr�vido-puerperais raramente ocorrem naquela
as fases da vida feminina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Etiopatogenia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bact�ria s�pticas
(estreptococus, estafilococus, colibacilos, proteus e
pseudomonas),
gonococos e bacilo de Koch, s�o agentes infecciosos causadores
de infec��o p�lvica. Cada um deles tem sua via de
acesso preferencial. As bact�rias s�pticas valem-se de
solu�es de continuidade dos epit�lios de
revestimento, propagando se pelas vias linf�tica e
sangu�nea. O gonococo caminha em superf�cie, e atinge os
�rg�os p�lvicos, ultrapassando o istmo uterino, a
partir da infec��o da c�rvice. A tuberculose
genital localiza-se, preferencialmente, nas tubas e no perit�nio
p�lvico, sendo de localiza��o secund�ria;
admite-se que os focos prim�rio se situem nos pulm�es ou
no trato gastrointestinais, e que a propaga��o se
fa�a por via sangu�nea. Todo processo inflamat�rio
apresenta tr�s fases em sua evolu��o: aguda,
subaguda e cr�nica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casos mais graves de
infec��o s�ptica de adolescentes decorrem de
ciclos gr�vido-puerperais. Partos realizados a domic�lio
e abortamentos praticados em condi�es prec�rias
de assepsia, ocasionam a infec��o. Partindo da
dec�dua, as bact�rias atingem o miom�trio e para
pagam-se as demais estruturas comprometendo o perit�nio
p�lvico e toda a cavidade abdominal.</p>
<p style="text-align: justify;">A gonococcia alta � mais rara na
inf�ncia na adolesc�ncia, mas s�o descritos casos de
ascens�o do gonococo, que compromete preferencialmente os
anexos.</p>
<p style="text-align: justify;">A tuberculose genital tem
evolu��o peculiar, n�o ocorrendo, em geral, a fase
aguda no processo inflamat�rio. As tubas e o perit�nio
p�lvico s�o comprometidos inicialmente,, e o
endom�trio � atingido em cerca de 50% dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagn�stico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As inflama�es
s�pticas e gonoc�cicas, de um lado, e as tuberculosas de
outro, tem caracter�sticas pr�prias, com refer�ncia
a seus aspectos cl�nicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A anamnese revelar� a
ocorr�ncia de atividade sexual, e de abortamentos e partos
recentes.
</p>
<p style="text-align: justify;">A fase aguda da
inflama��o � caracterizada por dor intensa no
hipog�strio nas fossas e il�acas. A temperatura corporal
� elevada. N�useas, v�mitos e sudorese, podem
acompanhar o quadro sintom�tico. � palpa��o
do abdome h� intensa rea��o dolorosa; a manobra de
descompress�o brusca �, quase sempre, positiva.
Cole�es purulentas e eventualmente formadas encontram-se
na pelve e em localiza�es mais altas: goteira
parieto-c�lica, espa�o subfr�nico e bloqueadas por
al�as intestinais. O toque � dificultado pela
rea��o dolorosa intensa. O exame especular revela a
sa�da de sangue e / ou secre��o purulenta pelo
colo do �tero. O exame f�sico geral � da maior
import�ncia para se ajuizar da gravidade do quadro. As faces de
sofrimento e o aspecto das mucosas devem ser observadas. A
diurese deve
ser rigorosamente controlada.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicam-se os seguintes exames
complementares:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
Hemograma.</li>
<li>
Hemossedimenta��o � para registro inicial e
controle de tratamento.</li>
<li>
pun��o do fundo de saco de Douglas: se o toque revelar
abscesso p�lvico.</li>
<li>
cultura e antibiograma: o material pode ser colhido pela
puls�o referido no item 3, ou, no decorrer de laparotomia, por
ocasi�o da drenagem de abscessos situados no abdome.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infec��o
tuberculosa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sintomatologia n�o �
caracter�stica. Algumas refer�ncias colhidas pela na
anamnese poder�o, no entanto, conduzir � suspeita
diagn�stica: dor hipog�strica, febr�cula
vespertina, anorexia e emagrecimento, antecedentes pessoais ou
familiares da doen�a, antibioticoterapia anterior sem resultado,
ciclos hipooligomenorr�icos ou amenorr�ia
secund�ria. Pelo exame f�sico geral, pode-se constatar
pan�culo adiposo escasso e temperatura corporal discretamente
elevada. O exame do abdome pode revelardor �
palpa��o profunda no hipog�strio e nas
for�as il�acas. O abdome pode apresentar se difusamente
aumentado de volume, dando a impress�o de conter
forma��o c�stica; tal se verifica na
presen�a de ascite bloqueada por al�as intestinais e pelo
epicolon.</p>
<p style="text-align: justify;">Recorre-se a exames complementares
para
confirma��o da tuberculose genital:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
radiografia do t�rax.</li>
<li>
rea��o de Mantoux.</li>
<li>
curetagem de prova: o material obtida destinado exame
histopatol�gico e inocula��o em cobaias.</li>
<li>
laparoscopia.</li>
<li>
Laparotomia explorat�ria e bi�psia de les�es
suspeitas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As medidas terap�uticas �s
seria adotadas t�m dupla finalidade: combater a
infec��o e promover a recupera��o
morfol�gica e funcional dos �rg�os afetados. Este
�ltimo aspecto � da maior import�ncia, tendo em
vista a idade das pacientes, as quais se deve assegurar a
capacidade
reprodutora. A atitude conservadora recomend�vel por�m,
nem sempre pode ser adotada, pois em certos casos, a
infec��o p�e em risco a vida das pacientes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/inflamacal_genital_alta-imagem-1.html"><img
style="border: 0px solid ; width: 320px; height: 209px;" alt="Clique para ampliar"
title="Clique para ampliar" src="http://www.antonini.com.br/img/462__320x240_462.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;">Necrose de �tero. Aspecto externo</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antonini.com.br/paginas/inflamacal_genital_alta-imagem-2.html"><img
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<a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/puberdade/463.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic463">
</a>Necrose de �tero. Aspecto interno</div>
</div>
</div>
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