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<title>Dever �tico dos profissionais da sa�de</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3> Dever �tico dos profissionais da sa�de<br>
</h3>
</div>
<br>
19 de fevereiro de 2009 | Autor: antonini</div>
<div class="blogentry"><br>
</div>
<div class="blogentry">Ao contr�rio do que se poderia imaginar, quando um
f�rmaco novo � introduzido no mercado, disp�e-se, de maneira geral,
apenas de dados suficientes para assegurar que sua margem de seguran�a �
�aceit�vel� e, segundo Laporte e cols., neste momento pouco ainda se
conhece sobre seus efeitos no organismo. Isto ocorre porque os ensaios
cl�nicos aos quais os f�rmacos s�o submetidos antes de entrarem no
mercado s�o limitados, n�o sendo capazes de detectar, por exemplo,
rea�es adversas raras ou associadas ao uso prolongado.Quando um novo
f�rmaco chega �s prateleiras das farm�cias, todo o conhecimento que se
tem a seu respeito at� ent�o foi extra�do dos estudos
pr�-comercializa��o. Nesses estudos, inicialmente avalia-se a toxicidade
da nova mol�cula em animais de laborat�rio (estudos ou ensaios
pr�-cl�nicos) e, caso a toxicidade n�o seja inaceit�vel, s�o realizados
estudos em humanos (estudos ou ensaios cl�nicos) para investiga��o de
aspectos relacionados com a farmacocin�tica, a efic�cia e a toxicidade.
Mesmo com a realiza��o desses ensaios, os dados obtidos s�o ainda
considerados limitados, j� que existem diferen�as importantes entre as
condi�es de uso do f�rmaco nos estudos cl�nicos e na pr�tica cl�nica
habitual.<br>
<br>
Durante os estudos pr�-comercializa��o, um n�mero restrito de pacientes
� utilizado (raramente chega a cada dos milhares), a dura��o do uso �
relativamente curta (de dias a semanas), geralmente evitam-se outros
tratamentos concomitantes e excluem-se pacientes com contra-indica�es
potenciais como gestantes, crian�as e idosos. Al�m disso, os pacientes
s�o acompanhados de perto por profissionais da �rea de sa�de e recebem
informa�es sobre o tratamento. J� quando o f�rmaco chega ao mercado,
seu uso pode atingir dezenas de milhares de pessoas (inclusive
gestantes, crian�as e idosos), os tratamentos �s vezes duram anos, os
pacientes usam outros f�rmacos simultaneamente e o seguimento � menos
rigoroso. No que se refere � toxicidade, estas diferen�as condicionam
limita�es no conhecimento de intera�es potenciais, efeitos derivados
do uso cr�nico e das conseq��ncias do uso do f�rmaco em uma popula��o
n�o selecionada. Al�m disso, os efeitos indesej�veis, especialmente os
graves, s�o tamb�m raros (freq��ncia entre 0.1 e 0,01%) ou muito raros
(< 0,01%), podendo n�o serem identificados durante os estudos
pr�-comercializa��o.<br>
<br>
Entende-se hoje, portanto, que o monitoramento da seguran�a dos f�rmacos
n�o se encerra quando o produto chega ao mercado, mas sim que neste
ponto � iniciada uma nova fase, chamada de vigil�ncia
p�s-comercializa��o, estudos de fase IV ou farmacovigil�ncia. Este
acompanhamento das informa�es sobre seguran�a pode conduzir a melhorias
e mudan�as mais r�pidas nas informa�es de registro (por exemplo,
altera�es na bula) ou, at� mesmo, � retirada do produto do mercado.<br>
<br>
<img src="../img/talidomida.jpg" alt="" align="left">Em 1961, milhares
de crian�as nasceram com malforma�es de membros como conseq��ncia do
uso do antiem�tico talidomida por suas m�es durante a gravidez. Ap�s
esta trag�dia as autoridades governamentais adotaram uma nova postura
diante do risco de produtos farmacol�gicos, o que culminou
posteriormente com a implanta��o do Programa Mundial de Monitoriza��o de
Medicamentos, com sede no Centro de Monitoriza��o de Uppsala (The
Uppsala Monitoring Centre), na Su�cia. Este centro mant�m um banco de
dados internacional de rea�es adversas de f�rmacos (RAM) e presta
servi�o aos centros nacionais de farmacovigil�ncia associados ao
programa e tem sede na Unidade de Farmacovigil�ncia da ANVISA.<br>
<br>
A alimenta��o dos bancos de dados de RAM � feita principalmente atrav�s
do sistema de notifica��o volunt�ria (ou espont�nea). Neste tipo de
notifica��o, o notificador (geralmente um profissional de sa�de)
preenche uma ficha em que s�o descritas informa�es indispens�veis para
que a suspeita seja avaliada e posteriormente a envia para um centro
regional de farmacovigil�ncia. A revis�o peri�dica das notifica�es
permite identificar associa�es at� ent�o desconhecidas entre f�rmacos e
RAM, gerando assim um sinal de alerta. Estes sinais s�o hip�teses sobre
as quais se fazem seguimentos mais intensivos e podem constituir a base
para iniciar estudos epidemiol�gicos que permitam chegar ao
estabelecimento do risco.<br>
<br>
Uma das importantes atribui�es que a OMS confere aos Farmac�uticos � a
monitoriza��o dos f�rmacos. Em muitos casos, quando o paciente apresenta
uma rea��o adversa, o primeiro profissional que ele procura � um
Farmac�utico na farm�cia comunit�ria. Neste momento o Farmac�utico deve
avaliar a situa��o relatada pelo usu�rio coletar informa�es e envi�-las
para a base de dados regional de farmacovigil�ncia. Muitos Farmac�uticos
ainda n�o tem o h�bito de notificar por raz�es diversas como receio de
ser penalizado por algo que tenha feito errado, desconhecimento da
import�ncia da notifica��o ou desinteresse. Para afastarmos receios e
d�vidas � importante ter me mente os seguintes aspectos:<br>
<br>
<strong>O que deve ser notificado?</strong><br>
Rea�es adversas, principalmente aquelas consideradas graves (que
acarretam morte ou hospitaliza��o, por exemplo) e raras (como aquelas
que n�o est�o descritas na bula). N�o � necess�rio ter certeza de que se
trata de uma RAM, basta que haja a suspeita. tamb�m podem ser
notificadas queixas t�cnicas e erros de medica��o.<br>
<br>
<strong>Quem deve notificar?</strong><br>
Principalmente os profissionais da sa�de (todos, especialmente os
Farmac�uticos). Usu�rios e empresas farmac�uticas tamb�m podem
notificar.<br>
<br>
<strong>De que forma a notifica��o pode ser feita?</strong><br>
No Paran� as notifica�es podem ser feitas atrav�s da p�gina da
Secretaria de Estado da Sa�de (SESA-PR) na Internet, no endere�o
http:://www.saude.pr.gov.br/visa/farmaco/index.html. Escolha o item
�Formul�rio para profissionais de sa�de� e ent�o imprima o formul�rio
�Rea�es Adversas e Desvio de Qualidade�. </div>
<div class="blogentry"><br>
</div>
<div class="blogentry">As informa�es devem ser preenchidas e a ficha
enviada para o fax (41)3330-4543.<br>
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</div>
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</div>
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</div>
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