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<title>No agreste, pacientes
agradecem m�dicos cubanos de joelhos</title>
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</b></font>
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<font class="option" color="#000000"><b>
</b></font></center>
<div style="text-align: center;">
<h3>No agreste, pacientes
agradecem m�dicos cubanos de joelhos</h3>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><br>
</p>
<p style="text-align: justify;">10 de novembro de 2013 | Autor:
antonini<br>
</p>
<p style="text-align: justify;">A
demanda de m�dicos no interior
do pa�s � gigantesca e a cubana Teresa Rosales,
47, se
surpreendeu com a recep��o de seus pacientes em
Brejo da
Madre de Deus, no agreste pernambucano.<span id="more-20231"></span></p>
<p style="text-align: justify;">�Eles
[pacientes] ficam de
joelhos no ch�o, agradecendo a Deus. D�o
beijos�,
afirma a m�dica, que atendeu 231 pessoas neste primeiro
m�s de trabalho dos profissionais que vieram para o Brasil
pelo
programa Mais M�dicos, do governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1369197-no-agreste-pacientes-agradecem-medicos-cubanos-de-joelhos.shtml">No
agreste,
pacientes agradecem m�dicos cubanos de joelhos</a></p>
<p style="text-align: justify;">O
posto de sa�de em que Teresa
trabalha fica no distrito de S�o Domingos, regi�o
pobre e
castigada pela seca.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante
os �ltimos quatro anos,
o posto n�o tinha o b�sico: m�dicos.
At� o
final de setembro, quando Teresa chegou ao distrito, quem andava
quil�metros de estrada de barro at� chegar
�
unidade de sa�de sempre voltava para casa sem atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A
situa��o se repetia a
algumas ruas de l�, no posto onde o marido de Teresa,
Alberto
Vicente, 43, come�ou a trabalhar em outubro.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="width: 310px; height: 262px; float: left;"
alt="" src="../img/medico_cubano-agreste.png">�Foi
Deus quem mandou
esse homem. Era uma dificuldade, chegou a fechar o posto por falta
de
m�dico�, disse a aposentada Isabel Rocha, 80, que
agora
controla o diabetes sob orienta��o
m�dica.
</p>
<p style="text-align: justify;">Alberto
e Teresa integram um grupo de
400 cubanos que chegaram pelo Mais M�dicos na primeira etapa
do
programa. Outros 2.000 dos seus conterr�neos
come�aram a
trabalhar no dia 4 de novembro, 76 deles em S�o Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma
terceira leva de 3.000
m�dicos da ilha chegou esta semana a cinco capitais. A
previs�o � que eles comecem a trabalhar em
dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles
t�m
alimenta��o e moradia fornecidas pelas
prefeituras e
recebem por m�s entre R$ 800 e R$ 900 do governo federal. O
restante da bolsa de R$ 10 mil mensais �
distribu�do
entre parentes dos m�dicos e o governo cubano.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Atendimento</b><br>
Alheia � pol�mica salarial, a
popula��o lota
os postos que h� um m�s estavam vazios,
j� que
n�o havia m�dicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A
agricultora Maria In�cia
Silva, 69, havia visto um m�dico pela �ltima vez
em 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela
se disse impressionada pela forma
como foi atendida pelo cubano Nelson Lopez, 44, novo m�dico
do
povoado de Capivara, em Frei Miguelinho (PE).</p>
<p style="text-align: justify;">A
diferen�a no atendimento
est� desde a organiza��o dos
m�veis: a
cadeira do paciente fica ao lado da mesa do m�dico, para que
o
m�vel n�o seja uma barreira entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">�Gostamos
de examinar o paciente,
dedicar um tempo a ele, consider�-lo gente�, disse
Lopez.</p>
<p style="text-align: justify;">As
filas e as consultas s�o
longas. Ainda estava escuro quando Maria In�cia Silva chegou
ao
posto e ela s� foi atendida na hora do almo�o.</p>
<p style="text-align: justify;">Passou
cerca de meia hora no
consult�rio e finalmente soube que as dores que sente se
devem
ao reumatismo.</p>
<p style="text-align: justify;">�Ele
� �timo
m�dico, apesar de estrangeiro. Em 69 anos, nunca vi um
m�dico t�o bom�, disse Maria
In�cia.</p>
</div>
</div>
<br>
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