__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Os Persas</title>
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Os Persas
</h2>
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</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Entre
o mar Cáspio e o golfo
Pérsico fixaram-se, a partir do nono século a.C.,
dois
povos de origem indo-européia: os Medos e os Persas. Os
primeiros ocuparam as terras férteis do sul do mar
Cáspio
e logo desenvolveram seu reino independente (800 a.C.). Mais tarde (612
a.C.) tiveram de libertar-se do jugo assírio, que os havia
submetido juntamente com toda a legião.<span id="more-5941"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ciáxares,
rei da Média,
aliou-se a Nabopalasar, da Babilônia, destruindo
Nínive. A
Média passou a expandir suas fronteiras. Morto
Ciáxares,
seu filho Astíages não teve a simpatia dos nobres
de sua
corte, que se aliaram a Ciro, rei da Pérsia; este o
derrotou,
fundindo a Média e a Pérsia em um só
reino.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
persas, habitando a região
mais ao sul, próxima do golfo Pérsico,
não tinham
os recursos naturais de seus vizinhos do norte. Sua vida era mais dura
e assim também a disciplina com que eram criados seus
filhos:
aprendiam a montar a cavalo, a manejar o arco e a jamais mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">Após
a conquista da
Média, o poder dos persas passou a crescer e a assustar
alguns
de seus vizinhos. Entre eles estava Creso, rei da Lídia, que
resolve fazer uma guerra preventiva contra Ciro. Não
é
feliz, porém, e seu exército é
derrotado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vendo-se
perdido, para fugir à
vingança de Ciro, Creso manda armar uma grande fogueira.
Nela se
atira com toda a família. O rei persa, chegando a tempo,
salva
da fogueira seu adversário. E, demonstrando grande
generosidade,
transforma-o em um de seus conselheiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Após
a conquista da
Lídia, Ciro estende seus olhos para a Mesopotâmia,
de onde
os Medas, um dos povos componentes da nação
persa,
saíram após ajudarem a aniquilar o
Império
Assírio, séculos antes. Era preciso vencer a
Babilônia para dilatar seus domínios
até o
Mediterrâneo. Em 538 as tropas persas derrotam os
babilônios com grande facilidade, sendo destronado Baltasar,
último rei dos caldeus, famoso pelo seu gosto pelos prazeres
e
festins.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
vencer a babilônia, Ciro deu
mais uma vez mostra do seu espírito generoso: liberta o povo
hebreu, ali cativo desde (612 a.C.), quando foi vencido, na Palestina,
por Nabucodonosor. Os hebreus retornam à sua terra e
reedificam
o templo de Salomão.</p>
<p style="text-align: justify;">O
único grande império
até então livre do domínio persa era o
Egito.
Ciro, porém, não o conquista, tendo morrido em
529 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu
filho Cambises, o novo rei,
empreende a conquista do Egito. Em 525 a.C., na batalha de Pelusa, os
egípcios são vencidos com certa facilidade. Os
persas
demonstrando habilidade, colocaram numerosos gatos à frente
de
seu exército. Sendo aqueles animais considerados sagrados,
os
egípcios para não feri-los, acabaram sendo
derrotados. Ao
contrário de Ciro, Cambises não era inteligente
nem
generoso. Não sabia respeitar os povos conquistados. Por sua
ordem foi morto o Boi Ápis, animal sagrado para os
egípcios, provocando grande comoção.</p>
<p style="text-align: justify;">Além
disso, não soube
reprimir desordens nem abusos no país vencido. Tendo
ordenado a
morte de seu próprio irmão, para não
ter
concorrente ao trono, Cambises não teve
condições
de sufocar uma revolta ocorrida na Pérsia, durante sua
campanha
do Egito. Desesperado, suicidou-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu
sucessor foi Dário, o Grande
Rei, cujos primeiros atos foram sufocar as revoltas que se espalhavam
pelo reino e derrotar alguns rivais que pretendiam o trono. A seguir,
tratou de expandir ainda mais seu império, que ia do rio
Indo
até a Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">A
seguir, deu-lhe
organização. Dividiu-o em 31
províncias ou
Satrápias, à frente de cada uma colocou um nobre
de sua
confiança. Apesar disso tinha vários
funcionários
que visitavam as Satrápias em seu nome, ouvindo o povo e
vendo
os atos do Sátrapa. Eram os “olhos e ouvidos do
rei”.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças
a esses
funcionários, Dario mantinha inteiro controle sobre seus
vastos
domínios. Estradas reais ligavam todas as
províncias,
permitindo o rápido deslocamento de tropas e as
transações comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Dario,
apesar de não ser o
criador da moeda, foi seu divulgador. Mandou cunhar o
“Dárico”- moeda nacional, que circulava
em todas as
Satrápias, facilitando o comércio.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi
digno de admiração o
sistema de correios, estabelecido no Império Persa.
Mensageiros
velozes faziam chegar a correspondência a todas as cidades
mais
importantes, mantendo sua unidade político-administrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Um
perfeito sistema de cobrança
de impostos tornou próspero o tesouro real, aumentando cada
vez
mais o prestígio desse rei, quase Todo-Poderoso. A ocidente
de
seus domínios, porém, despertava um povo de
navegadores,
que começou a preocupar Dario. Eram os gregos, que haviam
ajudado algumas colônias persas do Mediterrâneo a
revoltarem-se contra o Grande Rei.</p>
<p style="text-align: justify;">Para
punir os gregos, Dario ordena uma
expedição militar. Os persas são
derrotados, na
planície de Maratona, perto da cidade de Atenas (490 a.C.).</p>
<p style="text-align: justify;">Dario
morre sem vencer os gregos. Seu
filho Xerxes, prosseguindo a guerra, também é
derrotado
nas batalhas de Salamina e Platéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Desistindo
de combater os gregos em seu
território, os persas recuam. Mais tarde, o grande
conquistador
macedônio Alexandre, tendo dominado os gregos
avança sobre
o território persa, sem encontrar resistência
séria. Termina por conquistar o grande Império,
cujo
último rei, Dario III, fora assassinado por um de seus
Sátrapas, durante a campanha de Alexandre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O
Grande Império Que Durou Dois
Séculos</h4>
<p style="text-align: justify;">A
leste da Mesopotâmia ficam
situadas terras elevadas – o planalto do Irã. Seu
clima
é extremamente rude. O calor abrasador e a pequena queda de
chuvas faz aparecer o deserto no interior. Por outro lado sopram ventos
velozes e, no inverno, a temperatura cai abaixo de zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao
sul do mar Cáspio
localizaram-se, a partir do ano 2000 a.C., os <strong>medas</strong>,
de raça indo-européia, formando o reino da <strong>Média</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas
proximidades do Golfo
Pérsico, ao sul do planalto, estabeleceram-se os <strong>persas</strong>,
povo da mesma origem dos medas.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente,
os medas dominam os
persas e chegam a fazer guerra aos assírios, sitiando sua
capital (Nínive) e derrotando os generais de Assurbanipal. O
organizador dos medas foi <strong>Fravortes</strong>,
sucedido por <strong>Ciáxares
</strong>- o verdadeiro construtor
do Império <strong>Meda</strong>.
Aliado a Nabopalasar, rei da Babilônia, destrói
Nínive e o poderio dos assírios. Após
Ciáxares, sobre ao trono da Média seu filho
Astíages, que se revela fraco e indeciso. A Média
é, então, conquistada por Ciro, rei dos persas,
que une
os dois reinos sob sua direção,
começando a
formação do maior império
até então
organizado no Oriente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os
persas, sob Ciro, estendem sua
dominação à Lídia, salvando
da morte o rei
Creso, que tentara suicidar-se, ao ser vencido. A seguir, as tropas
persas avançam para as margens do Mediterrâneo,
combatendo
as colônias gregas que se aviam aliado a Creso, contra Ciro.
Marcha depois para leste, estendendo seus domínios
até o
Rio Indo. Em seguida ataca a Babilônia, onde é
recebido
festivamente. Ali presta homenagem ao deus Marduk e é
generoso
com os judeus, cativos desde os tempos de Nabucodonosor. Devolve-lhes
os objetos sagrados que haviam sido roubados pelos babilônios
e
lhes permite voltar à Palestina, para
reconstruírem o
templo de Jerusalém. A seguir anexa a seus
domínios a
Síria e a Palestina. Pretendeu conquistar o Egito, mas vem a
falecer e é sepultado em Pasárgada. Seu filho
Cambises
herda o trono. Bastante diferente do pai, invejoso, cruel e
sanguinário, seu reinado é uma
sucessão de crimes
e desastres. Antes de partir para conquistar o Egito, manda assassinar
secretamente seu irmão. No Egito, submetido às
suas
tropas na batalha de Pelusa, pratica todos os excessos: executa o
faraó, viola múmias e templos, pune cruelmente a
população. Suas tropas partem para conquistar
Cartago,
mas voltam do caminho, dizimadas pelas perdas de soldados no deserto.
Tenta, a seguir, ocupar a Núbia e a Líbia, sem
sucesso.
Enfurecido e atribuindo aos egípcios seu fracasso, mata o
boi
Ápis, provocando geral consternação.
Em 522 a.C.,
retira-se do Egito e vem a saber que o trono persa estava ocupado por
um usurpador, Gaumata, que se fazia passar pelo seu irmão
assassinado. Regressa às pressas à
Pérsia, mas,
desesperado, acaba por suicidar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Após
um período de lutas
internas e nas colônias, sobe ao trono Dario. Seu primeiro
trabalho é sufocar as revoltas e impor sua autoridade.
Após 7 anos de lutas é o rei
incontestável dos
persas e de todo o seu império. A seguir estabelece uma
organização administrativa
extraordinária,
através da qual dirige com mão de ferro suas
Satrápias. Ao fim de seu governo faz guerra aos gregos da
Europa
e é derrotado. Morre sem poder vingar-se. Seu filho Xerxes,
bem
como os outros sucessores, também não conseguem
triunfar
sobre os gregos, em guerras que se estendem por meio século
(492-449 a.C.). Ao fim, enfraquecido, o grande império
é
conquistado por Alexandre da Macedônia que, com a queda de
Persépolis (330 a.C.), liquida-o definitivamente. Menos de
200
anos bastaram para fazer ruir por terra o poderoso império
de
Ciro e Dario, apesar de sua grande vitalidade e magnífica
organização.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns
Aspectos do Império Persa</h4>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">
<span class="shutterset_singlepic601"><img
style="float: right; width: 167px; height: 300px;"
class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/601.jpg" alt="O Grande Rei"
title="O Grande Rei"></span><a
href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/601.jpg"
title="" class="shutterset_singlepic601"> </a>
<strong>O GRANDE REI</strong>
– Dario ficou conhecido pelos seus contemporâneos
como
“o Grande Rei”. Isso se deve em parte à
sua
extraordinária capacidade administrativa:
criação
das Satrápias; construção de estradas;
eficiente
sistema de correis; vulgarização da moeda;
controle
sábio de numerosos povos de cultura diferente que lhe
pagavam
tributos, respeitando sua soberania; eficiente dispositivo militar. O
império persa estendia-se, ao tempo de Dario, dos mares
Mediterrâneo, Negro, Cáspio e Aral ao deserto da
Arábia, Golfo Pérsico e Oceano Índico.
A leste ia
até o rio Indo.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>ARQUITETURA
</strong>- Ao
contrário do Egito, na Pérsia, dominava uma
religião sem ídolos e templos. Assim as artes
sofreram
influência de outra ordem. A arquitetura, por exemplo, em vez
de
construir templos, edificou palácios majestosos, como os de
Persépolis, Susa, Ecbátana e
Pasárgada. Apesar de
sofrer forte influência dos povos vizinhos, a arquitetura
persa
teve algo de nacional, especialmente na forma de seus
capitéis,
representando cabeças de touros. Além dos
palácios
reais, os arquitetos persas distinguiram-se na
construção
dos túmulos para seus reis.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>ESCULTURA</strong>
– A
escultura quase sempre está a serviço da
arquitetura. Na
Pérsia ficaram famosas as estátuas de touros
alados, e as
decorações em baixo-relevo nas paredes dos
palácios reais, representando cenas da época.
Eram feitas
em pedra ou tijolos esmaltados, à semelhança dos
assírios. Além desses materiais eram
também
utilizados: o ouro, o bronze e o marfim, sob a forma de placas,
decorando as paredes dos palácios.</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">Os
Adoradores do Fogo</h4>
<p style="text-align: justify;">Nos
primeiros tempos os persas eram
adoradores dos elementos básicos da natureza: a luz
(dividida em
“luz do dia” – Sol e “luz da
noite”
– Lua); a água; a terra e o vento.</p>
<p style="text-align: justify;">A
partir do século VII a.C. uma
reforma profunda produziu-se. Inspirados em <strong>Zoroastro
</strong>ou
<strong>Zaratustra</strong>,
o padroeiro da <strong>Alquimia</strong>,<strong>
</strong>criou-se na
Pérsia o <em>Mazdeísmo</em>,
religião que se baseia na existência de dois
poderes: o
Bem (Ormuz) e o Mal (Arimã).</p>
<p style="text-align: justify;">As
duas forças estão
permanentemente em luta. Ormuz personifica todas as coisas e
sentimentos bons da vida. Arimã, todos os vícios
e
atitudes negativas. Na luta entre o Bem e o Mal o homem deve participar
ao lado de Ormuz. Ao fim dos tempos, o Bem triunfará, mas os
homens podem ajudar a antecipar sua vitória final,
praticando a
virtude, amando o trabalho, combatendo a mentira, lutando contra as
ervas daninhas e os animais prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">O
homem tem uma alma imortal. À
sua morte ele é julgado pelas obras que praticou. Se foi
bom,
atravessará uma ponte larga e segura sobre um abismo e
herdará o paraíso. Se foi mau, a ponte se
estreitará cada vez mais, e ele cairá no abismo
de trevas
onde sofrerá os castigos infernais. Se suas obras boas
equivalerem às más, irá para um
terceiro local
– um purgatório.</p>
<p style="text-align: justify;">O
corpo era considerado
“propriedade” de Arimã e, como tal,
desprezado
após a morte. Para não profanar a terra, os
cadáveres eram dependurados em postes, onde ficavam
à
disposição dos abutres. Em casos especiais eram
cobertos
de cera e enterrados. Somente aos reis, devido à sua
natureza
divina, eram dados túmulos.</p>
<p style="text-align: justify;">O
fogo era adorado ao ar livre,
geralmente em pontos elevados, onde se erguiam altares para seu culto.
Devido a isso, são desconhecidos templos religiosos na
Pérsia, ao contrário de outros povos vizinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após
a morte de Zoroastro sua
religião sofreu modificações. Ainda
hoje,
porém, tem seguidores na Índia – os <em>Pársis</em>,
com cerca de 100 mil adeptos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mithrydathes</h4>
<p style="text-align: justify;">Rei
do Ponto, um reino no oriente
médio em terras do atual Irã e que fora uma
Satrápia Persa durante muitos anos, foi o primeiro a
pesquisar
os venenos e a procurar seus antídotos, fazendo seus ensaios
imunológicos em seus prisioneiros de guerra, sendo ele
considerado o precursor das horrendas e cruéis
experiências realizadas por médicos e
“cientistas” durante as grandes guerras, como
pôr
exemplo o sombrio holocausto nazista da segunda guerra mundial.</p>
<p style="text-align: center;">
<span class="shutterset_singlepic602"><img
style="border: 0px solid ; width: 652px; height: 433px;"
class="ngg-singlepic ngg-center" src="../img/602.jpg"
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<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;">
<div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img
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</div>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><span class="shutterset_singlepic602"></span>
</p>
<span style="text-decoration: underline;"><br>
</span>
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