__ __ __ __ _____ _ _ _____ _ _ _ | \/ | \ \ / / | __ \ (_) | | / ____| | | | | | \ / |_ __\ V / | |__) | __ ___ ____ _| |_ ___ | (___ | |__ ___| | | | |\/| | '__|> < | ___/ '__| \ \ / / _` | __/ _ \ \___ \| '_ \ / _ \ | | | | | | |_ / . \ | | | | | |\ V / (_| | || __/ ____) | | | | __/ | | |_| |_|_(_)_/ \_\ |_| |_| |_| \_/ \__,_|\__\___| |_____/|_| |_|\___V 2.1 if you need WebShell for Seo everyday contact me on Telegram Telegram Address : @jackleetFor_More_Tools:
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<title>Prepara��o do esfrega�o sangu�neo</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Prepara��o do esfrega�o sangu�neo<br>
</h3>
</div>
<div style="text-align: justify;">23 de fevereiro de 2020 | Autor:
antonini</div>
<div style="text-align: justify;"><br>
</div>
<div style="text-align: justify;">A prepara��o pode ser feita sobre
l�minas novas, descart�veis, compras no com�rcio, ou com l�minas
reutilizadas, neste caso devendo elas serem tratadas com mistura de
�cido cr�mico e �cido sulf�rico e enxaguadas em �gua destilada. <br>
<br>
Naturalmente, o conhecimento t�cnico necess�rio para fazer bom
esfrega�o de sangue e medula �ssea n�o pode ser aprendido de um livro.
Mas s� pode ser adquirida pela experi�ncia pr�tica. Por outro lado, a
avalia��o fi�vel das prepara�es celulares depende da extens�o do
calibre. Sobre a qualidade dos esfrega�os e sobre a sua colora��o
adequada. Por esta raz�o, alguma instru��o sobre a prepara��o de
esfrega�o ser� dada para evitar a produ��o de l�minas pobres. Uma boa
prepara��o de esfrega�os requer o uso de l�minas escrupulosamente
limpas: caso contr�rio. S�o frequentemente obtidos esfrega�os com
colora��o irregular ou insatisfat�ria. De uma vez. As l�minas de vidro
foram tratadas com uma mistura de �cido sulf�rico cr�mico, seguida por
enxaguamento completo com �gua destilada, para se obter a limpeza
necess�ria antes da utiliza��o. Agora. No entanto, est�o dispon�veis
l�minas preparadas comercialmente. Alguns com uma se��o de solo para
marca��o, que n�o requerem qualquer pr�-tratamento especial. Todos os
slides devem ser mantidos livres de poeira, e um estoque
suficientemente grande deve estar sempre � m�o.<br>
<br>
A prepara��o de esfrega�os de sangue pode ser feito com a borda de uma
lam�nula ou com o lado menor de uma lam�nula de borda suave, cuidando
para garantir que n�o mais do que dois ter�os a tr�s quartos do slide
� absorvido pelo esfrega�o. A t�cnica de smearing deve ser tal que no
filme final alguns dos eritr�citos sejam separados lado a lado. e
alguns s�o agregados em pequenos ro Manchas que s�o muito grossas
resultam em superestima��o e. porque as c�lulas individuais n�o est�o
suficientemente espalhadas. impossibilitar a an�lise microsc�pica da
estrutura fina celular. A aquisi��o de uma boa t�cnica de manchas.
portanto, � essencial e s� � poss�vel por meio de muita pr�tica.
Esfrega�os de medula �ssea podem ser preparados da mesma forma que
esfrega�os de sangue. A medula aspirada, com ou sem anticoagulante, �
coletada em uma grande placa de Petri. e o excedente de sangue da
medula � drenado inclinando o prato. V�rias pequenas por�es de
part�culas contendo o l�quido da medula s�o coletadas do fundo da
placa de Petri com a transfer�ncia do esfrega�o. O esfrega�o preparado
desta maneira deve conter numerosas pequenas part�culas de medula.
Tr�s ou quatro l�minas adicionais devem ser preparadas espremendo
part�culas de medula isoladas, que foram separadas da medula aspirada
com a borda de uma l�mina ou com uma pequena vareta de madeira. Se
apenas algumas part�culas de medula estiverem dispon�veis. o esfrega�o
de part�culas espremidas deve ser usado exclusivamente. Deve-se ter
cuidado ao espremer as part�culas da medula para preservar as c�lulas.
Isso pode ser feito desenhando um segundo slide sobre o primeiro
deslize sob uma press�o suave, espalhando assim o particulado m em uma
camada fina. Exame microsc�pico confi�vel requer que esfrega�os de
aspirados de medula �ssea contenham �reas finas de elementos celulares
uniformemente distribu�dos, intactos e compactos. Geralmente,
esfrega�os de medula espessa n�o s�o adequados para o diagn�stico
morfol�gico.<br>
<br>
A colora��o dos esfrega�os de sangue e medula �ssea devem ser
individuais e adaptadas a certos procedimentos de colora��o padr�o. O
procedimento de colora��o mais utilizado (Wright / Pappenheim) come�a
com a aplica��o do corante de May-Gr�nwald por um curto per�odo (4 a 6
minutos), resultando na fixa��o simult�nea de �lcool na amostra. Os
esp�cimes devem ser enxaguados com �gua destilada. As condi�es de
colora��o subseq�entes (concentra��o de colora��o e tempo de
colora��o) com solu��o dilu�da de Giemsa devem ser adaptadas �s
exig�ncias do laborat�rio individual. O fator cr�tico na colora��o � o
pH da �gua destilada, que deve ser o mais pr�ximo poss�vel do pH 7,0.
Este requisito pode ser dif�cil de conseguir na pr�tica, mas n�o
precisa ser prejudicial aos processos de colora��o, desde que grandes
varia�es no pH sejam evitadas. Um tempo de colora��o mais longo �
usado com um pH mais �cido, e tempos mais curtos s�o usados se a �gua
� b�sica. Se n�o for poss�vel obter uma colora��o universal
satisfat�ria, recomenda-se tamponar a solu��o de Giemsa da seguinte
forma: 1 parte de solu��o de reserva de Giemsa adicionada a 20 partes
de solu��o tamp�o de fosfato 0,0667 mol / L, pH 7,0 a 7,2.
Alternativamente, pode-se utilizar a subst�ncia comercial de Wright
(recomenda-se uma solu��o de �lcool met�lico das seguintes: eosina e
uma mistura complexa de tiazinas), com uma solu��o tamp�o de pH 6,4. O
tempo de colora��o com esta mistura de tamp�o-mancha � de
aproximadamente 15 a 20 minutos. Finalmente, deve ser dada especial
aten��o � limpeza regular do material de vidro utilizado na prepara��o
da solu��o Giemsa e � filtra��o ocasional das solu�es de colora��o.
Colora��o especial e m�todos citoqu�micos s�o descritos no ap�ndice.<br>
<br>
Para obter uma indica��o preliminar da quantidade e qualidade das
c�lulas A rotina de exame da amostra de esfrega�o � realizada
inicialmente por meio da varredura microsc�pica da l�mina sob lentes
secas de baixa e alta pot�ncia. Para este exame, o uso de uma capa
fina para reduzir a dispers�o de luz da superf�cie do esfrega�o.
Muitos cytologic podem ser feitos usando a lente seca de alta
pot�ncia, mas para a avalia��o da morfologia dos eritr�citos, uma
lente de imers�o em �leo deve ser usada. A diferencia��o final das
c�lulas no esfrega�o de sangue deve ser realizada com uma lente de
imers�o em �leo. O exame microsc�pico deve ser feito na borda da pena
(o ter�o final) do esfrega�o: os rejeitos. no entanto, deve ser
desconsiderado porque os elementos de c�lulas brancas parcialmente
danificados que podem levar a falsas contagens de ell s�o
artificialmente concentrados nesta regi�o. Por outro lado, c�lulas
patol�gicas espec�ficas podem ser encontradas nesta regi�o do slide.
bem como nas bordas do esfrega�o. Para avaliar com precis�o a
morfologia eritrocit�ria, deve-se lembrar que a forma dos gl�bulos
vermelhos pode ser alterada em por�es excessivamente finas ou
espessas do esfrega�o. Os aspirados de medula devem tamb�m primeiro
ser examinados usando objetivos secos para obter uma vis�o geral da
composi��o celular e para evitar a perda de �reas localizadas de
c�lulas espec�ficas. tais como grupos de c�lulas tumorais ou c�lulas
de les�es granulomatosas. Quaisquer achados incomuns devem ser
examinados cuidadosamente sob imers�o em �leo. Um exame microsc�pico
combinado do l�quido medular, como descrito, tem quase o mesmo
significado que uma contagem de pelo menos 1000 c�lulas. Uma
combina��o de diferencia��o qualitativa e quantitativa de esfrega�os
de medula �ssea geralmente n�o � necess�ria, exceto para fins
espec�ficos de diagn�stico, por exemplo, estabelecimento de fra��o de
blastos Todas as pessoas interessadas em hematologia devem ter uma
cole��o de l�minas. Os slides devem ser armazenados em um estojo e
devem ser cuidadosamente limpos com algod�o macio ou tiras de
musselina saturadas com xilol ou com limpador de lentes dispon�veis
comercialmente para remover o �leo de imers�o ap�s cada exame. Este
procedimento evita o desbotamento da mancha atrav�s da a��o do �leo de
imers�o, <br>
<br>
<strong><em>Regra Geral para o Diagn�stico de Hematologia
Microsc�pica. Apenas um exame de uma combina��o de esfrega�os de
sangue e medula �ssea possibilita um diagn�stico completo<br>
</em></strong><br>
<strong>Prepara��o de um esfrega�o de leuc�citos (concentrado de
leuc�citos)</strong> <br>
<br>
Sangue venoso coletado em um tubo Vacutainer EDTA (l�quido ou p� �
recomendado. Os tubos vacutainer de citrato de s�dio tamb�m s�o
aceit�veis). Os tubos devem estar devidamente preenchidos com sangue e
podem 3 horas ap�s a coleta e ainda dar esfrega�os aceit�veis.O
conte�do do tubo deve ser cuidadosamente misturado e centrifugado por
15 minutos a 1500 rpm Ap�s centrifuga��o e remo��o do plasma (com uma
pipeta) 0,3 a 0,5 ml da camada leucoplaquet�ria � elaborado em uma
pipeta finamente desenhada.Uma pequena quantidade de camada de
eritr�citos elaborada com o le n�o afeta o exame final.Algumas gotas
de camada de leuc�citos s�o ent�o estendidos em l�minas microsc�picas.
No mesmo caminho usado para o sangue total, e s�o coradas pelo
procedimento de Pappenheim ou por outros m�todos citoqu�micos.<br>
<br>
<br>
<strong>Indica��o para uso de um esfrega�o de camada leucocit�ria:</strong></div>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Aumento do n�mero de c�lulas na leucopenia.</li>
<li>Exame para c�lulas anormais na leucopenia.</li>
<li>Rea�es citoqu�micas na leucopenia.</li>
<li>Remiss�o e reca�da de leucemias agudas.</li>
<li>Procure por cromatina sexual.</li>
</ol>
</div>
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