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<title>Menina de 9 anos estuprada interrompe gravidez de g�meos em Recife
(PE)</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Menina de 9 anos estuprada interrompe gravidez de g�meos em Recife
(PE)<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
30 de outubro de 2009 | Autor: antonini</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;">A menina de nove anos de Alagoinha
(a 230 km de Recife), que estava gr�vida de g�meos, realizou o
aborto na manh� desta quarta-feira. De acordo com o hospital que
realizou o procedimento, o estado de sa�de dela � bom. H� suspeita
que o padrasto tenha engravidado a garota.<br>
<br>
A gravidez foi interrompida por volta das 10h. De acordo com F�tima
Maia, diretora do CISAM (Centro Integrado de Sa�de Amaury de
Medeiros), ligado � Universidade de Pernambuco, a menina vai passar
�s 16h desta quarta por uma curetagem �procedimento cir�rgico para
remover os restos fetais depois de um aborto provocado.<br>
<br>
Para os casos previstos expressamente na legisla��o, como o estupro
e o risco de morte para m�e �que se aplicam a esse caso, segundo
Maia�, n�o � preciso autoriza��o da Justi�a nem boletim de
ocorr�ncia.<br>
<br>
Por volta das 14h30, ela descansava na sala de recupera��o
p�s-anest�sica. O hospital n�o registrou nenhuma complica��o durante
o aborto. Ela estava internada desde a �ltima quinta-feira no Imip
(Instituto Materno Infantil de Pernambuco).<br>
<br>
<strong>Estupro</strong><br>
O padrasto da garota, um rapaz de 23 anos, foi preso na �ltima
quinta, no munic�pio de Alagoinha, suspeito do estupro. O suspeito
mantinha rela�es sexuais com a garota h� cerca de tr�s anos.<br>
<br>
O rapaz confessou o crime e, em depoimento, admitiu tamb�m ter
estuprado sua outra enteada, de 14 anos de idade, portadora de
defici�ncias f�sica e mental, afirma a pol�cia. A Pol�cia Civil n�o
revelou o nome do suspeito para que a identidade da crian�a seja
preservada.<br>
<br>
Em depoimento, o padrasto confirmou que come�ou a assediar as duas
meninas desde que passou a morar com a fam�lia, h� tr�s anos.
Segundo ele, as enteadas o provocavam.<br>
<br>
O crime veio � tona no �ltimo dia 25, ap�s um exame m�dico a que a
garota foi submetida no munic�pio de Pesqueira. Ela foi atendida
ap�s relatar queixas de tonturas e enjoos.<br>
<br>
Durante o exame cl�nico foi constatado que ela estava gr�vida de
g�meos. A gravidez da garota j� somava 16 semanas, segundo
informa�es colhidas pelo Conselho Tutelar junto ao hospital onde a
garota foi atendida. �A v�tima disse que ele j� vem mantendo rela��o
com ela desde os seis anos�, afirmou o conselheiro Cl�udio Roberto,
do Conselho Tutelar de Alagoinha.<br>
<br>
<strong> �Barb�rie�</strong><br>
O secret�rio estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos
de Pernambuco, Rold�o Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez
da menina como uma �<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u510398.shtml"
target="_blank">selvageria</a>� que precisa ser punida.<br>
<br>
Em entrevista � Folha Online, o secret�rio afirmou n�o ter
conhecimento detalhado sobre o caso, j� que seguia em dire��o a S�o
Joaquim do Monte (PE) �munic�pio onde sem terras foram presos
suspeitos de matar quatro seguran�as de uma fazenda�, mas se disse
perplexo com o caso.<br>
<br>
�Eu n�o imaginava que algu�m fosse poss�vel de cometer algo como
isso. Por isso, n�s vamos redobrar os esfor�os para que o suspeito
continue preso e pague pela selvageria�, disse Joaquim.<br>
<br>
Rodrigo Pellegrino, secret�rio-executivo de Justi�a e Direitos
Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria � prestar
seguran�a � fam�lia caso ela venha a sofrer algum tipo de amea�a.<br>
<br>
�A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e
estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza
mais cruel. Isso se trata de uma situa��o de barb�rie, de
bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco�, disse Pellegrino.<br>
<br>
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG
que trabalha principalmente com o processo de responsabiliza��o do
agressor e acompanhamento da v�tima, a possibilidade do aborto legal
deve ser considerada pela fam�lia<br>
<br>
�� um caso grav�ssimo, mas n�o � a primeira vez. No centro temos um
caso bastante parecido com uma crian�a de dez anos. Com ela n�o foi
poss�vel fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os m�dicos
que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade�, disse.<br>
<br>
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em
Pernambuco ocorre no �mbito familiar.<br>
<br>
�Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que
isso ocorria desde que ele era pequeno�, afirma Amazonas.<br>
<br>
Para ela, � preciso que a pol�cia investigue tamb�m a coniv�ncia da
fam�lia com o abuso, comum nesse tipo de caso.<br>
<br>
<strong> Revolta</strong><br>
O caso provocou revolta e tens�o nos cerca de 14 mil moradores do
pequeno munic�pio encravado no agreste de Pernambuco. �Eu acho uma
coisa absurda. A cidade est� chocada. Isso � muito triste�, disse a
balconista de farm�cia Terezinha Oliveira, 60.<br>
<br>
�� o padrasto dela! Isso � um absurdo. O coment�rio das ruas s� �
esse. O povo tentou at� pegar ele para linch�-lo mesmo, a� a pol�cia
teve que tirar ele de perto do povo�, disse a dona da casa Salete de
Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a v�tima mora.<br>
<br>
O caso � investigado pela Pol�cia Civil do munic�pio, mas � poss�vel
que ele fique detido no munic�pio vizinho por quest�es de seguran�a.<br>
</div>
</div>
<br>
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