__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>N�o quero ficar burro� de novo!</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>N�o quero ficar burro� de novo!<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
2 de julho de 2009 | Autor: antonini</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;"> Esse artigo do <strong>Edinei
Pacheco</strong> vale a leitura e a reflex�o sobre cada linha de
sua exposi��o.<br>
<br>
Vejamos um exemplo hipot�tico: pense no gatinho siam�s da sua
vizinha e o compare com o gatinho que vive na lata de lixo da
esquina. Agora, imagine que perto deles, passe um rato: o que vai
acontecer? � �bvio que o gatinho da esquina n�o ir� pensar duas
vezes e correr atr�s da sua nova ca�a! J� o gatinho da vizinha, vai
apenas olhar com aquela �cara de curioso� e deixar o roedor passear.
No m�ximo, vai correr atr�s apenas para brincar e, assim que perder
a gra�a, o deixar� de lado�<br>
<br>
Porque do gatinho da vizinha n�o corre atr�s do rato? Simples: o
bichano se acostumou t�o bem com suas mordomias, que n�o h� motivo
para ficar correndo atr�s de ratos; pelo menos n�o para se
alimentar. Afinal de contas, � mais confort�vel esperar a sua dona
chegar e servir sua deliciosa ra��o! J� o gato da esquina, coitado,
se ele n�o for atr�s do �rato-de-cada-dia��<br>
<br>
Agora, vamos imaginar que a dona do siam�s ficou com peninha do
vira-lata e resolve adot�-lo. Claro que de in�cio, o bichano se
estranha com o seu novo amiguinho! Mas aos poucos, com a presen�a
d�cil do siam�s, com as car�cias da nova dona, e com o conforto
encontrado em seu novo lar, aos poucos o vira-lata vai se
acomodando. Mais � frente, o jeit�o do nosso querido vira-lata vai
lembrar muito o siam�s j� residente, diferindo-se apenas pela
pelagem. Sequer vai se incomodar com o ratinho abusado que passa na
sua frente, j� que a tijelinha de ra��o est� logo ali.<br>
<br>
Sei que muitos n�o v�o gostar da compara��o que irei fazer, mas acho
que este bichano me lembra muito os atuais linuxers (especialmente
os usu�rios de certas distribui�es friendly-users). Seria uma mera
coincid�ncia?<br>
<br>
O principal motivo pelo qual o Windows se tornou o sistema
operacional mais difundido nos desktops est�, sem d�vida, na
facilidade de uso: muitas tarefas e atividades podem ser executadas
com simples cliques do mouse! Gra�as a Microsoft, qualquer pessoa
que possua apenas um conhecimento b�sico de computa��o, tem
condi�es de (sub)utilizar o computador. E por parte do Tux, h�
tempos t�m sido cobrado mais recursos e facilidades para tornar o
sistema mais amig�vel para os usu�rios finais. Isto de fato � ruim?
N�o, mas alguns efeitos colaterais ir�o ocorrer�<br>
<br>
Por volta de 1999, me achava o �ban-ban-ban� do computador. Eu
instalava o Windows com todos os drivers e os programas essenciais,
al�m de prover os ajustes e as otimiza�es necess�rias para o bom
desempenho de um desktop. At� que um belo dia, eu ouvi falar �desse
tal de Linux� e resolvi experimentar. Levei uma bela surra! Ainda
bem que eu tive o bom senso de pelo menos fazer backups, j� que
tinha � disposi��o dois HDs (gravador de CD-R/W era coisa de luxo).
Se n�o fosse o meu velho amigo Welington em me ajudar a instalar o
Conectiva 3 para mim�<br>
<br>
Ainda n�o acabei! Depois de um bom tempo utilizando distribui�es
friendly-user, resolvi me arriscar com o Slackware. Levei outra
surra, j� que n�o conhecia sua maravilhosa filosofia; por�m, j� bem
mais experimentado e confiante, resolvi insistir. Hoje, n�o s�
utilizo a distribui��o, como sou um grande admirador do trabalho de
Patrick Volkerding. Vida longa!<br>
<br>
Agora posso dizer que me considero o �ban-ban-ban� do computador?
Claro que n�o! Por�m, durantes estes anos, garanto que obtive
interessantes experi�ncias que me possibilitaram ter vantagens
inestim�veis. Desafios como utilizar a linha de comando, editar
arquivos de configura��o, compilar programas manualmente, conhecer
especifica�es t�cnicas, entre outros, me mostraram que as prova�es
s�o indispens�veis para o meu desenvolvimento intelectual. Em poucas
palavras: me tornei mais inteligente, sagaz e capacitado. Ao menos,
posso dizer que tenho mais consci�ncia das minhas limita�es.<br>
<br>
Por�m, uma situa��o interessante me fez refletir sobre o
desenvolvimento do Tux. H� tempos, ao configurar o modo gr�fico, n�o
precisei editar o arquivo /etc/X11/xorg.conf e acrescentar os
par�metros necess�rios para que a �rodinha do mouse� fosse
reconhecida. O sistema simplesmente inicializou no modo gr�fico e
pude utilizar todas as funcionalidades deste perif�rico. Em outra
distribui��o, nem sequer houve a necessidade de montar o meu
pendrive: o KDE reconheceu que havia um dispositivo usb-storage e
imediatamente acionou uma caixa de di�logo (aos moldes do Windows
XP), disponibilizado algumas a�es que poderiam ser tomadas sob meu
crit�rio.<br>
<br>
E para variar, tenho observado que muitos artigos e tutorias
lan�ados recentemente mostram que certas atividades podem ser feitas
de modo t�o simples no Tux quanto em compara��o ao Windows, onde
algumas ressaltam que nos sistemas livres � at� mais f�cil.
Distribui�es especiais em desktops tamb�m prometem in�meras
facilidades a alguns cliques do mouse ou atrav�s de pain�is de
controle centralizados. E claro, os mais acomodados adoram.<br>
<br>
Voltando ao nosso gatinho vira-lata, vamos supor que ele tivesse
incomodado a vizinhan�a com suas �cacas� e a dona (j� sem pena)
resolve bot�-lo para fora: pega ele no colo, esfrega uma azeitona no
seu focinho (para n�o farejar o caminho de volta; pelo menos, foi
assim que minha av� me ensinou) e o carrega para bem longe! Nossa,
com tantas mordomias, ser� que ele vai se readaptar novamente ao seu
antigo ambiente? Provavelmente sim, j� que se trata de uma quest�o
de vida ou morte. Mas convenhamos, n�o seria mais interessante se o
nosso querido vira-lata parasse em um outro quintal, � procura de
uma nova dona carinhosa?<br>
<br>
Estou querendo dizer que a adi��o de certas funcionalidades,
processos de automatiza��o e outros recursos que venham a facilitar
nossas vidas n�o deveriam ser implementadas no Tux? N�o exatamente:
quaisquer melhorias ser�o bem vindas. Apenas gostaria que o sistema
mantivesse o seu tradicional jeito de ser: aberto, flex�vel e
customiz�vel, al�m de nos possibilitar entender com facilidade o que
acontece �por tr�s dos bastidores�.<br>
<br>
Enfim, sendo �f�cil� ou �dif�cil�, o Tux ser� sempre bem vindo!
Apenas n�o quero ficar burro� de novo! &;-D<br>
<br>
<div style="text-align: center;"><img src="../img/img-b5ab29bf.jpeg"
alt=""><br>
</div>
<br>
Por <strong>Ednei Pacheco</strong> <ednei.pacheco [at]
gmail.com><br>
<a href="http://by-darkstar.blogspot.com/" target="_blank">
http://by-darkstar.blogspot.com/</a><br>
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