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<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"> <html> <head> <meta http-equiv="content-type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"> <title>Compatibilidade com Windows 10 do ChromeOS</title> <link rel="stylesheet" href="estilo5.css" type="text/css" media="screen"> </head> <body> <div style="text-align: center;"><img style="width: 800px; height: 120px;" alt="" src="../img/logo2.jpg"></div> <div id="container"> <div id="header" title="sitename"></div> <div class="blogentry"> <div style="text-align: center;"><iframe src="indice.html" frameborder="0" height="20" width="800"></iframe></div> <center><font class="option" color="#000000"><b><br> </b></font> <div style="text-align: justify;"><br> </div> <font class="option" color="#000000"><b> </b></font></center> <div style="text-align: center;"> <h3>Compatibilidade com Windows 10 do ChromeOS</h3> <div style="text-align: justify;">16 de agosto de 2018 | Autor: antonini </div> </div> <div class="entry"> <p style="text-align: justify;">Diversas matérias tem divulgado que “o Google jogou a toalha” e irá permitir dual-boot (dois sistemas operacionais em um equipamento) do ChromeOS com o Window$ 10, mas isso não faz sentido algum, pois quem compra um Chromebook quer, justamente, fugir do M$-rWindows que hoje se tornou um mamute, o elefante pré-histórico, pesado e atrasado em recursos que, para piorar a situação, espiona os usuários descaradamente.<span id="more-25998"></span></p> <p style="text-align: justify;">Justiça seja feita. A Micro$oft teve um papel fundamental na popularização da microinformática e do microcomputador de uso pessoal.</p> <p style="text-align: justify;">Diferente da Apple com seus iMacs e iPorcarias, a Microsoft só desenvolvia um sistema e o vendia, a preços razoáveis, na época, aos “integradores” (gente que montava micros com peças de diversas procedências e marcas) e aos fabricantes, diminuindo muito o custo, enquanto a Apple vendia seu sistema instalado em equipamentos fabricados apenas por ela mesma, a custos exorbitantes, mas ela parou no tempo. O Windows 10 é muito caro para o que entrega. Uma licença digital sem a mídia (tem que baixar via download dos servidores da Micro$oft) custa, na sua versão Windows 10 Home, R$499,00.</p> <p style="text-align: justify;">Desde o Windows XP, que era uma junção do núcleo seguro do Windows 2000 com os recursos de multimídia e de interface do tão odiado e criticado, mas inovador, Windows ME – Milennium Edition, a Micro$oft não inovou em mais nada. Todos as versões lançadas desde o Windows XP são meras perfumarias dele, sendo o último lançamento, o Windows 10, o mais pesado, feio e vulnerável de todos, consolidando o Windows como a maior plataforma de vírus e espionagem da microinformática.</p> <p style="text-align: justify;">Comecei na microinformática com o MS-DOS 6.22, quando o sistema era operado apenas em linha de comando e o Windows, que naquela época estava na versão 3.11, era apenas um ambiente gráfico, não era sistema operacional e para entrar no gerenciador de janelas Windows, tinha que digitar, na linha de comando do MS-DOS, a palavra “<strong>win</strong>“. Todas as tarefas administrativas e de mantenção do sistema como por exemplo: desfragmentação (<strong>defrag</strong>), varredura de erros do sistema (<strong>scandisk</strong>), formatação de disquetes (<strong>format a:\</strong>) e demais, eram feitas na <strong>linha de comando</strong>, que os devotos cegos do Windows tanto criticam no Linux que nem é um sistema.</p> <p style="text-align: justify;">O Linux é apenas um núcleo e sobre o qual os desenvolvedores penduram pacotes (programas) e gerenciadores de janela (interfaces gráficas) e criam sistemas operacionais chamados de distribuições como o Debian, Slackware, RedHat, Gentoo, Arch e seus derivados. O Chrome OS é um “fork” (derivado) do Gentoo. O Android é um gerenciador de janelas desenvolvido por Andy Rubin, usando como núcleo o Linux. O Ubunutu é derivado do Debian. O Fedora é derivado do RedHat. </p> <p style="text-align: justify;">Uma das grandes mentiras propagadas por aí é que o Linux tem X, Y ou Z porcento de participação no mercado de sistemas operacionais. Apenas os desenvolvedores trabalham diretamente no Linux. Usuários comuns sequer sabem onde ele fica instalado no seu equipamento, mas ele é o núcleo mais utilizado no planeta. Mais de três bilhões de humanos utilizam algum equipamento que tem um sistema operacional – ou distribuição – baseado no <strong>núcleo Linux</strong>, esta é a verdade. O núcleo Linux fica instalado em uma pasta chamada <strong>boot</strong> na raíz (<strong>/</strong>) do sistema operacional e tem o nome <strong>vmlinuz-4.15.0-32-generic </strong>(os números na frente – 4.15.0-32-generic – mostram a versão e a compilação do núcleo, nesta máquina que estou utilizando, um Laptop Lenovo G40-80 com <strong>Linux Mint 19</strong>).</p> <p style="text-align: justify;">Tenho um Samsung Chromebook 3 e se o Google realmente cometer a loucura que estão divulgando por aí, jogarei ele no lixo, pois não fará mais sentido ter um equipamento comprado para fugir do M$-rWindows e ser obrigado a conviver com ele, ou seja, ter que sustentar o inimigo dentro de sua casa.</p> <p style="text-align: justify;">Leia mais sobre o assunto <a href="https://www.tudocelular.com/mercado/noticias/n129299/chromeos-campfire-dual-boot-windows-10-pixelbooks.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></p> </div> </div> <br> <div style="text-align: right;"><a href="javascript:window.print()"><img style="border: 0px solid ; width: 18px; height: 18px;" alt="Imprimir" title="Imprimir" src="../img/print.png"></a><br> </div> <div style="text-align: center;">[<a href="javascript:history.go(-1)">Voltar</a>]<br> </div> <span style="font-weight: bold;"></span></div> <div id="footer"></div> <br> </body> </html>