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<title>Mais perto das terapias celulares</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Mais perto das terapias celulares<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><br>
1 de dezembro de 2008 | Autor: antonini</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
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<div style="text-align: justify;">V�rus que n�o se integram ao genoma
podem viabilizar tratamentos com c�lulas-tronco induzidas<br>
<br>
Cientistas americanos conseguiram gerar c�lulas-tronco pluripotentes
induzidas (na imagem) usando adenov�rus, que n�o se integram ao
genoma celular e n�o provocam tumores nos hospedeiros (foto: Mathias
Stadtfeld e Konrad Hochedlinger).<br>
<img src="../img/terapias_celulares.png" alt="" align="left">Mais um
obst�culo � produ��o de c�lulas-tronco pluripotentes induzidas
parece ter sido superado. Por sua semelhan�a com as c�lulas-tronco
embrion�rias, elas poderiam ser usadas no futuro em terapias
celulares contra diversas doen�as. Cientistas norte-americanos
desenvolveram um m�todo capaz de gerar as c�lulas induzidas usando
v�rus que n�o provocam danos gen�ticos permanentes nem tumores no
hospedeiro, um problema apresentado em estudos anteriores.<br>
<br>
O m�todo para obter essas c�lulas-tronco consiste em inserir quatro
novos genes em c�lulas adultas � usando v�rus como vetores � para
induzir sua regress�o para o estado de c�lulas-tronco embrion�rias.
Com esses genes, as c�lulas s�o reprogramadas de forma a se
comportar como se fossem pluripotentes, ou seja, capazes de se
diferenciar em diversos tipos celulares especializados.<br>
<br>
Dois estudos publicados em 2007 haviam conseguido gerar
c�lulas-tronco pluripotentes induzidas a partir de c�lulas adultas
da pele humana. Em 2006, o m�todo havia sido demonstrado com sucesso
em camundongos. Mas os retrov�rus usados como vetores nesses estudos
podem prejudicar o organismo em que essas c�lulas reprogramadas s�o
inseridas, pois freq�entemente alteram seu genoma e est�o associados
ao risco de forma��o de tumores.<br>
<br>
Agora uma outra equipe, liderada por Matthias Stadtfeld, do Centro
de C�ncer do Hospital Geral de Massachussetts e do Centro para
Medicina Regenerativa (Estados Unidos), produziu c�lulas-tronco
pluripotentes induzidas de c�lulas do f�gado e fibroblastos de
camundongos pelo uso de adenov�rus. Os novos vetores permitiram um
alto n�vel de express�o dos genes introduzidos e n�o se integraram
ao genoma das c�lulas.<br>
<br>
C�lulas reprogramadas e pluripotentes<br>
Os pesquisadores afirmam que as c�lulas-tronco geradas com esse novo
m�todo t�m caracter�sticas de c�lulas reprogramadas e expressam
genes de pluripot�ncia. Para verificar seu potencial de
diversifica��o, as c�lulas foram injetadas nos flancos de
camundongos. Testes histol�gicos mostraram diferencia��o em tr�s
tipos celulares: de m�sculos, de cartilagens e epiteliais.<br>
<br>
O emprego das c�lulas-tronco pluripotentes induzidas adenovirais em
camundongos n�o gerou efeitos colaterais indesejados. A an�lise de
animais com 4 a 13 semanas de vida, que receberam as c�lulas em um
est�gio inicial do desenvolvimento embrion�rio (fase de
blastocisto), n�o mostrou forma��o de tumor. Apesar dos avan�os do
novo m�todo, ainda ser� preciso driblar alguns obst�culos, como sua
efici�ncia extremamente baixa para gerar as c�lulas-tronco.<br>
<br>
O estudo, publicado na Science desta semana, permitir� verificar se
as c�lulas-tronco pluripotentes induzidas e as c�lulas-tronco
embrion�rias s�o equivalentes em n�veis moleculares e funcionais.
Antes essa compara��o n�o era poss�vel, porque os genes virais eram
expressos em baixos n�veis nas c�lulas e nas linhagens descendentes,
o que pode afetar seu comportamento e potencial de diferencia��o.<br>
<br>
Al�m disso, caso os resultados do estudo consigam ser reproduzidos
em c�lulas humanas, a reprograma��o por adenov�rus pode resultar em
um m�todo aperfei�oado para gerar e estudar c�lulas-tronco
espec�ficas de alguns pacientes e, no futuro, ser usada para tratar
doen�as degenerativas. �Mas ser� importante estimar se
c�lulas-tronco pluripotentes induzidas humanas geradas sem
integra��o viral s�o de fato t�o potentes quanto c�lulas-tronco
embrion�rias humanas�, advertem os pesquisadores.<br>
<br>
<strong>Tha�s Fernandes</strong><br>
Ci�ncia Hoje On-line<br>
25/09/2008<br>
</div>
</div>
<br>
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