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<title>Nero: o mais louco dos Imperadores Romanos</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Nero: o mais louco dos Imperadores Romanos<br>
</h3>
<div style="text-align: justify;">
<div class="posttitle">
<div class="date"> 12 de novembro de 2012 | Autor:
antonini </div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma contribui��o para os estudantes
e vestibulandos.<span id="more-15572"></span>Nero mandou matar a
pr�pria m�e, duas esposas e at� S�o Pedro. Mesmo assim, em seu
curto reinado, ele tentou bancar o artista sens�vel</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Nat�lia Yudenitsch</strong></em><br>
O ano � 64. Estamos em N�poles, no sul da It�lia, perto de onde,
apenas 15 anos depois, o Ves�vio destruiria v�rias cidades,
incluindo Pomp�ia. Um artista est� fazendo sua estr�ia para o
grande p�blico.</p>
<p style="text-align: justify;">Loiro, de olhos azuis e um tanto
gordo, ele atua descal�o, usando apenas uma t�nica. Toca lira e
canta m�sicas que ele mesmo comp�s. A apresenta��o � horr�vel, e
mesmo assim ningu�m se levanta, porque abandonar o show seria um
crime punido com a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Na plat�ia, uma mulher entra em
trabalho de parto e tem o filho ali mesmo. Algumas pessoas simulam
desmaios, para serem arrastadas para fora do teatro e escapar. O
artista em cena � ningu�m menos que o imperador romano <strong>Nero
Claudius Caesar Augustus Germanicus</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">�Paran�ico, megaloman�aco, assassino
e sem car�ter: esse era o perfil do ditador que manteve o imp�rio
curvado �s suas vontades durante os 14 anos de seu reinado. O
curioso � que, a princ�pio, ele n�o tinha chances de sentar-se no
trono�, diz Graeme Barker, arque�logo e professor da Universidade
de Cambridge, na Inglaterra.</p>
<p style="text-align: justify;">Nero s� chegou ao trono por causa de
sua m�e, que fez e aconteceu para ver o �nico filho controlando o
imp�rio. Fez e aconteceu mesmo. A hist�ria da ascens�o do filhinho
da Agripina envolve orgias, incesto, assassinatos, intrigas e
trai�es.</p>
<p style="text-align: justify;">Nero nasceu com o nome <strong>Lucius
Domitius Ahenobarbus</strong>, filho de Agripina com Gnaeus. Sua
m�e era irm� e amante do rei da �poca, Cal�gula, e usou seu poder
para conspirar contra ele. Cal�gula, que era maluco mas n�o era
bobo, descobriu tudo e despachou a mulher para a ilha da Sic�lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto ela estava afastada, seu
marido morreu por causa de um edema e o grande imperador foi
assassinado. Naquela �poca, Lucius tinha 2 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem assumiu o poder foi Tiberius
Claudius, tamb�m sobrinho de Cal�gula. Nessa dan�a de cadeiras,
Agripina voltou a Roma e se casou com o milion�rio Gaius
Sallustious Passienus Crispus. A� ela envenenou o sujeito, ficou
com o dinheiro e come�ou a namorar o pr�prio imperador Claudius.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto causou que conseguiu fazer com
que a rainha Messalina fosse condenada � morte por suspeita de
trai��o. Com o caminho livre, Agripina casou com o imperador e se
tornou rainha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imperador adotivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lucius, que estava com 13 anos,
passou a ser o primeiro candidato a imperador e mudou de nome. O
filho leg�timo do rei, Britannicus, era mais jovem do que Nero, o
novo filho adotivo.</p>
<p style="text-align: justify;">�A ado��o era comum entre os
senadores. Eles precisavam de herdeiros homens, e tamb�m
aproveitavam para usar os novos filhos para aproximar fam�lias
importantes e poderosas�, explica Ronaldo Vainfas, professor de
Hist�ria da Universidade Federal Fluminense.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que filho adotivo, Nero se
tornou um xod� do imperador. Ele adiantou a maioridade do rapaz
para 14 anos e o casou com sua filha Octavia. Depois de tantas
confus�es dignas das novelas das 8, os planos de Agripina
alcan�aram o objetivo: no dia 13 de outubro do ano 54, Claudius
morreu e Nero, com apenas 17 anos, se tornou o quinto C�sar.</p>
<p style="text-align: justify;">�Agripina assassinou o marido para
acelerar a subida do filho ao poder. Ela queria usar Nero para
governar�, diz o historiador. E, realmente, nos primeiros cinco
anos de reinado, Nero n�o deu palpite nos assuntos
administrativos. Preferia ocupar o tempo entre corridas de bigas e
orgias para l� de animadas.</p>
<p style="text-align: justify;">�Foi um per�odo marcado pela paz e
pela boa administra��o�, conta Dan Roberts, historiador e
professor da Universidade de Richmond, nos Estados Unidos. �Os
problemas come�aram quando Nero se apaixonou pela escrava Claudia
Acte e sua m�e n�o concordou�, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi ent�o que o garoto mostrou a que
veio. Contra todas as expectativas, rompeu com a m�e, incorporou o
t�tulo de Augusto e resolveu mandar no governo. Agripina tentou
reagir, e come�ou a conspirar para colocar Britannicus no poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, � aquela hist�ria: filho de
peixe peixinho �. Nero envenenou o irm�o durante um jantar.
Depois, o imperador virou Roma de cabe�a para baixo. Nessa mesma
�poca, assumiu publicamente que tinha dois amantes, Marcus Salvius
e Poppaea. Dizia que era, ao mesmo tempo, esposa dele e marido
dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 59, Nero deixou os s�ditos de
cabelos em p� ao planejar a morte da pr�pria m�e. E olha que n�o
foi f�cil: Agripina s� morreu depois de cinco tentativas. Na
�ltima, foi esfaqueada e n�o resistiu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fogo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em julho de 64, Roma pegou fogo.
Todo mundo tinha certeza de que Nero era o culpado, apesar de at�
hoje ningu�m ter conseguido provar o envolvimento direto do
imperador.</p>
<p style="text-align: justify;">�Inc�ndios eram comuns em Roma. A
cidade tinha muitos condom�nios de tr�s ou quatro andares, feitos
de madeira e divididos por v�rias fam�lias. Mas nunca tinha
acontecido um inc�ndio t�o destruidor como o daquele ver�o�, diz
Gregory Warden, arque�logo e professor da Southern Methodist
University, nos Estados Unidos. �A famosa imagem de Nero tocando
lira e cantando no teto de um de seus pal�cios, enquanto Roma
virava fuma�a, foi muito divulgada por seus inimigos�, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato � que Nero aproveitou o
inc�ndio para construir pal�cios e aumentar o ataque aos crist�os.
Sua imagem p�blica nunca mais se recuperou.</p>
<p style="text-align: justify;">Suspeito de incendiar a cidade, Nero
botou a culpa nos crist�os. Depois, se dedicou a destruir essa
nova seita. Um de seus castigos favoritos era jogar os fi�is aos
le�es na arena, onde eles eram destro�ados. O pov�o adorava.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro costume do imperador era
queimar crist�os vivos para iluminar os jardins de seu pal�cio.
Entre os religiosos que ele mandou matar est�o dois dos homens
mais importantes da hist�ria do cristianismo: S�o Pedro e S�o
Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano 67, depois de voltar de uma
turn� art�stica pela Gr�cia, o imperador encontrou uma oposi��o
pol�tica bem organizada. No ano seguinte, foi deposto pelo Senado
e condenado � morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vez de se entregar, pediu que um
de seus funcion�rios rasgasse sua garganta com uma adaga. Segundos
antes de morrer, Nero declarou: �O mundo acaba de perder um grande
artista�.</p>
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