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<title>Imortalidade sob o ponto
de vista cient�fico</title>
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<h3>Imortalidade sob o ponto de
vista cient�fico</h3>
<div style="text-align: justify;">
<p>21 de mar�o de 2013 | Autor: antonini</p>
<p>Somos imortais? Somos!<span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span
style="font-size: small;"><span id="more-15909"></span></span></span></span></p>
<p>Somos imortais at�
mesmo do ponto de vista biol�gico e bioqu�mico,
sen�o vejamos:</p>
<div align="justify">
<p>1. tudo, TUDO MESMO, no
universo � constitu�do de �tomos e o
homem n�o foge a esta regra. O �tomo �
a menor unidade da mat�ria, sendo est�vel e
mudando de configura��o apenas atrav�s
do uso de enormes quantidades de energia, na fus�o nuclear,
onde dois �tomos de um elemento se fundem para formar outro
elemento, desprendendo uma quantidade de energia maior que a
utilizada
no processo, como no caso da energia solar, onde dois �tomos
de hidrog�nio se fundem em uma rea��o
catalisada por 6.000.000K formando um �tomo de
h�lio, liberando uma energia cerca de seis vezes maior,
sendo este o princ�pio da bomba de hidrog�nio,
cuja espoleta � uma bomba de fiss�o nuclear; ou
no caso da fiss�o nuclear, na qual um �tomo de um
elemento inst�vel e radioativo � bombardeado por
part�culas emitidas pelo n�cleo de outro elemento
inst�vel e dividindo-se em dois ou mais �tomos
agora est�veis, desprendendo uma quantidade enorme de
energia. Todos os organismos vivos ao morrerem, se
desintegr�o, retornando � menor
part�cula, o �tomo que, se recombinando,
formar� novas mol�culas,
mol�culas complexa, prote�nas, terminando por
formar outro organismo; ou seja ao morrer, o homem voltar�
� natureza em seu estado fundamental, mas
continuar� existindo em outra forma de vida, conforme o
enunciado de Lavoisier: �Na natureza nada se cria nada se
perde, tudo se transforma�.</p>
<p>2. Somos imortais
tamb�m atrav�s de nosso material
gen�tico, este transmitido de gera��o
a gera��o, pois como a divis�o dos
cromossomos se d� de maneira semiconservativa, na qual cada
fita cromoss�mica se separa e em cada parte se forma uma fita
nova, resultando em um material gen�tico que carrega
informa�es de mem�ria e de
caracter�sticas de seus ancestrais. Diversos artigos
j� foram escritos defendendo essa teoria, como por exemplo o
artigo <a href="recordacoes.html">Recorda�es
de vidas passadas: uma teoria embasada na gen�tica molecular</a>
publicado na Internet em 1998 e que vem sendo confirmada por
diversos
outros trabalhos de grandes universidade mundiais nos
�ltimos anos.</p>
<p>3. Sob o prisma da filosofia e
da hist�ria, somos imortais quando deixamos o nosso nome na
hist�ria da humanidade, atrav�s de nossos
pensamentos, ideias e realiza�es.</p>
<p>Na natureza tudo �
reaproveitado, conforme Lavoisier. Tudo o que comemos vem de
algum
organismo que se transformou nas mol�culas que
constitu�ram aquele alimento. Em um artigo recente, um
m�dico ga�cho escreveu que comer carne bovina
� a maneira mais pr�tica de ingerir vegetais. Ao
ler esta afirma��o, qualquer leigo pensa
s�-la um absurdo desmedido, mas pensando-se racionalmente,
logicamente e bioquimicamente, o escritor est� coberto de
raz�o, pois toda a composi��o das
prote�nas da carne bovina vem das fibras de celulose do
capim, do milho, bem como dos sais minerais e outros compostos
inorg�nicos que as ra�zes do capim absorveram; que
seus cloroplastos das c�lulas vegetais transformaram em
glicose; que suas c�lulas transformaram em celulose; que o
gado comeu e que se transformou nas prote�nas que compuseram
os m�sculos do animal, ingeridos por uma pessoa.</p>
<p>A natureza segue uma
l�gica justa e perfeita. � como um imenso
rel�gio: cada pe�a tem sua
fun��o e sua posi��o exata.
Se mudar uma de lugar ou quebr�-la, todo o mecanismo deixa
de funcionar e a vida acaba. Extingua-se o gado bovino da face
da
terra! Acabem com os vegetais! Matem todo os peixes� E vejam
onde o planeta vai parar� Vejam o que sobrar� da
humanidade.</p>
</div>
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