__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Biografia de Rick Wakeman</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3> Biografia de Rick Wakeman </h3>
<div style="text-align: justify;"><br>
5 de junho de 2010 | Autor: antonini <br>
<br>
<strong>Richard Christopher Wakeman</strong> nasceu em 18 de maio de
1949 em Londres.<br>
<br>
Por <strong>Antonio Carlos Saraiva Coelho</strong><br>
<br>
<div style="text-align: center;"><img src="../img/10686981_885470694796987_3715598194132877783_n.jpg"
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<div style="text-align: center;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;">Come�ou a estudar piano muito cedo
por influ�ncia de seu pai, Cyril Frank Wakeman, tamb�m pianista.
Aos 10 anos Rick ganhava todos os concursos de piano dos quais
participava. Na adolesc�ncia matriculou-se na �Academia Real de
M�sica� mas n�o ficou por muito tempo. Os professores o achavam
rebelde demais e n�o gostavam do modo como Rick interpretava
certas pe�as cl�ssicas ao piano. Sua divers�o era fugir das aulas
e se esconder no museu da Academia onde ficava horas tocando
instrumentos antigos como o cravo. Quando deixou a academia,
participou de alguns grupos musicais de jazz e blues sem alcan�ar
muito sucesso. Tocava em bares e passou a dar aulas de piano. Logo
arranjou emprego como m�sico de est�dio, passando a participar de
centenas de grava�es de v�rios artistas, entre eles: Cat Stevens,
Elton John, David Bowie e o grupo folk ingl�s Strawbs. David
Cousins, l�der dos Strawbs, gostou tanto do trabalho de Rick que o
convidou para fazer parte do grupo. Wakeman gravou dois discos
como membro do Strawbs; �Just a Collection of Antiques And Curios�
(1970) e �From The Witchood� (1971). Rick fazia um trabalho
fant�stico em est�dio, mas era ao vivo que realmente arrasava.
Durante os shows do Strawbs sempre lhe davam um espa�o para que
fizesse seus longos solos. Isso pode ser conferido no disco �Just
a Collection�� gravado ao vivo. Os jornais especializados
come�aram a comentar as atua�es do cara. Num desses shows estavam
na plat�ia Jon Anderson e Chris Squire do Yes. Ficaram
impressionados com o que viram . Era justamente de algu�m como
Rick que eles estavam precisando. Foi feito o contato e Rick
apareceu para o ensaio do disco Fragile. J� andava mesmo de saco
cheio do Strawbs. . .</div>
<br>
<strong>ANOS 70, A MAGIA</strong><br>
<br>
No Yes, Wakeman passou a se apresentar ao vivo rodeado de teclados.
Usava tamb�m uma comprida capa brilhante que, junto com sua
cabeleira loura, formava um tremendo visual. Com o Yes grava os
discos �Fragile�(1971), que foi muito bem recebido pela cr�tica,
�Close to the Edge�(1972), com a faixa t�tulo ocupando um dos lados
inteiros do LP, �Yessongs� (1973) ao vivo, enquanto paralelamente
prepara seu primeiro disco solo �The Six Wives Of Henry VIII�
(1973). Alguns trechos do que viria a ser esse trabalho podem ser
apreciados j� no disco �Yessongs�. Come�am os rumores de que Rick
estaria deixando o Yes para se dedicar a carreira solo. �Six Wives�
� considerado pela cr�tica seu melhor trabalho at� hoje. O disco era
completamente instrumental e contava com a participa��o de seus
colegas do Yes, assim como alguns ex-colegas do Strawbs. Em 1973,
ap�s a grava��o do duplo �Tales From Topographic Oceans� com o Yes,
deixa o grupo em meio a muita briga. A cr�tica massacrou esse disco.
Rick tamb�m n�o gostou de �Tales From��, inclusive dando declara�es
negativas para a imprensa. Isso deixou o ambiente ainda mais
carregado entre os outros membros da banda que j� n�o suportavam
mais o �estrelismo� de Wakeman. Rick parte para a carreira solo e no
come�o de 1974 apresenta ao vivo o que viria a ser seu maior sucesso
em todos os tempos, �Journey To The Centre Of The Earth�, uma �pera
rock baseada no livro de Julio Verne, acompanhado da Orquestra
Sinf�nica de Londres e do Coral de C�mara Ingl�s, al�m de uma banda
de rock e um narrador. O disco vendeu, e ainda vende, milh�es em
todo o mundo e Rick definitivamente virou Superstar. Sai em turn�
pela Europa, Estados Unidos, Jap�o e Austr�lia. Est�dios lotados e
sucesso absoluto. Come�a ent�o a trabalhar em um projeto ainda mais
arrojado tendo como tema a lenda do Rei Arthur. �The Myths And
Legends Of King Arthur And The Knights Of The Round Table� de 1975
tamb�m conta com a participa��o da Orquestra Sinf�nica de Londres e
do Coral de C�mara Ingl�s, al�m de uma banda de rock. Para as
apresenta�es ao vivo Wakeman n�o deixou por menos e montou um bal�
no gelo ao estilo �Holiday on Ice�. O show foi um sucesso mas mesmo
assim deu preju�zo, tantas eram as pessoas envolvidas no projeto. A
gravadora n�o topou mais bancar as megalomanias de Rick e o dinheiro
come�ou a acabar. Durante a turn�, Rick Wakeman, ent�o com apenas 25
anos, sofre um princ�pio de infarte sem maiores conseq��ncias. A
cr�tica come�a a descer o pau e Rick decide acabar com as
mega-apresenta�es e passa a atuar apenas com sua banda de rock.
Nesse mesmo ano lan�a a trilha sonora do filme �Lisztomania� de Ken
Russell, al�m de fazer uma ponta como ator no filme. No final de 75
recebe um convite da Rede Glodo para apresentar no Brasil a �Viagem
ao Centro da Terra� e o �Rei Arthur� ao lado da Orquestra Sinf�nica
Brasileira e do Coral da Universidade Gama Filho. O show fazia parte
do encerramento do Projeto Aqu�rios daquele ano. O Projeto Aqu�rios
era uma iniciativa da Rede Globo e visava popularizar a m�sica
cl�ssica. Dessa forma, nada melhor do que convidar Rick Wakeman para
o encerramento. Como a Globo iria bancar todas as despesas com a
orquestra e coral, Rick topou na hora. Aquele foi um dos primeiros
grandes shows de Rock a passar pelo Brasil, antes de nosso pa�s
entrar na rota das bandas internacionais. Wakeman lotou o
Maracan�zinho no Rio, o Gin�sio da Portuguesa em S�o Paulo, al�m de
se apresentar em outras capitais. As narra�es foram feitas em
portugu�s pelos atores Paulo Autran, em S�o Paulo e Murilo Neri no
Rio de Janeiro. Durante sua visita pelo Brasil jogou futebol no
Maracan� contra um time de artistas brasileiros entre os quais
estavam Paulinho da Viola e Chico Buarque. Foi uma Festa! Em 76
lan�a o interessante �No Earthly Connection� que acabou n�o vendendo
muito. Pelos planos de Rick o disco seria um �lbum duplo, mas a
gravadora n�o liberou o dinheiro necess�rio. Em 77, cheio de
problemas financeiros e fugindo do imposto de renda ingl�s, Rick
passa a morar na Su��a. Lan�a a trilha sonora �White Rock� e come�a
a trabalhar no �timo �Criminal Record�. Ainda em 77, para surpresa
dos f�s, Rick volta ao Yes, mas antes ainda participou da grava��o
de alguns discos do Black Sabbath como m�sico de est�dio. Como Rick
n�o estava podendo por os p�s na Inglaterra, a banda resolve gravar
seu novo disco, o fant�stico �Going For The One�, na Su��a. Wakeman
ainda contou com a participa��o dos colegas do Yes em �Criminal
Record�, com certeza um de seus mais belos trabalhos. O movimento
Punk havia come�ado na Europa e trabalhos elaborados como os de Rick
ou Yes come�aram a perder a aten��o do p�blico e tamb�m das
gravadoras. Isso tudo veio a se agravar com o lan�amento do filme
�Os Embalos de S�bado a Noite� com John Travolta e o �estouro� da
�Discomusic� logo a seguir. O Yes lan�a em 79 �Tormato� com um som
um pouco mais �moderno� mas que n�o salvou o disco do fracasso.
Nesse mesmo ano Wakeman lan�a o �lbum duplo �Rhapsodies� incluindo a
m�sica �Pedra da G�vea� feita em homenagem ao Rio de Janeiro e rompe
com a gravadora A&M da qual era contratado desde os tempos do
Strawbs. Logo em seguida, no come�o de 1980, deixa mais uma vez o
Yes.<br>
<br>
<strong>ANOS 80, OS SELOS INDEPENDENTES</strong><br>
<br>
Em 81 assina com a gravadora Charisma e lan�a �1984�, �pera rock
baseada no livro de George Orwell. O disco marca algumas mudan�as na
carreira de Rick. Al�m da nova gravadora, pela primeira vez Wakeman
pede ajuda de algu�m �de fora� para a composi��o das letras. O
escolhido foi Tim Rice, famoso pelo trabalho realizado anteriormente
em outras �peras rock como �Evita� e �Jesus Cristo Supertar�. Al�m
da presen�a de uma orquestra e coral, o disco tem a participa��o da
cantora Chaka Kan e do vocalista do Yes, Jon Anderson, entre outros.
A excurs�o inclui o Brasil onde mais uma vez lotou gin�sios. Ainda
em 81, lan�a a trilha sonora para o filme �The Burning�. No ano
seguinte sai seu disco mais estranho at� ent�o, �Rock�n�Roll
Prophet�, onde Rick se atreve a cantar. At� ent�o sempre havia
convidado cantores para participar de seus discos. O disco � lan�ado
pela gravadora independente Moon Records, o que logo o tornou uma
raridade. Na contra capa do disco, Rick aparece ao lado da modelo e
atriz inglesa Nina Carther, com quem viria a se casar. Nessa �poca
Rick estava passando por uma situa��o dif�cil, dois casamentos
fracassados e problemas com a bebida alc�olica. O casamento com Nina
teve importante papel na reabilita��o de Rick. Passam a morar na
Ilha de Man, na costa Inglesa, e adotam a religi�o Batista, que
viria a influenciar os futuros trabalhos de Wakeman. Em 83, ainda
pela Charisma, lan�a a trilha sonora oficial da copa do mundo de 82
�G�ol�!�, seu �ltimo disco a ser lan�ado no Brasil at� ent�o, e �The
Cost Of Living � tamb�m com a colabora��o de Tim Rice. A partir
desse ano, para desespero dos f�s colecionadores, seus discos passam
a sair por gravadoras independentes europ�ias. Rick come�a a
trabalhar em um ritmo cada vez mais fren�tico lan�ando at� seis
discos por ano. Trilhas sonoras, m�sica New Age, discos pian�sticos,
rock e m�sica religiosa. Muitos trabalhos s�o apenas curiosidades e
interessam apenas aos colecionadores como por exemplo �In The
Beginning� de 1990, em que Rick faz apenas um fundo musical enquanto
sua esposa Nina l� trechos da B�blia. Dos trabalhos lan�ados durante
os anos 80 podemos destacar os seguintes discos:<br>
<br>
� O pian�stico �Country Airs� de 86, que deu in�cio a uma trilogia
que viria a ser completada com �Sea Airs� (1989) e �Night Airs�
(1990).<br>
<br>
� O ambicioso e bel�ssimo duplo �The Gospels� de 1987, onde Rick faz
quatro mini orat�rios de 20 minutos cada, um para cada Evangelho da
B�blia. Conta com a participa��o do tenor Ramon Rem�dios e um coral.<br>
<br>
� �A Suite Of Gods� de 1988, outro bel�ssimo disco com sonoridade
New Age gravado em parceria com o tenor Ramon Remedios.<br>
<br>
� �Time Machine� de 1988, disco basicamente de Rock que tem, entre
outros convidados, o cantor Roy Wood da Electric Light Orchestra.<br>
<br>
Em 1989, Rick Wakeman � convidado por Jon Anderson a participar de
um projeto que reuniria antigos membros do Yes. Ao lado de Steve
Howe e Bill Bruford grava o disco �Anderson, Bruford, Wakeman, Howe�
resgatando toda a sonoridade dos tempos �ureos do Yes. Inicialmente
o quarteto iria adotar o nome de Yes, mas o baixista Chris Squire,
que n�o quis de reunir aos antigos colegas, entrou com um processo
na justi�a proibindo o uso do nome. O fato � que o disco do �ABWH�
vendeu bem, o que originou uma bem sucedida turn� que pode ser
conferida no CD duplo �An Evening Of Yes Music Plus� e tamb�m no
v�deo do mesmo nome.<br>
<br>
<strong>ANOS 90, A VOLTA DO PROGRESSIVO</strong><br>
<br>
Os anos 90 come�am com uma certa nostalgia da d�cada de 70. V�rios
�dinossauros� do Rock voltam �s atividades em suas forma�es
originais. Os discos de Rick Wakeman continuaram a ser lan�ados �s
dezenas. Em 91, durante as grava�es do que seria o segundo disco do
�ABWH�, Chris Squire aparece no est�dio e � convidado a tocar em
algumas m�sicas. Imediatamente, Jon Anderson tem uma id�ia
mirabolante; reunir em um �nico disco os principais m�sicos que
passaram pelo Yes. Foi a� que foi lan�ado o �Union�, disco do Yes
que re�ne pela primeira vez juntos o vocalista Jon Anderson, os
guitarristas Steve Howe e Trevor Rabin, os tecladistas Rick Wakeman
e Tony Kaye, o baixista Chris Squire e os dois bateristas Alan White
e Bill Bruford. Ap�s o lan�amento do disco, saem em turn� pela
Europa e Estados Unidos. Nunca se viu coisa igual na hist�ria do
Rock. O palco ficou pequeno para tantas �feras�. Infelizmente, o que
� bom dura pouco. Como havia v�rios empres�rios e advogados
envolvidos, logo come�aram os desentendimentos e Rick Wakeman mais
uma vez deixa o Yes. Ainda foi convidado por Trevor Rabin para
participar do disco �Talk� de 93, mas recusou. Em 93, junto com o
filho Adam, tamb�m tecladista, lan�a o CD �Wakeman With Wakeman�.
Vem ao Brasil pela terceira vez e se apresenta ao lado do filho em
v�rias capitais. Os dois inclusive concederam uma divertida
entrevista no programa J� Soares Onze e Meia. Adam passa a ter
importante participa��o nos futuros trabalhos do papai Rick, tanto
em apresenta�es ao vivo como em est�dio. Al�m disso o garoto tamb�m
j� tem sua pr�pria carreira com tr�s discos solo j� gravados. Os
discos de Rick continuam saindo �s dezenas.<br>
<br>
Nos anos 90 destacamos:<br>
<br>
� �Black Knights In The Court Of Ferdinand IV� de 1990, ao lado do
cantor e baterista italiano Mario Fasciano. O disco � bel�ssimo e
tem, como curiosidade, as can�es todas cantadas no dialeto
napolitano.<br>
<br>
� O fant�stico �King John And The Magna Charter� de 91, que apesar
de n�o ser acompanhado por uma orquestra tem um som �pico muito
parecido com o �Rei Arthur�.<br>
<br>
� �Romance Of The Victorian Age� de 1994, em que Rick ao lado do
filho Adam interpreta belas composi�es ao piano.<br>
<br>
� �The New Gospels� de 1995, que � uma vers�o revista e ampliada do
belo �The Gospels�, lan�ado originalmente em 87. Disco que reafirma
com toda a for�a sua f� crist�.<br>
<br>
No final de 1996, Rick Wakeman retorna mais uma vez ao Yes para
algumas apresenta�es e a grava��o do disco �Keys To Ascension�. O
CD era duplo, sendo que um dos discos tinha o registro de uma
apresenta��o ao vivo e o outro faixas in�ditas gravadas em est�dio.
Houve um novo desentendimento. Wakeman queria que o disco com as
grava�es em est�dio fosse lan�ado separadamente do disco ao vivo.
Segundo ele, o Yes estaria desperdi�ando um �timo material de
est�dio lan�ando o disco naquele formato. Mais uma vez Wakeman
estava fora do Yes e, segundo ele, definitivamente. � esperar para
ver. No ano seguinte, o Yes lan�a �Keys To Ascension II�, outro
duplo no mesmo formato do anterior; um disco ao vivo e outro em
est�dio, ainda com a participa��o de Rick nos teclados. A cr�tica
especializada adorou o disco de est�dio, chegando at� a compar�-lo a
�Going For The One� de 1977.<br>
<br>
<strong>RETORNO AO CENTRO DA TERRA</strong><br>
<br>
Desde que acabou sua �fase �urea� no final dos anos 70, Rick Wakeman
tem se virado como pode para fazer o tipo de m�sica no qual sempre
acreditou. Teve problemas financeiros, problemas de sa�de e muitos
de seus projetos continuam engavetados simplesmente por falta de uma
gravadora que acredite nele. Para se ter uma id�ia da situa��o de
Rick, basta dizer que ele teve de vender os direitos autorais da
maioria de suas obras, incluindo a� todos os cl�ssicos dos anos 70!
O fato de n�o se render ao esquema das grandes gravadoras o obrigou,
no come�o dos anos 80, a partir para os selos independentes. Mas nem
tudo est� perdido. No final de 1997 uma grande multinacional, a EMI
Classics, ofereceu a Rick a oportunidade de gravar um novo ��pico�
ao estilo de �Viagem ao Centro da Terra� e �Rei Arthur�.
Imediatamente, Rick tirou de seu arquivo �Return To The Centre Of
The Earth�, obra em que ele vinha trabalhando h� alguns anos, mas
que n�o tinha esperan�as de vir a gravar algum dia. Depois que
recebeu carta branca da EMI, rescreveu toda a obra e contratou a
Orquestra Sinf�nica de Londres e o Coral de C�mara Ingl�s. Escolheu
como narrador o ator Patrick Stewart, mais conhecido como o capit�o
Jean Luc Picard da s�rie Strar Treck a Nova Gera��o. Convidou os
cantores que queria, entre eles: Ozzy Osborne, Trevor Rabin do Yes e
Justin Hayward do Mood Blues. Rick passou o ano de 98 inteiro
trabalhando nas grava�es, que foram feitas nos mais diferentes
est�dios da Europa e Estados Unidos. �Return To The Centre Of The
Earth� � bem uma continua��o de �Journey To The Centre Of The Earth�
s� que muito mais elaborada. �Return�� tem o dobro do tamanho de
�Journey��, ou seja, mais de 75 minutos. O CD foi gravado no sistema
�Dolby Surround� isto �, o feliz propriet�rio de um aparelho �Home
Theater� vai ter uma experi�ncia e tanto. Trata-se de uma obra
prima, e � imposs�vel para um f� de Rick Wakeman, que o acompanha
desde o in�cio, n�o se emocionar ao ouvir o CD. A EMI deu a Rick a
id�ia de lan�ar �Return�� em janeiro de 1999, justamente em
comemora��o aos 25 anos de �Journey��. O problema � que no final das
grava�es, em dezembro de 98, Wakeman teve novo problema de sa�de.
Uma forte pneumonia parou um de seus pulm�es e reduziu pela metade a
capacidade do outro, devido a estafa a que Rick vinha se submetendo
durante as grava�es. Durante a fase de finaliza��o dos trabalhos
ele simplesmente n�o dormia. Felizmente tudo correu bem, e em Mar�o
de 1999 o disco foi lan�ado mundialmente, inclusive no Brasil. Mesmo
com todo o agito em cima do lan�amento de Return�, Rick Wakeman n�o
p�ra. S� para se ter uma id�ia, no primeiro semestre de 1999, mesmo
com o lan�amento de �Return��, foram lan�ados quatro CDs in�ditos
por gravadoras independentes:<br>
<br>
� �Stella Bianca Alla Corte Di Re Ferdinando� lan�ado somente na
It�lia em parceria com o cantor e baterista Mario Fasciano, com quem
j� havia gravado �Black Knigths�� em 1990.<br>
<br>
� �White Rock II�, instrumental<br>
<br>
� �Art In Music Trilogy� e The Natural World Trilogy�, dois CDs
triplos de sonoridade New Age.<br>
<br>
Em janeiro de 2000, foi lan�ado o CD pian�stico �Preludes To a
Century� e �The Chronicles Of Man�, outro pian�stico. Segundo Rick,
j� est�o compostas todas as m�sicas para um trabalho a ser lan�ado
em parceria com Keith Emerson! Rick Wakeman � dono de uma das
maiores e mais variadas discografias da hist�ria da m�sica. �
imposs�vel dizer com precis�o quantos trabalhos solo e participa�es
j� realizou at� hoje. Quando pensamos que a cole��o est� completa,
sempre ficamos sabendo de um outro disco que n�o consta dos
cat�logos. Possivelmente nem o pr�prio Rick tenha id�ia da
quantidade exata de trabalhos lan�ados. Para finalizar, fica a frase
dita por Rick em uma entrevista; �H� apenas dois tipos de m�sica; as
que s�o lembradas e as que s�o esquecidas.� Com certeza a m�sica de
Rick Wakeman tem lugar entre as m�sicas que s�o lembradas.<br>
<br>
<strong>OS HERDEIROS</strong><br>
<br>
Dois filhos de Rick Wakeman, tamb�m tecladistas, j� come�aram suas
carreiras. O mais conhecido � Adam Wakeman, que tem acompanhado o
pai nas excurs�es e tamb�m em alguns discos. J� lan�ou alguns
trabalhos solo sem muita import�ncia para o p�blico do Rock
Progressivo.<br>
<br>
O outro herdeiro � Oliver Wakeman. J� lan�ou dois CDs. O primeiro �
o bel�ssimo instrumental �Heaven�s Isle�. O segundo trabalho
chama-se Jabberwocky e foi lan�ado no inicio de 1999 em parceria com
o tamb�m tecladista Clive Nolan do grupo progressivo Pendragon.
Trata-se de uma Opera-Rock muito parecida com os primeiros trabalhos
de Rick. Alguns trechos lembram muito o No Earthly Connection de
1976. O disco tem v�rias participa�es como por exemplo Peter Banks,
o primeiro guitarrista do Yes. Rick Wakeman tamb�m faz participa��o
no disco, mas apenas como narrador! Uma verdadeira curiosidade.
Indispens�vel para os f�s do Progressivo. Oliver tem v�rios projetos
para o futuro pr�ximo, incluindo um outro trabalho com Clive Nolan.
Vamos aguardar. Para saber mais sobre Rick Wakeman visite o site
oficial em ingl�s www.rwcc.com. Nele � poss�vel ver a discografia
�quase� completa de Rick (oficial e at� alguns piratas) com todas as
capas dos discos e dados sobre as grava�es, al�m de not�cias sobre
suas �ltimas atividades e um cat�logo para a compra de CDs.<br>
</div>
</div>
<br>
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