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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"> <title>Alexander Fleming</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"> <h1 style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="logo.jpg"></h1> </div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font></center> <br> <h2 style="text-align: center;" class="art-PostHeader"> Alexander Fleming </h2> <div class="art-PostMetadataHeader"> <div class="art-PostHeaderIcons art-metadata-icons"><a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/?author=1" title="Posts de heinz" rel="author"><br> </a> </div> </div> <p style="text-align: justify;">Coube a <strong>ALEXANDER FLEMING</strong>, um <strong>químico-fisilogista </strong>(o mesmo que o<strong> Farmacêutico-bioquímico</strong> de hoje) especializado em <strong>microbiologia,</strong> a honra e a glória de descobrir, de forma acidental e inacreditável, diga-se de passagem, a <strong><em>Penicilina</em></strong>, o primeiro antibiótico do mundo.<span id="more-6180"></span></p> <p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/672.jpg" title="" class="shutterset_singlepic672"> </a><a href="../paginas/hfar-alexander_fleming-imagem-1.html"><img style="border: 0px solid ; width: 319px; height: 240px; float: left;" class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/672__320x240_672.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a><strong>FLEMING </strong>era um cientista notável, um estudioso nato, vivia praticamente fechado em seu laboratório localizado no <strong>Saint Mary’s Hospital of London</strong>, pesquisando o tempo todo, sendo por isso cognominado de <strong>“rato de laboratório</strong>” por seus colegas. Era um tanto <strong><em>desleixado</em></strong> com seus pertences e fazia habitualmente suas refeições (sanduíches) no laboratório, para não perder tempo em seus ensaios e pesquisas.</p> <p style="text-align: justify;"> <span class="shutterset_singlepic673"><img style="width: 245px; height: 309px; float: right;" class="ngg-singlepic ngg-right" src="../img/673.jpg" alt="Colônia do fungoPenicillium sp" title="Colônia do fungoPenicillium sp"></span> Certo dia guardou um resto de pão em uma gaveta do laboratório esquecendo-se dele. Algum tempo depois ele o encontrou totalmente embolorado e por uma simples atitude altruística resolveu observar o bolor ao microscópio. Para sua surpresa não encontrou uma bactéria sequer, apenas colônias do fungo <em>Penicillium sp<strong>.,</strong></em> facilmente identificável por sua conidiogênese característica. Esse fato o intrigou, mas extremamente atarefado, não deu muita atenção ao fato até que, como todo bom desleixado que se preze, necessitou de meios de cultura de ágar-sangue e como tinha utilizado todo seu estoque de placas de petri e empilhado-as sujas sobre a pia sem limpar e esterilizar as placas para refazer os meios de cultura, foi obrigado a proceder a tal limpeza. Quando começou a manipular as placas de petri notou que nelas existiam <a href="../paginas/hfar-alexander_fleming-imagem-2.html"><img style="border: 0px solid ; width: 319px; height: 240px; float: left;" class="ngg-singlepic ngg-left" src="../img/674__320x240_674.jpg" alt="Clique para ampliar" title="Clique para ampliar"></a>colônias de aspecto semelhante ao fungo que estava no pão bolorento que já lhe havia intrigado e ainda, para sua surpresa, as colônias de <em>Staphylococcus aureus</em> que ele havia semeado naquelas placas e que haviam crescido normalmente, agora estavam mortas. Levou novamente o <strong>intruso</strong> ao microscópio e identificou outra vez o fungo que estava lhe perseguindo: <em>Penicillium sp<strong>.</strong></em>. Constatada a presença deste fungo, surgiu a inevitável pergunta: <strong>“o que este fungo tem a ver com a morte das colônias de </strong><em>Staphilococcus aureus<strong>?</strong></em><strong>“</strong> Após muita pesquisa, ele conseguiu responder a essa pergunta e isolar a toxina produzida pelo <em>Penicillium sp<strong>.</strong></em>, testando-a em diversos tipos de infecções e requerendo sua patente como <strong>Penicilina</strong>, o primeiro antibiótico verdadeiro produzido.</p> <p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.cienciasdasaude.org/portal/wp-content/gallery/historia/674.jpg" title="" class="shutterset_singlepic674"> </a> Em 1945 Fleming recebeu o <strong>Prêmio Nobel de Medicina</strong> e por empenho do Papa Pio XII, foi eleito para a <strong>Academia de</strong> <strong>Ciências do Vaticano</strong> mesmo sendo <strong>Maçom </strong>e cuja afiliação Maçônica era do conhecimento de <strong>Sua Santidade o Papa Pio XII. </strong></p> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir" title="Imprimir" src="../img/print.png"></a></div> <p style="text-align: justify;"></p> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> </div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>