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<title>Aids surgiu h� um s�culo, diz estudo</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Aids surgiu h� um s�culo, diz estudo<br>
</h3>
<br>
</div>
7 de novembro de 2008 | Autor: antonini<br>
<br>
An�lise gen�tica das amostras mais antigas do HIV, de 1959 e 1960,
sugere que v�rus come�ou a infectar humanos j� em 1900 e para
epidemiologista dos EUA, novo estudo pode ajudar a detectar os genes
imunes a muta��o e tornar o HIV mais f�cil de atacar.</div>
<div class="blogentry"><br>
</div>
<div class="blogentry">
<hr style="width: 860px; height: 1px; color: white;"><br>
RICARDO BONALUME NETO<br>
DA REPORTAGEM LOCAL<br>
<br>
<i>O v�rus da Aids come�ou a se espalhar entre seres humanos h� bem mais
tempo do que se imaginava at� agora: em torno de um s�culo atr�s ele
deixou as florestas da �frica central e come�ou a circular nas cidades
que os colonizadores europeus constru�am na regi�o.<br>
A nova estimativa foi poss�vel gra�as � descoberta de exemplares do
v�rus preservados em uma amostra de 1960 de tecido humano preservada
em um hospital de Kinshasa, capital da Rep�blica Democr�tica do Congo.
� a segunda amostra mais antiga do v�rus -a outra, datada de 1959 e da
mesma cidade, foi descrita em 1995.<br>
<br>
A compara��o das seq��ncias do material gen�tico das duas permitiu
calcular que um ancestral comum dos dois v�rus j� existia em torno de
1900.<br>
<br>
As seq��ncias de DNA das amostras antigas, batizadas ZR59 e DRC60,
diferem em 12%, o que indicaria um ancestral comum das duas meio
s�culo antes. O HIV evolui 1 milh�o de vezes mais r�pido que um
animal, o que o torna um alvo dif�cil para a medicina.<br>
<br>
O estudo foi feito por uma equipe de 12 cientistas, liderados por
Michael Worobey, da Universidade do Arizona em Tucson, EUA, e
publicado na edi��o de hoje da revista cient�fica brit�nica �Nature�.<br>
<br>
�A consider�vel dist�ncia gen�tica entre DRC60 e ZR59 demonstra
diretamente que a diversifica��o do HIV-1 no centro-oeste da �frica
ocorreu bem antes da pandemia reconhecia de Aids�, escreveram Worobey
e colegas.<br>
<br>
O HIV-1 possui tr�s linhagens b�sicas. Uma delas, conhecida como grupo
M, � a causa de mais de 95% dos casos de Aids em todo o mundo, lembra
Paul Sharp, da Universidade de Edimburgo, Reino Unido. Ele comenta a
descoberta na mesma edi��o da revista.<br>
<br>
�Conhecer a seq��ncia original, ancestral, do HIV-1 do grupo M e como
ele evoluiu poder� ajudar os cientistas a desenvolver drogas e
vacinas. Se voc� souber quais partes do genoma original do HIV-1 grupo
M foram conservadas ao longo do tempo, esses genes podem codificar
prote�nas que s�o cr�ticas � sobreviv�ncia do HIV e improv�veis de
mudar muito no futuro�, disse � Folha a epidemiologista Rosemary
McKaig, do Instituto Nacional de Alergia e Doen�as Infecciosas dos
EUA, que co-patrocinou a nova pesquisa.<br>
<br>
J� Sharp � mais c�tico. �Conhecer a evolu��o do HIV-1 prov� uma �til
informa��o de fundo, mas pode n�o ter um impacto direto no
desenvolvimento de drogas ou vacinas.�<br>
<br>
�O estudo � muito importante porque mostra a evolu��o do v�rus na
circula��o cr�ptica [oculta] entre humanos�, diz o brasileiro Paolo
Zanotto, especialista em evolu��o de v�rus do Instituto de Ci�ncias
Biom�dicas das USP. Ele lembra que o agente causador da doen�a precisa
de uma fase de adapta��o para passar do chimpanz� ao homem, quando ele
passa a �testar� a malha de transmiss�o humana -e, eventualmente,
criar uma epidemia.<br>
<br>
No caso africano n�o h� provas de como se deu a transmiss�o em maior
escala no ser humano, mas os autores do estudo sugerem que isso tenha
acontecido gra�as � urbaniza��o. O v�rus tenderia a se espalhar com o
adensamento da popula��o e a intensifica��o de comportamentos de
risco.<br>
<br>
�O relevante para n�s no Brasil hoje � que o estudo mostra que um
v�rus pode estar circulando, apesar de ainda n�o estar causando uma
epidemia�, diz Zanotto. O melhor exemplo, diz, � o subtipo 4 do v�rus
da dengue. Para ele, faz mais sentido agir antes nesses casos com
medidas profil�ticas do que �correr a reboque� da epidemia depois que
ela come�ar.</i><br>
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