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<title>Desordem ps�quica e outras querelas</title>
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<div style="text-align: center;"><br>
<h3>Desordem ps�quica e outras querelas<br>
</h3>
<br>
</div>
6 de julho de 2013 | Autor: Ernesto Caruso</div>
<div class="blogentry"><br>
</div>
<div class="blogentry">A Resolu��o do Conselho Federal de Psicologia n�
1/99 de 23 de mar�o de 1999 que estabelece normas de atua��o para os
psic�logos em rela��o � quest�o da orienta��o sexual em seu Art. 3�
estabelece que �- os psic�logos n�o exercer�o qualquer a��o que favore�a
a patologiza��o de comportamentos ou pr�ticas homoer�ticas, nem adotar�o
a��o coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos n�o
solicitados.�<br>
<br>
Completa no Par�grafo �nico: �- Os psic�logos n�o colaborar�o com
eventos e servi�os que proponham tratamento e cura das
homossexualidades.� e no Art. 4�: � �Os psic�logos n�o se
pronunciar�o, nem participar�o de pronunciamentos p�blicos, nos meios de
comunica��o de massa, de modo a refor�ar os preconceitos sociais
existentes em rela��o aos homossexuais como portadores de qualquer
desordem ps�quica.�<br>
<br>
O assunto se misturou ou foi misturado intencionalmente aos protestos
contra o governo central no que lhe cabe no grau maior de
responsabilidade nos aspectos de sa�de (SUS) e de seguran�a, em especial
pelo n�vel elevado de influ�ncia no Congresso Nacional e a sua radical
posi��o contra altera�es na lei penal referente a redu��o da maioridade
para coibir os crimes b�rbaros dos menores infratores e a tal progress�o
da pena que coloca de volta � rua o homicida cruel com as v�timas no ato
criminoso, mas com �bom comportamento� na pris�o. Mais acomoda��o com a
corrup��o dos correligion�rios condenados pelo STF. Foi uma das
cortinas de fuma�a, j� superada pela proposta de constituinte e
retumb�ncias que tais, substitu�da pela do confuso � quanto mais melhor
� plebiscito.<br>
<br>
Cada um tire as pr�prias conclus�es, mas os verbos, termos e as
inten�es est�o expostos na Resolu��o do CFP.<br>
<br>
Quando se imp�em que �os psic�logos n�o exercer�o qualquer a��o que
favore�a a patologiza��o�, ser� que o profissional vai
dizer/comentar durante a consulta que a orienta��o de vida
do paciente � uma doen�a? D� uma canelada antes do cumprimento?<br>
<br>
O texto �nem adotar�o a��o coercitiva� � pesado demais impressiona
como meio de orienta��o a profissionais que lidam com os mist�rios da
mente e as posturas no relacionamento com os seus pacientes. N�o s�o os
fatos/costumes exercendo press�o sobre a pessoa e sim uma advert�ncia ao
profissional para n�o adotar a tal a��o coercitiva contra o
paciente.<br>
<br>
O psic�logo de in�cio h� de perguntar ao consulente qual o mal que lhe
aflige, sendo ofensivo e descort�s pretender/insinuar �tratamentos n�o
solicitados.�<br>
<br>
O Art. 4� gera uma d�vida na forma��o universit�ria dos
psic�logos, n�o parecendo justo que os mestres os orientassem a
�refor�ar preconceitos sociais�, al�m de n�o �tico, afronta qualquer
m�todo de tratamento. E com �nfase: �� n�o se pronunciar�o, nem
participar�o de pronunciamentos p�blicos��.<br>
<br>
O �refor�ar preconceitos� � uma atitude conden�vel por si e uma
vertente da norma que por outro lado afirma que determinado grupo n�o �
portador �de qualquer desordem ps�quica�, dif�cil de considerar no
g�nero humano. Pelo contr�rio, o preconceito exerce a a��o coercitiva
que pode provocar a desordem ps�quica e necessidade de atendimento pelo
psic�logo e at� pelo psiquiatra.<br>
<br>
H� que se entender que a realidade n�o pode ser vista
como dogma, quest�o fechada, indiscut�vel. � uma quest�o. Merece aten��o
como outras tantas necessidades na vida terrena.<br>
<br>
N�o se pode esquecer que Galileu Galilei discordou e foi
condenado. A medicina evoluiu porque ousaram estudar o corpo humano
roubando cad�veres. A cada dia se descortina um pouco mais adiante.
Direito de viver e conviver. Respeitar e ser respeitado.<br>
<br>
Ernesto Caruso, 06/07/2013<br>
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<br>
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