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<title>Como funcionam as c�lulas-tronco</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Como funcionam as c�lulas-tronco </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
1 de dezembro de 2009 | Autor: antonini<br>
<br>
<br>
Dentro de um embri�o que tem aproximadamente o tamanho do ponto
final desta frase, h� dezenas de c�lulas-tronco. C�lulas-tronco s�o
pluripotentes, o que significa que elas podem se desenvolver em cada
c�lula, cada tecido e cada �rg�o no corpo humano.<br>
<br>
Seu potencial quase ilimitado fez das c�lulas-tronco um foco
significante nas pesquisas m�dicas. Imagine ter a habilidade de
devolver a mem�ria a um paciente com Alzheimer (em ingl�s), repor
pele perdida durante um terr�vel acidente ou habilitar uma pessoa em
cadeira de rodas a andar novamente. Mas antes dos cientistas poderem
usar c�lulas-tronco para fins m�dicos, eles devem primeiro aprender
como utilizar seu poder. Eles n�o podem tratar uma doen�a at� que
aprendam como manipular c�lulas-tronco para desenvolv�-las nos
tecidos ou �rg�os espec�ficos.Neste artigo, veremos as
c�lulas-tronco, descobriremos como elas funcionam, veremos seu
potencial para tratar doen�as e entraremos nos bancos de dados que
cercam suas pesquisas e usos.<br>
Foto cedida por Universidade de Wisconsin, Board of Regents</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
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<img src="../img/stem-cell-411.jpg" alt="">
<div style="text-align: justify;"><br>
Na imagem acima, vista microsc�pica 10x de uma col�nia de
c�lulas-tronco embri�nicas (as col�nias de c�lulas-tronco s�o as
massas redondas e densas de c�lulas)</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong> Princ�pios b�sicos das
c�lulas-tronco</strong><br>
Uma c�lula-tronco � essencialmente o bloco de constru��o do corpo
humano. As c�lulas-tronco dentro de um embri�o eventualmente
crescer�o em cada c�lula, �rg�o e tecido no corpo do feto. Diferente
de uma c�lula regular, que pode apenas se replicar para criar mais
de seu pr�prio tipo de c�lula, uma c�lula-tronco � pluripotente.
Quando se divide, ela pode formar qualquer uma das 220 diferentes
c�lulas no corpo humano. As c�lulas-tronco t�m tamb�m a capacidade
de auto-renova��o � elas podem se reproduzir muitas vezes.<br>
<br>
H� dois tipos de c�lulas-tronco: c�lulas-tronco embrion�rias e
c�lulas-tronco adultas. C�lulas-tronco embrion�rias v�m de um
embri�o � a massa de c�lulas na primeira fase no desenvolvimento
humano que, se implantada no �tero feminino, eventualmente
desenvolver� um feto. Quando o embri�o est� entre o terceiro e o
quinto dia de idade, ele cont�m c�lulas-tronco, que est�o
trabalhando para criar os v�rios �rg�os e tecidos que formar�o o
feto.<br>
<br>
Os adultos tamb�m t�m c�lulas-tronco no cora��o, c�rebro, medula
�ssea, pulm�es e outros �rg�os. Eles s�o nossos kits de reparos
embutidos, regenerando c�lulas danificadas por doen�as, ferimentos e
desgaste di�rio. As c�lulas-tronco adultas j� foram vistas como
sendo mais limitadas, apenas desenvolvendo os mesmos tecidos de onde
se originavam. Mas novas pesquisas sugerem que c�lulas-tronco
adultas podem ter o potencial de gerar outros tipos de c�lulas,
tamb�m. Por exemplo, c�lulas hep�ticas podem ser atra�das a produzir
insulina, que � normalmente produzida no p�ncreas. Esta capacidade �
conhecida como plasticidade ou transdiferencia��o.<br>
<br>
Ent�o, de onde os cientistas obt�m as c�lulas-tronco para suas
pesquisas?<br>
</div>
</div>
<br>
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